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quinta-feira, 22 de abril de 2010

TERESA CRISTINA COM NOVO TRABALHO


Gravado ao vivo em show realizado no dia 27 de outubro de 2009, no teatro do Espaço Tom Jobim, no Rio, com direção musical do mestre Paulão 7 Cordas, este é o trabalho mais autoral de Teresa, em que predominam canções compostas por ela.

"Teresa Cristina é a dama do samba contemporâneo. Estrela da Lapa – sua história se confunde com a revitalização, a partir da década de 1990, desse celeiro cultural carioca –, a moça, com seu canto elegante e vigoroso, conquistou crítica e imenso público. Já são clássicos os discos que ela, acompanhada pelo grupo Semente, dedicou à obra de Paulinho da Viola.Queimou a língua quem tachou Teresa de tradicionalista, de excessivamente acomodada ao samba de terreiro. Melhor assim – ao vivo, novo trabalho da artista, comprova: esta moça é bamba – e não só ao microfone. Compositora talentosa, ela assina 10 das 26 canções apresentadas no show realizado em outubro, no Rio de Janeiro, registrado em DVD e CD pela EMI.Teresa honra o legado de Dona Ivone Lara e de Jovelina Pérola Negra: compõe com a mesma competência com que canta. “Menina/ Vem viver a vida/ Firme e decidida, como Deus bem quer/ Quem sabe essa é tua sina/ Para dormir menina e acordar mulher/ Cuidado com a sinceridade/ Já mataram a verdade e eu não li no jornal/ Que o mal dessa gente miúda/ É fazer da palavra glorioso punhal”, dizem os versos dela no acalanto Lembrança. Outra dela, Capitão do mato, namora o baião para homenagear os orixás e reafirmar a reverência da autora ao sagrado. Convite à tristeza é de deixar orgulhosa a pioneira Leci Brandão.Brejeiramente, Teresa interpreta o fox A história de Lily Braun (Edu Lobo-Chico Buarque) e faz releitura particular de A felicidade, clássico de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, os pais da bossa nova. A moça não se afoga na onda das boas cantoras que se metem a compor, fragilizando seu repertório e insistindo em “empurrar” canções de próprio punho. Com sua discretíssima elegância, evita as caras, bocas e poses fashion que vêm marcando a carreira de algumas colegas. Faz graciosos trejeitos – escolada, depois de críticas à sua postura “estátua”, no início da carreira –, mas deixa claro: está ali para ser ouvida, não para estrelar performances. Resumindo: tem gogó, régua e compasso. Quem duvidar pode tirar a prova dos noves em Morada divina, composta por ela e pelo craque Arlindo Cruz."

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