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segunda-feira, 26 de abril de 2010

TERREIRO GRANDE e CRISTINA BUARQUE cantam Candeia * LANÇAMENTO NACIONAL CD‏






“Terreiro Grande e Cristina Buarque cantam Candeia”
em novo show de Lançamento Nacional de seu novo cd em Belo Horizonte
Data: 1º de maio de 2010
Horário: Abertura às 15hs, exibição do documentário Terreiro Grande às 15:30.
Logo em seguida, começa a apresentação de uma grande roda de samba.
Na entrada, degustação da legítima e premiada cachaça mineira “Áurea Custódio”
Entrada: R$20,00 * Ingressos vendidos no dia do show, a partir das 10hs.
Local: CentoeQuatro, na Praça Rui Barbosa, 104, Centro, Belo Horizonte.
Estacionamento próprio * Av. Santos Dumont, 218
R$5,00 com serviço de acompanhamento até seu veículo
Info: 3222-6457 www.myspace.com/lilianmacedo

A cantora Cristina Buarque e o grupo Terreiro Grande fazem em Belo Horizonte o lançamento nacional do disco “Terreiro Grande e Cristina Buarque cantam Candeia”. A apresentação será no CentoeQuatro, em 1º de maio de 2010. O show será dedicado às canções do compositor Candeia (1935-1978) e terá um formato diferente: músicos e cantora estarão em uma mesa, no meio do público, para que seja formada uma grande roda de samba. Antes, haverá a exibição do documentário “Terreiro Grande”, sobre a reunião do grupo de amigos em torno do samba.
O projeto do disco de Cristina com o Terreiro surgiu a partir de um convite do pesquisador João Baptista Vargens para o relançamento de sua biografia sobre o compositor, intitulada Candeia, luz da inspiração. A primeira apresentação, realizada inicialmente em São Paulo , no mês de fevereiro passado, foi um grande sucesso, com três dias de ingressos esgotados no Teatro FECAP. O espetáculo resultou na gravação do segundo CD reunindo Cristina e o Terreiro Grande, que chega agora ao público.
Compositor de importância fundamental na escola de samba Portela, Candeia foi também uma das maiores lideranças que o samba teve, figurando ao lado de Paulo da Portela no panteão máximo daquela escola. Fundador da Escola de Samba Quilombo, um marco da luta contra a descaracterização do carnaval, Candeia é hoje uma das mais importantes referências de uma nova geração de sambistas, que tem no Terreiro Grande um de seus principais representantes.
“Candeia tem uma importância incalculável. Dentro do samba, enquanto movimento, foi o primeiro a se mobilizar em prol da participação do sambista no processo de criação, de dominação e de controle absoluto sobre a arte por ele mesmo criada”, diz Renato Martins, do Terreiro Grande, que continua: “Candeia foi um sambista completo. Bom compositor, bom partideiro e bom ritmista, fora tudo isso que já foi abordado. É um dos mais respeitados nomes do samba. Deixou uma obra invejável gravada e uma obra inédita enorme”.
Neste espetáculo, Cristina Buarque e o Terreiro Grande trabalham a fundo em mais uma pesquisa para trazer ao público pérolas inéditas ou desconhecidas, além de clássicos imortais como Dia de graça e Portela é uma família reunida (com Monarco); sambas-enredo como Riquezas do Brasil (com Waldir 59); e partidos-altos como Que me dão pra beber.
O grupo Terreiro Grande traz amigos que cantam e tocam sambas pouco conhecidos dos compositores antigos ligados à escola de samba. Eles vêm do Grêmio Recreativo Tradição e Pesquisa Morro das Pedras, da periferia de São Paulo, fundado em abril de 2001 e que encerrou as atividades em dezembro de 2006. Sobre os “meninos”, Cristina Buarque diz: “Uma roda de samba com eles pode durar 8 horas sem repetir o repertório. A música, para eles, é alegria e diversão – todos trabalham em outras áreas – e não existe aquela vaidade e hipocrisia tão comuns hoje em dia”.
No palco, Renato Martins (agogô e voz), Edinho (cavaquinho e voz), Roberto Didio (surdo e voz), Lelo (violão e voz), Luizinho (pandeiro e voz), Eri (caixa de fósforo e voz), Tuco (cavaquinho e voz), Jorge (tamborim e voz), Bocão (voz), Neco (reco-reco e voz), Pereira (tamborim e voz), Careca (tamborim e voz), Cardoso (violão e voz), Alfredo Castro (cuíca e voz), Buião (voz) e Marcelo Cabeça (voz) unem-se à voz de Cristina Buarque para uma grande homenagem ao samba tradicional, sua cultura e história contada através das músicas de Candeia.
Para os shows, Cristina Buarque e o Terreiro Grande prepararam um imenso repertório com canções de Candeia. São elas:

Samba da antiga / Viver / Canção da liberdade / Nova Escola / Dia de Graça / Falsa inspiração / Vem prá Portela / Portela é perfume da flor / O ideal é competir / Portela é uma família reunida / Riquezas do Brasil / Legados de D. João VI / Brasil panteão de Glórias / Saudade / Criança Louca / Ilusão perdida / Foi ela / Saio de casa e vou pra rua / Não vem que assim não dá / Que me dão pra beber / Meu dinheiro não dá / Partido da Clementina / Vida apertada / Os Lírios / Miragens do deserto / Peso dos anos / Felicidade é ser gente / Já fui Feliz / Não é bem assim / Magna Beleza / Amor Oculto / Atendendo o apelo / Era quase madrugada / Não se vive só de orgia / Deixa de zanga / Brinde ao Cansaço / Prece ao Sol / A hora e a vez do samba / Chorei, Chorei / Vai pro lado de lá / A volta / Alegria Perdida / Sou mais o samba / Sinhá Sinhá / Regresso / Expressão do teu olhar / Apoteose / Samba livre / Faz de conta.

DOCUMENTÁRIO “TERREIRO GRANDE”


Ficha técnica
Terreiro Grande (2009, 63 min.)
Direção, produção e roteiro - Zeca Ferreira
Direção de fotografia - Pedro Urano
Som - Renê Brasil
Som adicional - Pedro Moreira (Paquetá)
Edição - Lulu Corrêa e Zeca Ferreira

Sinopse:
O filme se abre para os bastidores de um grupo de amigos unidos em torno do amor ao samba, sobretudo o samba de terreiro antigo, ligado às escolas de samba tradicionais do Rio de Janeiro. São trabalhadores comuns, homens do povo, gente que encontrou na música produzida por compositores igualmente humildes uma forma de expressão que traduz, ainda hoje, o cotidiano das classes pobres urbanas do Brasil. Os preparativos para um de seus raros shows são o mote inicial do documentário sobre a rapaziada paulista do Terreiro Grande, e ali já se pode sentir a força do encontro com o espírito desse gênero da música brasileira.Da coletividade de onde saem abraços, letras de improvisos e uma sonoridade harmoniosa e candente, emergem reflexões apuradas sobre a música popular e a história do país, sobre o peso compressor da indústria cultural, sobre a riqueza das referências melódicas e poéticas do samba e a necessária militância por uma cultura ligada aos pobres, aos dominados e explorados."

Link para amostra documentário
http://www.youtube.com/watch?v=58_XWNLhX2k

3 comentários:

Anônimo disse...

este cd ficou muito ruim a gravação esta com som legal mas as vozes são muito desafinadas, deveriam ter vergonha de fazer algo assim o mestre candeia deve ter se revirado no caixão com essa vergonha. o minimo que deveriam ter era um cuidado de colocar pessoas que saibam cantar direito. De positivo realmente foram as musicas do mestre ineditas que a cristina trouxe, por que ficar regravando musicas como na maioria que tiveram nesse disco musicas que todos ja estão cansados de ouvir. Pra mim este grupo terreiro grande é um monte de melão que não compõe e não contribuem em nada com a cultura do samba, além de ser paga pau dos cariocas.

Anônimo disse...

Realmente tambem achei que o cd poderia ser melhor... a voz dessa mulher eh pessima, muito ruim mesmo... jah quando os kras cantam ficam legal, mais ela eh pessima...

Marcio Canciones disse...

PArece que o cidadão que escreveu isso aí não se interessa por música de verdade. Aqueles que amam a música, no caso o samba, se preocupam sobretudo com o repertório, e como o Terreiro Grande, na forma (forma+conteúdo entende?) está fantástico. Ou preferes as cantorinhas que não desafinam e tem a voz própria para o mercado? Nenhuma outra cantora é tão intensa quanto a Cristina, no sentido de viver o samba. Cite alguma cantora que tem o repertório próximo ao da Cristina, falar que ela canta mal é uma crítica absurda e sem fundamento. Muitos compositores antigos e atuais não cantam muito bem , nem por isso seus trabalhos são imoprestáveis. Portanto, vá treinar seu ouvido, ele anda bem regredido (pois quem fala da qualidade da gravação não se dá ao luxo de ouvir Wilson, Geraldo, Noel, Pixinguinha e outros no vinilzão). No minimo é algum revanchista paulista. Samba é Brasil, não é estado.
Quinteto e Berço do Samba mandam bem independente se fossem do Rio ou São Paulo.