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sexta-feira, 28 de maio de 2010

SAMBA DA GARÇA



GRUPO SAMBA DE QUINTAL que se aprersenta também no bar Sampa (rua São Paulo c/ Amazonas).

Sexta 04/06 na Casa da Piscina, alí na rua Garça, 83 no bairro Sto. André. Local agradável samba da melhor qualidade de Noel a Galocantô e por aí vai...

Recomendo.

click na imagem p/ ampliar e obter mais info.

PRINCIPIO DO INFINITO E SPAÇO MERITÍSSIMO.

COMO VÍNHAMOS DIVULGANDO, O "GRUPO PRINCÍPIO DO INFINITO" NÃO MAIS RETORNA AO MERITÍSSIMO EM JUNHO DEVIDO A DESACORDO COM A DIREÇÃO DA CASA. CONTINUAMOS INDICANDO COMO UM BOM RESTAURANTE E SE VIER A REABRIR P/ MÚSICA, UM BOM LUGAR TBM PARA DIVERSÃO. AGRADECEMOS A COMPREENSÃO E A DIREÇÃO PELO TEMPO QUE POR LÁ TIVEMOS. QUEM SABE UMA OUTRA ÉPOCA?

ARLINDO CRUZ EM CONTAGEM (05/06/2010)


ARLINDO CRUZ
Data: 05 de Junho - 21Hrs -
Local: Espaço VIP - Contagem / MG

Programação :Super shows com Arlindo Cruz e ainda Grupo Kindere, Batida Perfeita e Grupo Blacksamba e DJ’s.



Valor dos Ingressos :Pista - R$ 25,00 (2º Lote)
Camarote - R$ 70,00 (3º Lote)

Atençao! Compre seu ingresso em até 18x em todos os cartoes de crédito pelo site!
http://www.centraldoseventos.com.br/evento/detalhe/id/131

O Camarote oferece :
Cerveja, Frozen, Refri e Água liberados durante todo o evento.

No Local sujeito a disponibilidade e preço. Esgotando o lote o preço dos ingressos será alterado automaticamente, independente da data pré-estabelecida.

Maiores Informações :(31) 3209.0505 Canal Interativo / (31) 9138.5454 Júlio Ramos / (31) 8869.6983 Philippe Xavier

Ponto de Vendas :Central dos Eventos - Rua Fernandes Tourinho 470 / Loja 12 - Savassi

SAMBA DO CABRITO 2 - QUINTAL DO DIVINA LUZ





QUINTAL DO DIVINA LUZ APRESENTA NESTE FERIADO 03/06/2010 A PARTIR DAS 15:00hs O 2º SAMBA DO CABRITO.

COM A PARTICIPAÇÃO DO GRUPO "NA CADÊNCIA DO SAMBA".

SERÁ SORTEADO UM CABRITO.

INGRESSOS A R$ 12,00.

MAIORES INFORMAÇÕES: (31) 8775-9709 / 9154-4195.

RUA MARIA APARECIDA, 375-SÃO MARCOS

ÔNIBUS 3501A

CONSERVATÓRIO MUSIC BAR APRESENTA 28/05/2010 23hs:


Capim Seco

Conservatório Music Bar

Timbiras, 2041 - lourdes

Entrada: $ 12

Info: 2535-7133
click na imagem

quinta-feira, 27 de maio de 2010

SHOW COM FUNDO DE QUINTAL


Um dos maiores grupos de samba esta de volta a BH:
FUNDO DE QUINTAL ao vivo!
Hoje com a formação diferente o grupo segue com Ubirany, Bira, Ronaldinho, Flavinho, Sereno e Ademir Batera, sendo Ubirany, Bira e Sereno os únicos que permaneceram da formação de origem.
Sábado 12 de junho na Saga.
Ingressos a venda em todas as academias "Malhação".
Informações: 3342-1690.
Classificação: 18 anos.

Endereços Academia Malhação:

Av. Amazonas, nº 687 - 2º andar - Bairro Centro - BH - Tel: (31) 3271-1785
Av. Augusto de Lima, nº 134 - sl - Bairro Centro - BH - Tel: (31) 3213-7748
Rua Herculano de Freitas, 925 - Gutierrez - Tel: (31) 3291-3720
Rua da Bahia, nº 1709 - Bairro de Lourdes - BH - (31) 3504-1709
Av. Cristiano Machado, nº 4000 - Hipermercado EXTRA - BH - (31) 3426-3580
Av. Augusto de Lima, 555-3º and.-esquina S. Paulo-Centro-Tel:(31) 3222-4083
Av. Prudente de Morais, nº 1154 - Bairro Cidade Jardim - BH - (31) 3344-7155

SE LIGA NESSA...(DE LAPA CÁ...)








Marcelo Roxo Convida Pedro Miranda e Eduardo Gallotti diretamente da Lapa Carioca para o Cartola-Bar. . . Dia 2 de Junho, véspera de feriado!


CIRCUITO DE SAMBAS CARIOCAS

Circuito Sambas Cariocas, projeto que tem como objetivo levar um grupo de amantes do gênero para uma verdadeira maratona de samba na cidade maravilhosa. Aviso aos navegantes: as vagas são limitadas!



click na imagem p/ info.

Projeto Feira do Choro acabará por falta de patrocínio

Por Ocê no Samba

BH permite mais um absurdo cultural: o fim da Feira do Choro
O título é uma lamentação não só do Ocê no Samba que preza integralmente pelo que é feito e consumido em BH quando se fala em Samba e Choro. Mas para todos que veem na arte uma forma de mudança real no mundo. Todos os eventos, artistas e casas que se propõe a receber essas artes ganham não só a simpatia do Ocê, mas de todos que apreciam cultura. Pois é. Este texto é para comunicar que a Feira Tom Jobim, ou Feira do Choro, que fica no Funcionários, pertinho do Colégio Arnaldo terá sua última edição amanhã. O motivo? O de sempre. Falta de apoio ou percepção que a sociedade é mais complexa do que pensar apenas em materialismo burro e burocrático. Há uma necessidade clara de buscarmos algo a mais.
Em entrevista por telefone, a Curadora da Feira, Beatriz Myrrha, falou ao Ocê em tom de tristeza o que levou ao término de uma das mais bacanas iniciativas de BH. “Não havia apoio. O instituto Aletria orginalmente é voltado para a leitura, contadores de história. Mas, nossa diretoria sempre foi apaixonada pelo Choro e resolvemos bancar a ideia. Sobrevivemos um ano e cinco meses tirando dos bolsos o sustento do evento. Basicamente por essa falta de recursos que amanhã será a última vez que a feira será montada para nossa tristeza com essa perda para nós e para os amantes do Choro”, explicou Beatriz com grande pesar.

CULTURA E EDUCAÇÃO (Por Mestre Afonso*)

*Afonso Marra Filho, o Mestre Affonso, é natural de Belo Horizonte. Músico, produtor, radialista, colunista, está imerso no mundo do samba há 50 anos. Como diretor de Bateria, é detentor de vinte notas dez e vários Tamborins de Ouro, maior premiação individual no Carnaval de Belo Horizonte. Há seis anos, é colaborador do Programa Acir Antão, como repórter do samba, na Rádio Itatiaia, todos os domingos. A partir de agora passa também a colaborar com esse blog. Toda sexta-feira, a COLUNA DO MESTRE AFFONSO oferece dicas de rodas de samba, conta histórias e causos e passa um pouco de sua experiência.

"Ouço sempre alguém dizer que somente através da educação nossas crianças e jovens terão oportunidades na vida. Acho esse discurso hipócrita, principalmente por saber que a maioria dos defensores dessa tese, jamais pisou nos becos e vielas da cidade. Essa maioria é formada por intelectuais vindos de famílias abastadas, é a turma dos que gostam de protestar, dar palpites, mas que não gosta de colocar a mão na massa.

Enchem a boca para falar de educação como se a educação no Brasil fosse a 8ª maravilha do mundo. O que temos são professores ganhando mal, em vários casos ensino de péssima qualidade, escolas caindo aos pedaços, enfim, antes de qualquer coisa, teríamos que educar a educação.

A não ser através da iniciativa privada jamais vimos projetos de grande monta em relação à educação. O governo até que tenta, mas são tantos os obstáculos, que até o governo vai mantendo a coisa em Banho Maria: um projetinho aqui, outro projetinho ali, mas nada que verdadeiramente atinja as necessidades do povo.

Na minha maneira de pensar, neste caos que estamos vivendo em Belo Horizonte (já temos até Skinhead, é mole?) três caminhos poderiam ser a verdadeira educação: a religiosidade, o esporte e a cultura. Isto porque estes são pilares que aglutinam comunidades, tornando mais fácil a aproximação e conseqüentemente a educação. A religiosidade é sem sombra de dúvidas um grande caminho, quem está perto de Deus está protegido. Antigamente, na minha geração, o jovem pegava seu material esportivo e através de uma disciplina rígida, aprendia o valor da vida. Hoje o esporte está restrito em seus espaços, e o que é pior, as classes menos favorecidas têm muita dificuldade de acesso a ele. No caso da cultura a coisa fica pior, bem pior. Ninguém gosta de bagunça: bares e carros com som altos, desrespeito à vizinhança, enfim, todos têm o direito de escolher a paz e o silêncio como forma de descanso. Mas também não podemos nos esquecer que a cultura oferece inúmeras oportunidades àqueles que por qualquer motivo não tiveram outras oportunidades. Os atuais administradores não têm culpa de Belo Horizonte não ter espaços para a cultura, eles receberam a cidade assim. Mas esses administradores deveriam pensar e projetar espaços para que uma enorme camada da sociedade tenha direito à diversão e às oportunidades profissionais que a mesma oferece. Simplesmente criar leis que proíbem a diversão é diminuir espaços e fomentar a marginalidade, que acaba sendo uma enorme saída para muitas crianças e jovens. Infelizmente esta é uma cruel realidade.

Na verdade, o que precisamos é rever conceitos, avaliar fatos e criar uma saída. Isto para que não sejamos condenados, como já está acontecendo, a sermos prisioneiros de um mundo marginal e violento. Não somos hipócritas a ponto de dizer que a cultura irá resolver todos os problemas. O que queremos dizer é que a cultura pode minimizar as dificuldades que estamos vivendo. Se cada um fizer a sua parte Belo Horizonte poderá voltar a ser a cidade das serenatas, os clubes poderão voltar a ser ponto de reunião dos nossos filhos e netos, enfim, poderemos fazer voltar a alegria que sempre fez parte do nosso povo. Talvez até possamos andar pelas ruas sem medos, como era feito no passado. Era lindo ouvir o hino nacional a cada início de aula, era maravilhoso tomar bênçãos dos mais velhos, era divino ver que a educação começava em nossas casas, passava pelos vizinhos e tinha sua continuidade nas salas de aulas. Belo Horizonte era a Cidade Vergel, nós éramos felizes e sabíamos!

Obrigado, meu Deus, pela honra e a glória de ter nascido sambista."

mestreaffonso@bol.com.br

Blog: http://mestreaffonsozip.net

Itaúna recebe oficinas culturais do Programa Música Minas

O Programa Música Minas realiza oficinas culturais gratuitas na cidade de Itaúna, localizada a 79 quilômetros de Belo Horizonte, na região centro-oeste de Minas. As atividades acontecem no dia 29 de março, segunda-feira, a partir das 14h30, no Teatro SESI Vânia Campos (Av. São João, nº 4147 - Centro). Os interessados podem se inscrever e obter mais informações através dos telefones (37) 3241-8234/ 9921-9195, com Rosângela Machado.
As oficinas são promovidas como contrapartida ao edital de circulação do Programa Música Minas. O Programa é uma iniciativa do Fórum da Música de Minas Gerais em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais e tem como principal objetivo promover a exportação e disseminação da música mineira.
Oficinas:

Renegado - Oficina de Música - Hip Hop, Rap e DJ
Nesta atividade, os alunos terão contato com as técnicas do hip hop, como forma de estimulá-los à praticar arte. Além destes temas específicos, também serão abordados outros, como: histórico da formação de vilas e favelas no Brasil, racismo, violências, organização comunitária, história da cidadania, patrimônio publico, dentre outros. Para a realização da oficina, Renegado estará acompanhado pelo DJ Spider (Plínio Venturim Ferreira). Serão oferecidas 30 vagas, para alunos de qualquer faixa etária.
Aline Calixto - Identidade e representação do samba
Primeiramente, será feita uma abordagem geral sobre o porquê da importância de um estudo mais aprofundado sobre as composições, bem como as referências que a elas foram incorporadas. Em seguida, serão apresentados aos participantes quatro sambas, cada um composto em um período distinto um do outro. Cada samba será ouvido e comentado. Cada participante receberá uma folha a qual fará sua análise a respeito de cada samba. Após as anotações, o grupo irá compartilhar as leituras críticas realizadas sobre as composições. Público-alvo: Interessados sobre o samba e a música popular brasileira e não é necessário conhecimentos prévios sobre composição.
Lucas Avelar - Contrabaixo Elétrico
A oficina busca em primeiro plano mostrar e promover o instrumento contrabaixo elétrico, suas possibilidades e formas de execução, suas características principais e as que fogem um pouco do padrão. Levando em consideração sua historia e mudanças ao longo de sua trajetória, podemos levar este instrumento a execuções antes pouco promovidas. Os participantes irão ver o baixo em sua função padrão, onde este conduz a música com suas freqüências graves, e também na função harmônica (chord bass*Two –Hands*harmonics bass), função melódica (tapping*solo*improvisação) e rítmica mostrada pela técnica muito conhecida e extraída dele (slap*slap triplo*dolb pluck*thumb). Além disso, serão apresentadas dicas e técnicas de regulagem do som do instrumento, mixagem, timbres e técnicas para mapear e escrever músicas, ou seja, como "tirar" músicas de forma rápida e eficiente.
Público-alvo: estudantes da música, baixistas iniciantes ou avançado e músicos em geral. Serão oferecidas 10 vagas, para alunos a partir de dez anos. É necessário ter conhecimento mínimo do braço do instrumento e formação de acordes.

BIRA DA VILA LANÇA CD

O CANTOR E COMPOSITOR E AMIGO BIRA DA VILA LANÇA SEU PRIMEIRO CD DIA 08/06/2010 NO RIO.
click na imagem p/ maiores informações.
Para quem estiver passando por lá, é uma boa pedida.

Saiba como comprar o seu ingresso, antecipadamente, através o e-mail:
http://br.mc1127.mail.yahoo.com/mc/compose?to=biradavila@click21.com.br
Mais sobre o artista:"O cantor e compositor Ubirajara Silva de Souza, mais conhecido como Bira da Vila São Luiz, nasceu dia 8 de janeiro de 1963, na Vila São Luiz, Duque de Caxias-RJ. O Pai, Seu Jair, foi a primeira fonte de inspiração – devido ao andar gingado de malandro de S. Jair, aos 14 anos Bira prestou uma homenagem ao pai e compôs seu primeiro samba "O Malandrinho". Bira da Vila foi apadrinhado pelo amigo e maior ídolo artístico Luiz Carlos da Vila, com quem possui uma forte parceria musical. Teve "Sorriso de Banjo", sua primeira composição, gravada por Jovelina Pérola Negra no disco "Vou na Fé" de 1993. No ano de 2002, numa parceria com Riko Dorilêo, compôs "Ventos da Liberdade", que é considerada o Hino da libertação de Angola e é tocada até hoje nas principais rádios do país. Bira é citado no Dicionário Cravo Albim da Música Popular Brasileira, na biografia de Zeca Pagodinho e no livro "Heranças do Samba" de Aldir Blanc, Hugo Sukman e Luis Fernando Vianna. Zeca gravou a música "Então Leva", composição de Bira em parceria com Luiz Carlos da Vila, que está presente no ultimo disco de Zeca Pagodinho" (divulgação).

O Fórum da Música de Minas Gerais convida o setor musical para um importante encontro

No próximo dia 26 de maio - quarta-feira - às 19 horas no Teatro da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa o Fórum da Música de Minas Gerais convida o setor musical e a imprensa para um debate sobre a descontinuidade do programa Música Minas.
O Fórum da Música de Minas vem a público externar sua grande preocupação com a situação imposta à produção cultural mineira pela Secretaria de Cultura do Estado de Minas Gerais. Baseada num parecer da Advocacia Geral do Estado, esta Secretaria travou todos os repasses de verbas para os programas de apoio à cultura de Minas Gerais.
Desta forma, encontram-se estagnadas importantes ações que vinham sendo desenvolvidas, com resultados expressivos e convincentes como o conveniamento do programa Mais Cultura (aí incluídos cerca de 300 Pontos de Cultura) e o Programa Música Minas, em sua segunda edição. Esta posição da SEC, na interpretação de uma norma baixada pelo TSE, interrompe a continuidade das principais ações culturais do Estado e a nosso ver fere a Constituição, por conferir ao TSE um poder legislativo que absolutamente não lhe cabe.
O subjetivismo das interpretações do Governo de Minas e a literalidade nem um pouco sábia da AGE, ao mesmo tempo em que inibem as réplicas objetivas – já que outros estados vêm realizando inúmeros convênios da mesma natureza e o próprio Governo de Minas renovou o convênio com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais - que temos apontado como bases para um diálogo mais produtivo e que leve à rápida solução desse impasse.
Dessa forma frustram toda uma categoria social organizada ao interromper pura e simplesmente, de forma unilateral e autocrática, os importantes compromissos que o Fórum da Música de Minas havia assumido internacionalmente. É bom enfatizar que tais compromissos foram firmados, primeiro, em decorrência do sucesso inegável do Programa Música Minas em seu primeiro ano de implementação e, em seguida, a partir da declaração explícita feita em público pelo então Secretário de Estado da Cultura, Sr. Paulo Brant, que, com todas as letras, em assembléia do setor realizada em dezembro de 2009, garantiu, diante de centenas de artistas e produtores culturais, a continuidade do Programa.

O mais grave é que os acordos internacionais anteriormente firmados, como a participação de artistas mineiros em feiras internacionais e rodadas de negócio estão sendo descumpridos, com o péssimo ônus de perdermos credibilidade e passarmos por irresponsáveis e levianos diante do mundo, uma a vez que não existe a mínima condição de cumprirmos tais acordos internacionais sem o concurso dessas verbas previamente comprometidas pela SEC.
Queremos deixar claro que consideramos a interpretação da norma do TSE, ora em vigor dentro da SEC, despropositada, por levar ao absurdo de termos que parar todas as ações culturais do Estado a cada dois anos, pois todos sabemos que esta é a periodicidade de eleições no Brasil. Basta dizer que tais orçamentos fazem parte do planejamento do Estado para o ano de 2010 e estão disponíveis para o conveniamento em rubricas específicas, passando longe de qualquer doação eleitoreira, a que se refere a norma do TSE.
Certos de que o bom senso finalmente prevalecerá sobre tais interpretações subjetivas e casuísticas, os participantes das cinco entidades organizadas que compõem o Fórum da Música de Minas e que representam quase a totalidade da classe musical do Estado, convocam todos os interessados a se manifestarem e exercerem pressão legal e positiva sobre o governo do Estado, para que voltem a vigorar imediatamente a inteligência e a lógica.
As eleições livres e democráticas são uma conquista inestimável da população e não podem servir de pretexto para estagnar a criatividade e capacidade do artista mineiro. A Cultura não pode parar.
O Fórum da Música de Minas é formado por cinco entidades organizadas da cena musical mineira: a AAMUCE - Associação dos Amigos do Museu Clube da Esquina, a AMMIG - Associação dos Músicos de Minas Gerais, a COMUM - Cooperativa da Música de Minas Gerais, o FEM - Fora do Eixo Minas e a SIM - Sociedade Independente da Música.

Serviço:

Encontro do Fórum da Música com o setor musical
Data: 26 de maio de 2010 - quarta-feira
Horário: 19 horas
Local: Teatro da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa – Praça da Liberdade, 21 – Lourdes

visite http://musicaminas.blogspot.com/

DÓRIS EM Sta TEREZA


Samba Santê apresenta a cantora Dóris e Banda toda sexta, as 21hs, com a participação de DJ'S.
Local: Recanto da Seresta - Pça Duque de Caxias, 120-Sta. Tereza.
click na imagem p/ ampliar.

terça-feira, 11 de maio de 2010

MANGUEIRA VEM DE NELSON CAVAQUINHO PARA O CARNAVAL 2011.


A Mangueira escolheu como enredo de 2011, o grande compositor mangueirense Nelson Cavaquinho e a sinopse p/ aqueles que quiserem concorrer e mesmo conhecer um pouco da vida deste mestre, encontra-se no link: http://www.mangueira.com.br/mangueira/
O enredo é uma colaboração da grande interprete do autor, Beth carvalho, juntamente com Sergio Cabral e desenvolvido pela comissão de carnaval.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Ataque a Comunidade Quilombola de Mangueiras

"Amigos recebi esses dois informativos sobre mais uma medida autoritarista e burra do nosso querido prefeito mais que imperfeito Márcio Lacerda. Agora ele quer mudar a lei de ocupação do solo para beneficiar alguns poucos empresários e construir abrigos para Copa 2014! Até aí tudo bem o problema é que para isso serão destruídos 6 milhões de metros quadrados de área de preservação em Belo Horizonte e 29 nascentes e isso tudo no quintal da já defasada área que pertence a Comunidade Quilombola de Mangueiras (vejam texto em anexo). Mais uma vez os interesses sociais sendo rechaçados em prol de interesses privados..."
Na última Sexta-Feira, dia 09 de Abril, a Prefeitura de Belo Horizonte protocolou uma emenda substitutiva ao Projeto de Lei 820/09 (que altera a Lei de Uso e Ocupação do Solo) que é, no mínimo preocupante:
Neste substitutivo, a PBH promove o maior atentado às áreas verdes da história de BH. Nele, a lei que garante o status de área de preservação ambiental da Mata das Borboletas é revogada e é nele que também se encontra a operação urbana que acaba com 60% da Mata do Planalto.
Como se isso não fosse o suficiente para protestar, o Prefeito Márcio Lacerda ainda protocolou, no apagar das luzes, a "Operação Urbana Regional Isidoro", que é a intenção de construir um conjunto com 75 mil apartamentos na maior área de preservação ambiental de Belo Horizonte - a Mata do Isidoro (também conhecida como Granja Werneck).
A Operação Urbana do Isidoro acabará com 6 milhões de metros quadrados de área de preservação em Belo Horizonte e suprimirá 29 nascentes no processo. Pior, além de criar um déficit ambiental, esta operação ainda sobrecarregará as contas públicas e piorará substantivamente a qualidade de vida de quem mora em BH.
Repasse este em forma de e-mail a todos que você conhece.
É importante lembrar que como a PBH protocolou uma emenda, esta não pode ser modificada, pode apenas ser derrotada pelos vereadores em plenário, o que torna ainda mais difícil nossa luta.""

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Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas – FAFICH
Núcleo de Estudos de Populações Quilombolas e Tradicionais – NuQ/UFMG

Quilombo de Mangueiras, em Belo Horizonte, pode ser impactado pela Copa de 2014
O Quilombo Urbano de Mangueiras, em Belo Horizonte , com processo avançado de titulação junto ao INCRA, está ameaçado por um projeto de urbanização da Prefeitura do Município de Belo Horizonte. O projeto apresenta como uma de suas justificativas a construção de alojamentos para a Copa do Mundo de 2014, uma Vila da Copa.
Em 2008 uma equipe de antropólogos da UFMG elaborou um detalhado Relatório Antropológico de Caracterização Histórica, Econômica e Sociocultural do quilombo (uma verdadeira etnografia com mais de 200 páginas) que integra o processo de RTID do INCRA, já publicado no DOU. Parte do perímetro de cerca de 20 hectares pleiteado é hoje terra da família Werneck, uma influente família na cidade, que detém uma grande área não urbanizada na região. O espaço que até pouco tempo era desvalorizado, por estar em uma das regiões mais pobres de Belo Horizonte e devido ao seu relevo acidentado, se tornou em poucos anos cobiçado pelo mercado imobiliário, diante de realização de empreendimentos públicos, principalmente após a construção do novo Centro Administrativo do Governo Estadual, localizado a cerca de 5 quilômetros da Comunidade Quilombola de Mangueiras.
A família entrou com contestação ao Relatório Antropológico junto ao INCRA, há quase um ano, mas o recurso ainda está em análise. Simultaneamente, esta mesma família tem negociado junto com outros empreendedores e a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, um projeto de urbanização da região lançado com grande euforia no final de março, na mídia local.
Para a viabilização do empreendimento, a prefeitura propôs a alteração da Lei de Uso e Ocupação do Solo para a região, que já se encontra em discussão na Câmara de Belo Horizonte. Em uma das matérias de um jornal local, a atuação entre prefeitura e empreendedores privados tem sido chamada de “operação urbana consorciada”, pois em troca da aprovação desse novo zoneamento, os empreendedores se comprometeriam em financiar infraestrutura e equipamentos públicos para este “novo espaço”. Com as mudanças, a permissão para construir na área aumentaria de 16,3 mil para 72 mil unidades habitacionais, um aumento de 440% da capacidade atual, com estimativa de custo de 7,7 bilhões. No acordo também faz parte o empréstimo de 3 mil unidades habitacionais para abrigar a Vila Olímpica durante a Copa do Mundo de 2014 (Jornal Estado de Minas, 28/03/2010, p.26-27).
Tanto o novo zoneamento da região, quanto a proposta do empreendimento, desconsideram o processo de titulação da Comunidade de Mangueiras junto ao INCRA. Os dois parecem considerar apenas a atual posse do grupo e não o território pleiteado, embora a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte tenha sido devidamente notificada pelo INCRA sobre o processo de regularização territorial em curso. Sobre parte desse território está prevista a criação de uma RPPN e a construção de uma via “pública”, com 16 pistas, no moldes da Avenida Antônio Carlos, nesta capital.
Núcleo de Estudos Sobre Quilombos e Populações Tradicionais – NuQ/UFMG Av. Antônio Carlos, 6627 -Pampulha -Belo Horizonte -MG CEP 31270-901 -FAFICH -Sala 4150 -Fone: +55 (31) 3409.6304
Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas – FAFICH Núcleo de Estudos de Populações Quilombolas e Tradicionais – NuQ/UFMG
O receio é que, em pouco tempo, comecem as obras de urbanização dentro do perímetro pleiteado, prejudicando de modo irrecuperável o direito ao território do Quilombo de Mangueiras. Tal risco é ainda maior diante dos fortes interesses imobiliários envolvidos no caso, bem como do fato do projeto vir atrelado às obras preparatórias para a Copa do Mundo de 2014, o que pode fazer com que prazos e embargos que deveriam ser respeitados venham a ser facilmente ignorados.
Cabe destacar que o Quilombo já vinha sendo pressionado pela ocupação urbana desordenada à sua volta, com graves prejuízos ambientais. O fato, contudo, de um projeto oficial de ocupação ser lançado sem considerar o pleito territorial da comunidade quilombola ali existente é ainda mais grave e demanda medidas urgentes de proteção.
Mangueiras
A comunidade Quilombola de Mangueiras é composta por 19 famílias residentes em 15 casas. Todos descendentes do casal de lavradores negros, Cassiano e Vicência, na segunda metade do século XIX, anterior a criação da cidade de Belo Horizonte.
Esse casal, junto com seus 12 filhos, utilizavam estas terras para seu sustento e para a reprodução do seu modo de vida, em uma área de aproximadamente 8 alqueires, cerca de 387 mil metros quadrados. Do território original o grupo hoje vive em cerca de 17 mil metros quadrados, dos quais, cerca de 90% apresentam fortes restrições ambientais devido a forte aclividade da área e das inúmeras nascentes de água.
Histórico de Invisibilidade
Este grupo tem sofrido processos contínuos de invisibilidade. Apesar do grupo possuir uma territorialidade centenária, a história oficial da cidade não a considera. Sua presença sempre fora invizibilizada por outros grupos sociais presentes na mesma região, portanto, não é de se estranhar que a instalação da família Werneck na região, por volta da década de 20, tenha transformado a então Região do Isidora em região da Granja Werneck.
O registro do auto-reconhecimento pelo Estado Brasileiro em dezembro de 2005, e o processo de titulação realizado pelo INCRA, parece não ter sido suficiente para que os empreendimentos realizados nos últimos anos considerasse a existência desse grupo social e considerasse medidas que resguardassem sua territorialidade frente aos impactos gerados por tais empreendimentos. Só nesses últimos anos foram pelo menos 4 grandes empreendimentos no chamado “vetor norte” de Belo Horizonte, a maioria, realizada pelo governo do Estado de Minas Gerais: o fortalecimento do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, a duplicação da MG-10, conhecida por Linha Verde, a construção do novo Centro Administrativo do Estado de Minas Gerais e a duplicação da MG-20 que subtraiu parte de seu território.
Como a história parece se repetir, a comunidade foi surpreendida pelo anuncio desse novo empreendimento, que segundo os jornais, tem sido negociado a mais de um ano. Durante esse tempo a comunidade não foi convidada para participar de nenhuma discussão sobre o projeto. Um dos maiores desafios do grupo ao longo do último ano foi o de tentar inserir no
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endereçamento oficial da cidade, o Quilombo de Mangueiras, e assim poder registrar sua Associação. Enquanto isso uma das matérias publicadas afirma que a área é uma das “últimas áreas livres” de Belo Horizonte, ou ainda que ela pertenceria a alguns poucos proprietários.
Nessa semana, ainda sob o impacto da morte de sua liderança histórica e presidente da Associação Quilombola de Mangueiras, o Sr Valter Silva, representantes da comunidade se reuniram com o Procurador da República em Minas Gerais , Dr. José Jairo Gomes, que ficou de estudar o caso. Esperamos que o Ministério Público atue de forma que prevaleça o interesse social da proteção de um território étnico seja resguardado frente ao interesse privado, por maior que ele seja.
Para além desta frente junto ao Ministério Público Federal, nós antropólogos e pesquisadores associados do Núcleo de Estudos de Populações Quilombolas e Tradicionais NuQ/UFMG pedimos apoio na divulgação desta moção e na luta das comunidades tradicionais pela permanência em seus territórios.
Belo Horizonte, 12 de abril de 2010
Núcleo de Estudos Sobre Quilombos e Populações Tradicionais – NuQ/UFMG Av. Antônio Carlos, 6627 -Pampulha -Belo Horizonte -MG CEP 31270-901 -FAFICH -Sala 4150 -Fone: +55 (31) 3409.6304
Recebido por e-mail do amigo Marçal.