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segunda-feira, 26 de abril de 2010

NA CADÊNCIA DO SAMBA* (Por Mestre Afonso)

Diz com muita propriedade o meu amigo e irmão Marilton Borges, que existem apenas dois tipos de música, música boa e música ruim. E aqui temos que lembrar que esta máxima serve para todo gênero musical. Partindo daí vou logo para a minha praia que é o samba. Como bem disse Vinícius de Moraes: “Fazer samba não é contar piada, quem faz samba assim não é de nada, o samba é uma forma de oração”. Falou e disse Seu Vinícius. Pena que muita gente faz samba ou faz do samba uma forma de irritar aqueles que verdadeiramente lutam pela poesia, pela harmonia, pela causa e pelo engrandecimento. Dos compositores aos “comprositores”, muita água suja passa debaixo da ponte da nossa arte maior. E aqui não entro nessa besteira de falar em samba de raiz, porque tivemos muita porcaria no passado, assim como no presente, e com certeza no futuro.
Sei que muita gente vai ficar magoada, mas não é essa a minha intenção. Quero apenas apresentar o belo, jamais me esquecendo que várias outras belezas existem pela cidade de Belo Horizonte. Hoje quero falar do grupo “Na Cadência do Samba”, ou melhor, quero falar daquela fantástica roda de samba que acontece todos os domingos no Terreiro de Jorge, São Jorge, terreiro do Serginho Divina luz, Rua Maria Francisca, 375 – Bairro São Marcos – 17hs, aos domingos.
Em primeiro lugar lá acontece o respeito a todos os artistas. Forma-se uma roda tendo como base o Grupo Na Cadência do Samba, devidamente energizada por Marina Gomes e Arthur Carvalho, derrama-se pelas cordas e couros sentimentos, saudades, vontades, sonhos sonhados, e sonhos vividos... A pureza que emana do propósito do encontro nos enche de felicidade e orgulho. Felicidade em saber que “podam-se os galhos, colhem-se as frutas e outra vez se semeia, e no fim desse labor, surge outro compositor com sangue novo nas veias”, como falou Cartola. O orgulho é de ver gente de várias classes sociais e idades, pisando com a força da resistência aquele humilde chão de terra batida. Eles fazem do samba sua bandeira: corpos suados, rostos vibrantes, emoção à flor das peles. O carinho e respeito com que todos me tratam não podem ser esquecidos. Pedidos de benção, beijos em minhas mãos, amor saindo pelos poros e pingando na alma, minha alma.
Quando sou chamado para cantar, meu cantar é interior. É o mosaico de mim mesmo, minhas alegrias e tristezas vividas: amigos que hoje moram em outro plano, sonhos que se tornaram ou não realidade, entendimento que o tempo tingiu de branco os meus poucos cabelos, mas que a alma continua jovem pela força daquela gente. Sei que meu tempo está se esgotando, que um dia serei apenas saudade, mas sei também que ajudei a plantar as sementes do samba e do bem. Ser chato e exigente às vezes faz parte da construção. Mas graças a Deus jamais carreguei a bandeira da falsidade, da omissão ou da desonestidade, falo o que penso. Amém!
O samba termina às 21 horas, respeitando a boa vizinhança. Tomo mais uma, saio devagar, vou até o carro sorvendo o gosto daqueles incríveis momentos. Muitas vezes na solidão do caminho, minha mente se volta para o Criador. Deus me conduz pelas mãos, lágrimas de alegria escorrem pelo meu rosto. A vida passa pela minha mente, humildemente sinto o gosto do dever cumprido. Lembro-me de beijos no rosto dados pelo Jorginho Pintor e pelo “Primo”. Lembro-me da minha roda de amigos, Bartô, Maristela, Carlos e Alzira, lembro-me de tantos abraços e beijos recebidos, sinto-os como flores colhidas no quintal do amor.
Muito obrigado a todos!
Obrigado, meu Deus, pela honra e a glória de ter nascido sambista.
mestreaffonso@bol.com.br Blog: http://mestreaffonsozip.net/
*Afonso Marra Filho, o Mestre Affonso, é natural de Belo Horizonte. Músico, produtor, radialista, colunista, está imerso no mundo do samba há 50 anos. Como diretor de Bateria, é detentor de vinte notas dez e vários Tamborins de Ouro, maior premiação individual no Carnaval de Belo Horizonte. Há seis anos, é colaborador do Programa Acir Antão, como repórter do samba, na Rádio Itatiaia, todos os domingos. A partir de agora passa também a colaborar com esse blog. Toda sexta-feira, a COLUNA DO MESTRE AFFONSO oferece dicas de rodas de samba, conta histórias e causos e passa um pouco de sua experiência.

TERREIRO GRANDE e CRISTINA BUARQUE cantam Candeia * LANÇAMENTO NACIONAL CD‏






“Terreiro Grande e Cristina Buarque cantam Candeia”
em novo show de Lançamento Nacional de seu novo cd em Belo Horizonte
Data: 1º de maio de 2010
Horário: Abertura às 15hs, exibição do documentário Terreiro Grande às 15:30.
Logo em seguida, começa a apresentação de uma grande roda de samba.
Na entrada, degustação da legítima e premiada cachaça mineira “Áurea Custódio”
Entrada: R$20,00 * Ingressos vendidos no dia do show, a partir das 10hs.
Local: CentoeQuatro, na Praça Rui Barbosa, 104, Centro, Belo Horizonte.
Estacionamento próprio * Av. Santos Dumont, 218
R$5,00 com serviço de acompanhamento até seu veículo
Info: 3222-6457 www.myspace.com/lilianmacedo

A cantora Cristina Buarque e o grupo Terreiro Grande fazem em Belo Horizonte o lançamento nacional do disco “Terreiro Grande e Cristina Buarque cantam Candeia”. A apresentação será no CentoeQuatro, em 1º de maio de 2010. O show será dedicado às canções do compositor Candeia (1935-1978) e terá um formato diferente: músicos e cantora estarão em uma mesa, no meio do público, para que seja formada uma grande roda de samba. Antes, haverá a exibição do documentário “Terreiro Grande”, sobre a reunião do grupo de amigos em torno do samba.
O projeto do disco de Cristina com o Terreiro surgiu a partir de um convite do pesquisador João Baptista Vargens para o relançamento de sua biografia sobre o compositor, intitulada Candeia, luz da inspiração. A primeira apresentação, realizada inicialmente em São Paulo , no mês de fevereiro passado, foi um grande sucesso, com três dias de ingressos esgotados no Teatro FECAP. O espetáculo resultou na gravação do segundo CD reunindo Cristina e o Terreiro Grande, que chega agora ao público.
Compositor de importância fundamental na escola de samba Portela, Candeia foi também uma das maiores lideranças que o samba teve, figurando ao lado de Paulo da Portela no panteão máximo daquela escola. Fundador da Escola de Samba Quilombo, um marco da luta contra a descaracterização do carnaval, Candeia é hoje uma das mais importantes referências de uma nova geração de sambistas, que tem no Terreiro Grande um de seus principais representantes.
“Candeia tem uma importância incalculável. Dentro do samba, enquanto movimento, foi o primeiro a se mobilizar em prol da participação do sambista no processo de criação, de dominação e de controle absoluto sobre a arte por ele mesmo criada”, diz Renato Martins, do Terreiro Grande, que continua: “Candeia foi um sambista completo. Bom compositor, bom partideiro e bom ritmista, fora tudo isso que já foi abordado. É um dos mais respeitados nomes do samba. Deixou uma obra invejável gravada e uma obra inédita enorme”.
Neste espetáculo, Cristina Buarque e o Terreiro Grande trabalham a fundo em mais uma pesquisa para trazer ao público pérolas inéditas ou desconhecidas, além de clássicos imortais como Dia de graça e Portela é uma família reunida (com Monarco); sambas-enredo como Riquezas do Brasil (com Waldir 59); e partidos-altos como Que me dão pra beber.
O grupo Terreiro Grande traz amigos que cantam e tocam sambas pouco conhecidos dos compositores antigos ligados à escola de samba. Eles vêm do Grêmio Recreativo Tradição e Pesquisa Morro das Pedras, da periferia de São Paulo, fundado em abril de 2001 e que encerrou as atividades em dezembro de 2006. Sobre os “meninos”, Cristina Buarque diz: “Uma roda de samba com eles pode durar 8 horas sem repetir o repertório. A música, para eles, é alegria e diversão – todos trabalham em outras áreas – e não existe aquela vaidade e hipocrisia tão comuns hoje em dia”.
No palco, Renato Martins (agogô e voz), Edinho (cavaquinho e voz), Roberto Didio (surdo e voz), Lelo (violão e voz), Luizinho (pandeiro e voz), Eri (caixa de fósforo e voz), Tuco (cavaquinho e voz), Jorge (tamborim e voz), Bocão (voz), Neco (reco-reco e voz), Pereira (tamborim e voz), Careca (tamborim e voz), Cardoso (violão e voz), Alfredo Castro (cuíca e voz), Buião (voz) e Marcelo Cabeça (voz) unem-se à voz de Cristina Buarque para uma grande homenagem ao samba tradicional, sua cultura e história contada através das músicas de Candeia.
Para os shows, Cristina Buarque e o Terreiro Grande prepararam um imenso repertório com canções de Candeia. São elas:

Samba da antiga / Viver / Canção da liberdade / Nova Escola / Dia de Graça / Falsa inspiração / Vem prá Portela / Portela é perfume da flor / O ideal é competir / Portela é uma família reunida / Riquezas do Brasil / Legados de D. João VI / Brasil panteão de Glórias / Saudade / Criança Louca / Ilusão perdida / Foi ela / Saio de casa e vou pra rua / Não vem que assim não dá / Que me dão pra beber / Meu dinheiro não dá / Partido da Clementina / Vida apertada / Os Lírios / Miragens do deserto / Peso dos anos / Felicidade é ser gente / Já fui Feliz / Não é bem assim / Magna Beleza / Amor Oculto / Atendendo o apelo / Era quase madrugada / Não se vive só de orgia / Deixa de zanga / Brinde ao Cansaço / Prece ao Sol / A hora e a vez do samba / Chorei, Chorei / Vai pro lado de lá / A volta / Alegria Perdida / Sou mais o samba / Sinhá Sinhá / Regresso / Expressão do teu olhar / Apoteose / Samba livre / Faz de conta.

DOCUMENTÁRIO “TERREIRO GRANDE”


Ficha técnica
Terreiro Grande (2009, 63 min.)
Direção, produção e roteiro - Zeca Ferreira
Direção de fotografia - Pedro Urano
Som - Renê Brasil
Som adicional - Pedro Moreira (Paquetá)
Edição - Lulu Corrêa e Zeca Ferreira

Sinopse:
O filme se abre para os bastidores de um grupo de amigos unidos em torno do amor ao samba, sobretudo o samba de terreiro antigo, ligado às escolas de samba tradicionais do Rio de Janeiro. São trabalhadores comuns, homens do povo, gente que encontrou na música produzida por compositores igualmente humildes uma forma de expressão que traduz, ainda hoje, o cotidiano das classes pobres urbanas do Brasil. Os preparativos para um de seus raros shows são o mote inicial do documentário sobre a rapaziada paulista do Terreiro Grande, e ali já se pode sentir a força do encontro com o espírito desse gênero da música brasileira.Da coletividade de onde saem abraços, letras de improvisos e uma sonoridade harmoniosa e candente, emergem reflexões apuradas sobre a música popular e a história do país, sobre o peso compressor da indústria cultural, sobre a riqueza das referências melódicas e poéticas do samba e a necessária militância por uma cultura ligada aos pobres, aos dominados e explorados."

Link para amostra documentário
http://www.youtube.com/watch?v=58_XWNLhX2k

sexta-feira, 23 de abril de 2010

DOMINGO A RODA CONTINUA NO QUINTAL DO DIVINA LUZ

AOS DOMINGOS "A RODA" CONTINUA FIRME NO BAIRRO SÃO MARCOS, QUINTAL DO DIVINA LUZ COM MUITA CERVA GELADA, MUITA ALEGRIA O VELHO SAMBA MARAVILHOSO APRESENTADO E PARTICIPAÇÕES ESPECIALÍSSIMAS.

Rua Maria Aparecida,375 - São Marcos
Ônibus 3501A
17:00hs. (Estamos a partir de domingo que vem (02/05) antecipando em 1(uma) hora o horário de início, será as 16:00hs.)

MARINA GOMES NO BAR CULTURA MINEIRA.(24/04/2010)

Neste sábado 24/04, Marina Gomes faz o samba no Bar Cultura Mineira no bairro Califórnia.
O bar é muito gostoso, pode-se tomar a cerveja embaixo da sombra da arvore ou para ficar na varanda coberta.
Quintal, cerveja gelada, tiro gosto, samba e gente bonita, mistura perfeita para o sábado no fim da tarde.

Cultura Mineira
Rua Sebastião Fernandes Brandão, 65, California (Velho)
16 horas
Entrada:5,00

CAPIM SECO RECEBE MARINA GOMES (23/04/2010)



Nesta sexta, 23/04/2010, dia de São Jorge o Grupo Capim Seco recbe como convidada a cantora e compositora Marina Gomes, no estúdio B.

click na foto p/ info.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

UCA, TIMBUCA, DANADA, MALVADA, ESQUENTA PEITO, ESFRIA SOL*(Por Mestre Afonso)

Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo. Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse. Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou. O que fazer agora? A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor. No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado. Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo. Resultado: o azedo do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente. Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome PINGA. Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de ÁGUA-ARDENTE. Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar. E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo. (História contada no Museu do Nordeste). Não basta beber, tem que conhecer!!!
Que lindo o nosso folclore, quantos casos e causos nesses brasis brasileiros. E Minas: congada, marujada, jongo mineiro, poetas, músicos, pintores, escultores, etc. Temos cultura demais jorrando entre as montanhas. O que não temos é quem valorize e promova essa cultura à altura do que ela merece. Tudo por aqui é difícil. Embora algumas cidades de Minas Gerais prestigiem a cultura, Belo Horizonte, se deixarmos, vira o túmulo dela. Aqui nada pode ser feito, nada é preservado, a história não existe, a má vontade com a cultura popular é a bandeira de alguns dos nossos habitantes e a maioria dos nossos dirigentes políticos. Acabaram com os campos de futebol de várzea, a música incomoda, nossas manifestações culturais populares são jogadas para os cantos da cidade. Poucos são os que falam em criação de espaços, o que mais ouvimos é o discurso da extinção pura e simples. A cidade dos bares está virando a cidade do silêncio, do desemprego noturno, da falta de oportunidades para os menos favorecidos. Passear pelo centro à noite é uma verdadeira temeridade, o que podemos encontrar são os perigos que nos cercam. Perigos estes na maioria das vezes proporcionados por crianças e jovens que por falta de oportunidades, fazem dos caminhos da marginalidade sua opção de vida. Já temos até skinheads, é mole ou quer mais?
Existe solução? Existe sim. Como é feito em várias cidades do país, deveríamos encarar a cultura, principalmente a cultura popular, como fonte de profissionalismo, turismo e rendas. Deveríamos, como fez a cidade de São Paulo, que hoje tem um dos melhores carnavais do país, contratar profissionais capacitados para nos ajudar a desenvolver projetos de alta visibilidade. Falo sempre em carnaval porque esta festa é hoje em grande parte do país, uma fonte inesgotável de possibilidades: fonte de empregos, fonte de opções e desenvolvimento profissional.
Mas não basta querer fazer, é preciso saber fazer. Tentativas foram feitas com simpósios e outras coisas mais, mas nenhuma delas deu resultados porque tudo foi feito amadoristicamente, sem projetos, sem direcionamento. Pessoas importantes aqui estiveram, mas ninguém tirou proveito das suas palestras, porque em Belo Horizonte não existe, nem por parte das agremiações e nem por parte do poder, nenhum planejamento.
Folclore é vida, é história, é um dos principais pilares da formação de um povo.
Obrigado, meu Deus, pela honra e a glória de ter nascido sambista.
mestreaffonso@bol.com.br
Blog: mestreaffonsozip.net/

TERESA CRISTINA COM NOVO TRABALHO


Gravado ao vivo em show realizado no dia 27 de outubro de 2009, no teatro do Espaço Tom Jobim, no Rio, com direção musical do mestre Paulão 7 Cordas, este é o trabalho mais autoral de Teresa, em que predominam canções compostas por ela.

"Teresa Cristina é a dama do samba contemporâneo. Estrela da Lapa – sua história se confunde com a revitalização, a partir da década de 1990, desse celeiro cultural carioca –, a moça, com seu canto elegante e vigoroso, conquistou crítica e imenso público. Já são clássicos os discos que ela, acompanhada pelo grupo Semente, dedicou à obra de Paulinho da Viola.Queimou a língua quem tachou Teresa de tradicionalista, de excessivamente acomodada ao samba de terreiro. Melhor assim – ao vivo, novo trabalho da artista, comprova: esta moça é bamba – e não só ao microfone. Compositora talentosa, ela assina 10 das 26 canções apresentadas no show realizado em outubro, no Rio de Janeiro, registrado em DVD e CD pela EMI.Teresa honra o legado de Dona Ivone Lara e de Jovelina Pérola Negra: compõe com a mesma competência com que canta. “Menina/ Vem viver a vida/ Firme e decidida, como Deus bem quer/ Quem sabe essa é tua sina/ Para dormir menina e acordar mulher/ Cuidado com a sinceridade/ Já mataram a verdade e eu não li no jornal/ Que o mal dessa gente miúda/ É fazer da palavra glorioso punhal”, dizem os versos dela no acalanto Lembrança. Outra dela, Capitão do mato, namora o baião para homenagear os orixás e reafirmar a reverência da autora ao sagrado. Convite à tristeza é de deixar orgulhosa a pioneira Leci Brandão.Brejeiramente, Teresa interpreta o fox A história de Lily Braun (Edu Lobo-Chico Buarque) e faz releitura particular de A felicidade, clássico de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, os pais da bossa nova. A moça não se afoga na onda das boas cantoras que se metem a compor, fragilizando seu repertório e insistindo em “empurrar” canções de próprio punho. Com sua discretíssima elegância, evita as caras, bocas e poses fashion que vêm marcando a carreira de algumas colegas. Faz graciosos trejeitos – escolada, depois de críticas à sua postura “estátua”, no início da carreira –, mas deixa claro: está ali para ser ouvida, não para estrelar performances. Resumindo: tem gogó, régua e compasso. Quem duvidar pode tirar a prova dos noves em Morada divina, composta por ela e pelo craque Arlindo Cruz."

terça-feira, 20 de abril de 2010

AMANHÃ É DIA DO 2º PAGODE DO LEITÃO.

NO QUINTAL DO SERGINHO DIVINA LUZ, ACONTECE NESSA QUARTA-FEIRA, 21/04 O 2º SAMBA DO LEITÃO, ONDE SERÁ SORTEADO UM LEITÃO VIVO. A FESTA SERÁ ANIMADA PELO EXCELENTE GRUPO NA CADÊNCIA DO SAMBA E COMEÇA AS 15:00hs.
RUA MARIA APARECIDA,375 - SÃO MARCOS
ÔNIBUS 3501A

HOJE TEM SAMBA NO CARTOLA BAR

HOJE NA COMEMORAÇÃO DOS 16 ANOS DO CARTOLA BAR, TEM SAMBA E DA MELHOR QUALIDADE. A PARTIR DAS 21:00hs SE APRESENTAM POR LÁ NADA MAIS, NADA MENOS QUE WILSON MOREIRA E NOCA DA PORTELA JUNTAMENTE COM MARCELO ROXO, O ANFITRIÃO.
Ingresso: R$ 18. Mais informações: 3464-9778 ou http://www.cartolabar.com.br/
Rua Vila Rica 1168 - Caiçara

ACORDA BELOTUR* (Mestre Afonso)


Uma das minhas maiores alegrias, aí eu fico mesmo todo cheio, é quando meu nome é rejeitado para participar de comissões de carnaval ou para fazer parte da direção de qualquer órgão representativo das nossas entidades carnavalescas. E fico feliz, porque quando meu nome é citado para assumir algum cargo, alguém sempre se opõe dizendo que sou muito rigoroso, que não faço concessões. Melhor ouvir isto do ser chamado de capacho ou desonesto. Quando ajudo um político, faço-o porquê acredito que ele possa fazer alguma coisa pela causa do samba. Se divulgo, como colaborador, há seis anos na Rádio Itatiaia, no Programa Acir Antão, os sambas da cidade – sem cobrar nada de ninguém – faço-o como aqui nesta coluna, por amor ao samba e para colaborar com aqueles que fazem do samba sua subsistência. Sou intransigente, não abro portas para os que se aproveitam das fraquezas (aberturas) do samba de BH, para tirar proveitos apenas pessoais. Não sou contra quem ganha dinheiro com o samba, mesmo não sendo do meio. Os que me incomodam profundamente são aqueles, e aqui incluo até alguns profissionais do samba, que só fazem dele apenas uma escada para suas às vezes delirantes visões. Esses eu não engulo mesmo. São, na minha ótica, pessoas ou entidades nocivas que causam ao samba todos os prejuízos possíveis.

Na minha ótica, a maior culpada das derrotas do nosso carnaval é a BELOTUR. Durante 12 anos sofremos na pele a desorganização, o desconhecimento da matéria e até o preconceito de alguns diretores da empresa. A incompetência foi tanta, que sequer, em 12 anos, conseguiram fazer um regulamento digno ou formatar um desfile que se tornasse espetáculo. Sempre jogaram essas responsabilidades para os presidentes das entidades representativas das escolas de samba e dos blocos caricatos, que às vezes não sabem cuidar nem das suas próprias agremiações. E a coisa é tão séria, que existem “presidentes” que sequer são bem recebidos nas comunidades que dizem dirigir.

O tempo passou, temos uma nova administração, mas a BELOTUR continua quase a mesma, mudou um pouco porque hoje podemos notar maior interesse por parte dos seus diretores. Mas os erros se repetem. Já estamos em abril, nenhuma reunião pública foi feita, um monte de situações estão acontecendo por baixo do pano para tentar minimizar os erros, a Belotur não sabe fazer carnaval. E já que não sabe fazer carnaval, porque não contratar uma assessoria profissional, que inclusive diminuiria os custos do carnaval belo-horizontino?

No caso dos regulamentos a coisa vira piada quando colocam apenas UM jurado para julgar cada quesito. Se o jurado não gostar ou gostar de uma agremiação, está com a faca e o queijo para prejudicá-la ou ajudá-la, como aconteceu em 2008 e 2009. O mesmo jurado deu nota 10 para uma comissão de frente que sequer esteve na avenida e no outro ano, deu nota 9,5 para uma camisa amarrada em um pedaço de pau. Aqui não culpo a agremiação, problemas acontecem. Mas aceitar a incompetência por parte do jurado e de quem o escolheu por duas vezes, aí já é outra conversa. E o pior é que esses jurados são escolhidos ou aceitos, no caso das escolas de samba, pelo presidente do SAMBADEZ, que também é presidente de uma das nossas escolas de samba. Esta é uma, apenas uma, das dezenas de aberrações existentes no nosso carnaval. Carnaval da vergonha, das arrumações e da irresponsabilidade.

Obrigado, meu Deus, pela honra e a glória de ter nascido sambista.


Por Mestre Afonso.

NILTON MARAVILHA

NILTOM MARAVILHA ENTROU "NA RODA"

O samba sempre agregou pessoas, ritmos e tendências. Temos do samba-funk ao samba-rock. Mas ontem, domingo, no Quintal Divina Luz, na casa do Serginho do bairro São Marcos, o cantor Nilton Maravilha provou que o Clube da Esquina Milton Nascimento também dá samba. Lógico! Estamos na terra de Lô, Beto Guedes, Fernando Brant, Toninho Horta, Bituca e quem mais chegar à esquina das ruas Divinópolis e Paraisópolis, em Santa Teresa.Mas são raros os momentos em que o movimento se faz presente nas rodas da cidade. Alguns mais da antiga defendem que o Clube da Esquina (ao lado do rock, do pop e outras ondas dos anos 80) abafou o samba produzido na cidade
Pois Nilton Maravilha desafiou o público e "A RODA" a seguirem o trem azul. Em sua canja, fez Maria,Maria (Milton Nascimento e Fernando Brant) quase á capela. A mulherada, principalmente, foi junto em um forte coro. Mas Maravilha foi além e recitou Quem sabe isso quer dizer amor (Lô Borges e Márcio Borges), já com a levada do tan tan, pandeiro e surdo. "A RODA" foi junto e a partir daí, só emoção, surpresa e um final feliz.

Do blog de Zu moreira.

CIDADÃO DE BH


Hoje, às 19h30, no Plenário Amynthas de Barros, da Câmara Municipal, Mozart Secundino de Oliveira, ou Seu Mozart, o “xodó da galera”, recebe o título de Cidadão Honorário de Belo Horizonte, uma iniciativa do vereador Arnaldo Godoy.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

UM BEIJO... SÓ UM BEIJINHO.

Tudo começa com um bom beijo... Seja um amor verdadeiro, uma inesperada e arrebatadora paixão ou um lance casual. Mas, ele também pode revelar o fim de um romance. Um beijo morno, sem vontade, significa que as coisas não vão lá muito bem entre os parceiros. O fato é que beijar faz bem à alma, à saúde e, de quebra, traz diversos benefícios para o nosso corpo, pois beijar emagrece!
De acordo com dados de uma pesquisa realizada no Brasil, uma pessoa comum passa 20.160 minutos, ou seja,14 dias da sua vida beijando. Mas, se você quiser dar a desculpa de que está apenas se exercitando, fique à vontade! Um beijo de língua movimenta 29 músculos, sendo 17 deles da própria língua. O melhor é que estes movimentos ajudam no combate ao envelhecimento precoce.
E para quem está de dieta, a melhor dica é mesmo apimentar a relação beijando MUITO! Alguns estudiosos estimam que um beijo prolongado gaste entre 12 e 14 calorias. Quer maneira mais prazerosa de queimar estas vilãs?
Além disso, esta é uma arma poderosa no combate ao estresse. Uma pessoa apaixonada tem seu corpo invadido por várias substâncias como a fenietilamina, que está ligada a sensações de amor, dopamina, ligada à emoção amorosa, e as endorfinas, ligadas ao prazer. É por isso que, durante um beijo, os batimentos cardíacos podem aumentar de 70 para 150 batimentos por minuto.

Boa Semana e BEIJEM MUIIIIIITO....

quarta-feira, 14 de abril de 2010

CURRAL DO SAMBA* (Por Mestre Afonso)

Tem gente que está chegando agora e não conhece o passado. Infelizmente Belo Horizonte, principalmente na área do samba, não preserva sua história, não valoriza as sementes que ajudaram a construir o mosaico do que vivemos hoje. Eu poderia citar dezenas de nomes importantíssimos da nossa história e garanto que a memória ainda me trairia. Nosso samba sempre foi muito rico.

O ano era 1979, os grupos de samba, apesar da discriminação que sempre existiu, invadiam a cidade com uma qualidade musical respeitada em todo o país. Eram muitos os grupos de samba, mas os espaços (casas de samba) eram limitados. Para se ter uma idéia do que estou falando, eram poucos os espaços freqüentados por pessoas de nível social mais elevado. O bar do grande Lagoinha que ficava na Álvares Cabral e o bar do Déco, na Pampulha. Muralha, no Gutierrez, e Primeira Bateria, na Avenida Barbacena, também eram casas muito prestigiadas. Havia mais umas poucas, das quais infelizmente a memória não me ajuda a lembrar os nomes, mas eram poucas. No mais, ou os grupos tocavam nos clubes ou então naquelas rodas de samba que fazíamos pelas esquinas.

Surge um novo espaço, no que na época era considerado muito distante, longe mesmo, lá no Bairro São Paulo, antes chamado de Matadouro. Isto porque lá anteriormente existia o Curral do Matadouro Municipal. O curral fechou e no mesmo local surgiu o Curral Bar. O dono, Reinaldo Avelar da Silva, o Reinaldo Cabecinha, filho de um dos primeiros moradores do lugar, recebia no bar os amigos, pendurava as contas dos fregueses, quebrou quatro vezes. Um dia, num papo entre o Reinaldo e o Barbanache do Pandeiro, surgiu a idéia de um pagode aos sábados. A coisa deu certo. Do sábado passaram para o domingo e o couro comeu solto. Era um chão de terra batida que foi coberto por uma velha lona de circo. Quando chovia tínhamos que colocar os pés sobre as cadeiras para não molhar os sapatos. O ambiente era simples, mas o samba era da melhor qualidade. Chegamos a fazer rodas com mais de 20 músicos onde todos cantavam e todos os instrumentos eram ouvidos com total educação musical. Aos domingos todos os sambistas profissionais que estivessem de folga se sentiam na obrigação de dar uma chegada no terreiro.

A coisa foi crescendo, a adesão dos sambistas da cidade e de outros estados foi total, começaram a surgir os artistas. Por lá passaram o Neguinho da Beija-Flor, Jovelina Pérola Negra, Bezerra da Silva, Arlindo Cruz e tantos outros grandes nomes do samba. Isto naquele tempo em que o sambista podia ver seus ídolos de pertinho. Ingresso barato, cerveja gelada, tira-gosto da melhor qualidade, mulheres bonitas, o ambiente era tudo que queríamos, era uma terra de bambas.

Hoje o ambiente é completamente diferente, mas o samba rola em forma de projetos feitos pelo Reinaldo e pelos sambistas. Existe um espaço para shows, mas o forte é a gravação de CD,s para músicos de menor poder aquisitivo. Mas esta já é outra história que pretendemos transformar em livro (com muitas fotos) para eternizar, na medida do possível e no alcance da memória, todos aqueles que pisaram aquele chão abençoado pelos nossos antepassados.

O “Curral do Samba” é imortal nas mentes dos sambistas da antiga e hoje, com outras diretrizes, é um meio de oportunidades para vários gêneros musicais e uma possibilidade de futuro para os que estão chegando, compositores e intérpretes.

Obrigado, meu Deus, pela honra e a glória de ter nascido sambista.

mestreaffonso@bol.com.br

++> Eu tive o prazer de conhecer nos áureos tempos.

CARTOLA BAR - 16 ANOS

Uma das boas casas de samba de BH, comemora 16 anos recebendo dois grandes sambistas: Noca da Portela e Wilson Moreira que serão recepcionados por Marcelo Roxo (Fidelidade Partidária)

20 de abril - 21:00hs.
click na imagem.

PERFIL DO SAMBISTA:

WILSON MOREIRA.
Nascido em 12 de dezembro de 1936, criado no bairro de Realengo. Wilson herdou de sua família a cultura musical. Seus pais e avós adoravam se divertir ao som de ritmos africanos como o jongo, caxambú e o calango. Sua mãe, como o seu pai, era grande defensora das tradições musicais africanas.
Aos 9 anos, perdeu o pai e teve de trabalhar para ajudar em casa, mesmo assim persistiu na escola. Foi então vendedor de amendoim, cocada, entregador de marmita, engraxate, guia de cego e mais tarde seria guarda de presídio, profissão que o acompanharia por cerca de 35 anos.
O samba era a sua grande paixão. Com 12 anos já observava atentamente o batuque das escolas de samba. Passou a compor e logo seria diretor de alas e um dos primeiros integrantes da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel onde integrava a ala dos compositores e a bateria (começou oficialmente na Mocidade aos 15 anos). Tímido, foi preciso que o amigo sambista Paulo Brasão o encorajasse a mostrar suas músicas e a se apresentar publicamente. Seu primeiro samba-enredo, "Bahia", parceria com Ivan Pereira, foi um sucesso. Outro famoso samba-enredo seu, "As Minas Gerais", foi muito elogiado pelo mestre Ary Barroso.
Aos 29 anos gravou o seu primeiro compacto, passando a ser gravado por grandes intérpretes da MPB. Em 68 transferiu-se para a Portela onde encontraria grandes parceiros e amigos como Paulinho da Viola, Candeia, Natal e muitos outros, fazendo da escola sua bandeira.
Integrou também conjuntos como Cinco Só, Turma do Ganzá e Partido em Cinco. Grande partideiro, entre seus maiores sucessos estão "Mel e Mamão com Açúcar" e "Senhora Liberdade", ambos de parceria com o sambista Nei Lopes. A parceria foi uma das mais bem sucedidas da história do samba, rendendo dois discos antológicos. O primeiro, "A Arte Negra de Wilson Moreira e Nei Lopes", lançado em 80, contém clássicos como "Goiabada Cascão" e "Gostoso Veneno". O segundo, "O Partido (Muito) Alto de Wilson Moreira e Nei Lopes", de 1985, traz "Fidelidade Partidária" e "Eu Já Pedi", entre muitos outros.
Em 1986 gravou o primeiro álbum individual, "Peso na Balança". Wilson fez dois discos especialmente para o mercado japonês pela gravadora japonesa Bomba Records: "Peso na Balança" e "Okolofé". Estes discos contavam com grandes instrumentistas brasileiros.Teve suas músicas gravadas por uma infinidade de estrelas da música brasileira: Clara Nunes, Elizete Cardoso, Candeia, Alcione, Beth Carvalho, Jair Rodrigues, Emílio Santiago, Martinho da Vila, D. Ivone Lara, Jovelina Pérola Negra, Zélia Duncan, Djavan, Sandra de Sá, Dudu Nobre, Leny Andrade, Elza Soares, Moacir Luz, Jorge Aragão, Dobrando a Esquina e Pau de Braúna e muitos outros.
Em 97 Wilson Moreira sofreu um derrame que o deixou parcialmente imobilizado. Diversos shows foram realizados pelos colegas sambistas, com objetivo de arrecadar fundos para o tratamento do cantor e compositor, que mostrou boa recuperação.

NOCA DA PORTELA .
Nascido em Minas mas carioca por adoção, começou a tocar violão cedo com o pai, que era professor do instrumento. Compôs sambas para diversos blocos, agremiações carnavalescas e escolas de samba antes de ingressar na Portela, levado por Paulinho da Viola, em 1967. Nesse mesmo ano lançou uma de suas músicas mais famosas, "Portela Querida" (com Picolino e Colombo). Membro da ala dos compositores, classificou seus sambas em concursos e teve músicas gravadas por MPB-4, Eliana Pittman, Alcione, Maria Bethânia e outros, totalizando mais de 300 composições gravadas. Continua compondo para a Portela. Os sambas-enredo de 1985 ("Recordar É Viver") e 1998 ("Os Olhos da Noite") são seus, em parceria com outros compositores. Outros sucessos são "Capital do Samba", "Isto Tem que Acabar" (com Mauro Duarte), "Aos Pés do Altar" (com Nélson Gonçalves), "Ilumina", "Recordar É Viver" (com Edir/ Jorge Careca/ Poli), "Virada" (com Gilper), sucesso de Beth Carvalho), "É Preciso Muito Amor" (com Tião de Miracema), "Caciqueando", "Nossas Senhoras Meninas" (com Toninho Nascimento) e "Minha Missão" (com Adauto Megalha). Se apresenta com a Velha Guarda da Portela, onde atua como intérprete também.

BRUNO CASTRO


Bruno Castro, 33 anos, cavaquinista, cantor e compositor é carioca nascido na Penha e criado no Méier.
Desde muito novo demonstrava interesse pela música, exercitando-se em esporádicas composições ou simplesmente cantando na escola para colegas e professores. Sua mãe, amante da boa música, escutava discos, dos mais variados estilos. Seu pai, que lhe deu o primeiro cavaquinho e pediu que seu saudoso primo, Dinho de Niterói, lhe ensinasse os primeiros passos no instrumento, freqüentava as rodas de samba do Bloco Carnavalesco Cacique de Ramos , e era muito amigo de Bira Presidente, um dos fundadores e maiores expoentes do movimento.
Bruno iniciou sua carreira profissional tocando em bares e clubes do subúrbio de Pilares como cavaquinista do grupo “Melhor Estar”. Ao ingressar , na Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ, conheceu músicos e estilos diferentes formando o grupo “Café Pingado”.
No mesmo período estudou música com o professor Maurício Verde que lhe foi apresentado pelo compositor Nei Lopes em uma roda de samba comandada por Noca da Portela, no centro do Rio, às segundas feiras , ampliando, assim, seus conhecimentos, principalmente nos estilos samba e choro. Ainda na Universidade, foi convidado, juntamente com os componentes do grupo Café Pingado, a ingressar na Cia. Folclórica do Rio da UFRJ, sediada à escola de Educação Física, como membro do corpo de músicos. Lá, vivenciou manifestações musicais de todo o Brasil e fez diversas apresentações e temporadas no Brasil e no exterior, representando a Universidade.
Em 1997, já formado , foi convidado por Maurício Verde a substituí-lo na banda da cantora e compositora Dona Ivone Lara com a qual excurcionou por todo o Brasil, Europa, África, América do Norte e América Central e da qual é componente até hoje.Participou do espetáculo “Damas Negras do Samba” onde teve oportunidade de acompanhar as cantoras Carmen Costa, Alaíde Costa, Áurea Martins e Leci Brandão. Com o saudoso produtor Albino Pinheiro , trabalhou no projeto “Seis e Meia” do teatro João Caetano com a cantora Dona Ivone Lara e no projeto “Choro às Sete”, na Assembléia Legislativa, com a cantora Ademilde Fonseca.A carreira de compositor tornava-se cada vez mais intensa.
Nesse período, Bruno Castro teve a oportunidade de trabalhar com compositores consagrados do universo do samba, tais como: Délcio Carvalho, Wanderson Martins, Carlos Caetano, Marquinhos PQD, Serginho Procópio, Franco e Adalto Magalha. O trabalho junto a compositores experientes representou um grande aprendizado na carreira de Bruno Castro, que, em 2001 encontra, na parceria de Dona Ivone Lara, a realização de um grande sonho.Em 2003, com Dona Ivone Lara, alcança o quarto lugar no concurso “Fábrica do Samba”, realizado pelo IABC, com a música “Razão e Nostalgia” que, mais tarde, seria gravada pela cantora Alcione. Participou com o conjunto “Toca de Tatu” de diversos trabalhos no corredor cultural da Lapa em casas como : Bar Semente, Café Cultural Sacrilégio, Carioca da Gema , Dama da Noite entre outros.
No mesmo período começa a ter suas obras gravadas com mais intensidade por diversos artistas como : Zeca Pagodinho, Dona Ivone Lara, Cordão do Boi tá-tá, grupo Toque de Prima, grupo Estatuto do Samba, grupo Nosso Canto, Quarteto em CY. É citado no livro “Heranças do Samba” de Aldir Blanc, Hugo Sukman e Luís Fernando Vianna como autor que preserva e da continuidade ao trabalho desenvolvido pelos grandes mestres do samba como: Cartola, Nelson Cavaquinho, Dona Ivone Lara, Candeia, dentre outros.Concorre como compositor e intérprete em 2005, no 22o Festival de Música de Alegre – ES, alcançando o 4o lugar, com a música “Universidade do Samba”, tema que homenageia os principais compositores do Bloco Carnavalesco Cacique de Ramos.
Lançou em 2006 o seu primeiro CD solo independente entitulado " Bruno Castro" que teve ótima aceitação de público e crítica sendo avaliado por diversos veículos de comunicação tradicionais no Rio de Janeiro e São Paulo (Revista Isto é, Jornal O Globo, Folha de São Paulo e Jornal O Dia). O show de lançamento do CD aconteceu no Teatro Rival no Rio de Janeiro tendo sua lotação esgotada e contando com especialíssimas participações de Dona Ivone Lara, Luís Carlos da Vila, Cia Folclórica da UFRJ e Thaís Motta. Bruno Castro tem feito diversos lançamentos no Rio de Janeiro e viajado também para outros estados brasileiros fazendo divulgação do CD e mostrando num espetáculo primoroso as nuances cariocas de seu repertório crítico e bem humorado.
RECEBI O CD DE BRUNO CASTRO ATRAVÉS DO SEU SITE NA INTERNET. INFELIZMENTE NÃO CHEGAM AS LOJAS DE BELO HORIZONTE OS BONS DISCOS DE SAMBA. ( RETIRANDO DESSE BOLO A LOJA "TREM AZUL", QUE VENDE BONS DISCOS A PREÇOS RAZOÁVEIS.)

O FERIADO ESTÁ AÍ E COM ELE O 2º SAMBA DO LEITÃO

Quarta-feira, 21/04/2010, acontece o 2º Pagode do Leitão, onde será sorteado um Leitão vivo.
O samba fica a cargo do grupo "NA CADÊNCIA DO SAMBA", com alguns convidados na tradicional canja. Muita cerveja gelada e bom tira-gosto a partir das 15:00hs.
Rua Maria Aparecida, 375 - Bairro São Marcos
ônibus 3501A
Info.: (31) 9154-4195
Ajuda para comprar o leitão: R$12,00.

DÓRIS E BANDA NO CONTORNO MINEIRO




Click na imagem.


Contorno Mineiro em sua "Quinta do Balangandã" apresenta dia 15/04 a grande DÓRIS. Confiram.

PROJETO SALA DE VISITA APRESENTA


SAMBA DE QUINTAL
Origem: Morro das Pedras - Belo Horizonte
Contato: Evandro Luis Silva de Melo - (31) 8646-0579
No início de 2007, um grupo de jovens amigos de Belo Horizonte, pesquisadores apaixonados pelo samba de raiz, começa a promover encontros casuais e itinerantes. Esses encontros regados a muito samba eram realizados em quintais de casas de pessoas ligadas ao samba nos arredores do Morro das Pedras, Barreiro e Bairro Universitário.
Dessas reuniões nasce o Projeto Samba de Quintal, que realiza animadas rodas de samba onde os participantes mostram suas composições.A notícia do projeto se espalha e começam a surgir convites para shows. Cada vez mais pessoas são agregadas ao projeto. Surge, então, a necessidade de se formalizar a equipe. Enfim, no dia 30 de setembro daquele ano, nasce o grupo Samba de Quintal, no aglomerado Morro das Pedras, periferia da zona oeste de Belo Horizonte.
A “cozinha” do Samba de Quintal é formada por Evandro Mello, voz e cavaco; Betinho Moreno, voz e violão; Hamilton Ferreira, voz e pandeiro; Teko Rodrigues, voz e percussão geral; Juninho de Sousa, Tantan; Nego Bruno, reco-reco; Ian Bergman, repique de anel e de mão e, no surdo, Rodrigo Alves.
O grupo conta também com as participações especiais dos experientes músicos Léo Pretão (cavaquinho), Marcinho Dias (banjo) e Gustavo Monteiro no violão sete cordas. A ala de compositores do grupo tem o quarteto Evandro Mello, Betinho Moreno, Nego Bruno e Juninho de Sousa. Esse lado autoral tem influências de artistas como Roberto Ribeiro, Cartola, Candeia, Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Noel Rosa, Fundo de Quintal, Dona Ivone Lara, Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho.
O Samba de Quintal, em suas apresentações, faz um passeio pela história do samba, que vai desde nomes consagrados, como Cartola, Candeia e Roberto Ribeiro, a grupos contemporâneos como Fundo de Quintal e Revelação. Sempre colocando temperos que trazem à tona suas raízes, o grupo encanta o público com uma mistura de ritmos e uma batucada típica de rodas de samba além de mostrar as músicas do próprio grupo.
Desde a sua criação, o Samba de Quintal já se apresentou em diversos centros de entretenimento e eventos em Belo Horizonte e região.

PROJETO SALA DE VISITA:
LOCAL: CASA DO ESTUDANTE - Getúlio Vargas, 85-Savassi
DATA: 30/04 AS 22:00hs.
COUVERT: 15,00 M / 10,00 F.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

AJUDA AO RIO

Samba solidário no Espaço Cultural Coisas da Antiga.

Nesta sexta-feira, dia 09/04, o Grupo Choro Malandro dá seu recado com um motivo especial:
a ajuda ao próximo!
Leve um produto não perecível (água - mantimentos - higiene pessoal, roupas, etc), para doação as vitimas das chuvas em Niterói e ganhe desconto no ingresso!!
Av. Ewerton Xavier, 3360(antiga Av. Central) - Itaipu- Niterói.(21) 2703-3330.
A partir das 22h.
Ingressos: R$ 15 e R$10 (com doação) ...
E no sábado, dia 10/04, as arrecadações continuam.
Quem comanda a roda solidária é a Família do Samba
A partir das 22h
Ingressos: R$ 10 (com ou sem doações)

LUIZA DIONIZIO


No show do cd “Devoção”
Dia 14/04– Terça e Quarta – às 19h30Adicionar imagem
Luiza Dionizio não é, como se já fosse pouco, apenas a maior cantora inédita em disco do Brasil. Não é somente a melhor voz de uma Lapa cheia de vozes novas. Não é só a bola da vez. Nem aquela cantora que quem é malandro mesmo já identificou. Senão pergunte ao poeta Wilson Moreira (“o brilho de uma linda cor com toda a virtuosidade”), consulte tecnicamente a professora Fátima Guedes (“É uma das cantoras mais elegantes e exatas que eu conheço Ou, ainda, lembre de quem é a voz que o genial Luiz Carlos da Vila gostava tanto de ouvir nos seus momentos de entrega total à música, fora dos holofotes, num quintal da Vila da Penha natal de ambos...
Devoção apresenta um repertório escolhido cuidadosamente, Luiza faz um retrato da música carioca contemporânea. É, como disse, o retrato de uma utopia, a do samba como algo vivo, vibrante, atual como o canto dela. O primeiro disco de Luiza, cuidadosamente gestado nos últimos anos e ansiosamente esperado pelo mundo do samba, explica essa utopia. Lança, por exemplo, um samba que já nasce clássico e que encarna mesmo a utopia: “Vila da Penha”. Trata-se de uma parceria de um autor consagrado, Luiz Carlos da Vila, com um jovem promissor, Luiz Carlos Máximo, de quem Luiza é a principal intérprete.
O disco joga uma luz muito especial sobre a figura de Luiz Carlos Máximo, compositor da nova geração que, como Luiza, é bola da vez, já ganhou dois sambas da Portela mas ainda não foi cuidadosamente observado fora do meio. É dele a sinuosa melodia do samba choro “Velho amigo”, feito sobre soneto de Paulo César Pinheiro em homenagem a Aldir Blanc, e que comprova seu talento musical. É dele também letra e música de “Conceição da Praia”, emocionante homenagem à santa de devoção de Luiza.
Voce que está de partida p/ o Rio, vá conferir a bela voz de Luiza Dionizio!
Participação especial: Fatima Guedes
Serviço:Teatro Rival Petrobras
Dia 13 e 14/04– Terça e Quarta – às 19h30
Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia
Preço:R$ 30,00 (Inteira)R$ 20,00 (Os 100 primeiros pagantes)R$15,00 (Meia)
Classificação: 16 anos

PROGRAMAÇÃO DO CONSERVATÓRIO UFMG.





12 -PROJETO PIZINDIN - Choro no Palco - SEGUNDA-FEIRA - 20:00 - R$ 15,00
Os ingressos serão vendidos no dia do show a partir das 19hs.
Meia entrada conforme a lei.

Show em Homenagem a Mozart e Sampaio

13 - PARA TODOS - TERÇA-FEIRA - 20:30 - R$ 10,00
Os ingressos serão vendidos no dia do show a partir das 19hs.
Meia entrada conforme a lei.

Grupo de Samba Capim Seco


14 - QUARTA CULTURAL - QUARTA FEIRA - 12:30 - ENTRADA FRANCA
Magia do Djembe
Expressõs do tradicional instrumento africano
Mamour Ba - Djembe
Elhadji Cheikh - Percussão
Conservatóio UFMG - Av. Afonso Pena, 1534 - Tel:(31) 3409-8300 - Fax:(31) 3409-8333

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Capim Seco"samba muderno"

Hoje o Capim Seco estréia no Butiquim de sto Antônio as 21:00.
Local: Butiquim Santo AntônioEndereço: Rua Leopoldina, 415, Santo Antônio

Horário: 21h
Valor: R$15
Informações: 3297.3846
Cartões: Visa e Mastercard

Visite Capim Seco em: http://capimseco.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

SAMBA DO LEITÃO

Vem aí mais um samba do leitão.

No dia 21/04/2010, a partir das 15:00hs, feriado, será realizado a 2ª roda de samba onde será sorteado um leitão vivo. O ganhador escolhe entre levar abatido ou não.

o "SAMBA DO LEITÃO 2" será realizado à rua Maria Aparecida, 375 - Bairro São Marcos.(Quintal do Divina luz) e contará com a participação do grupo "NA CADÊNCIA DO SAMBA e Convidados".

Ônibus=>3501A
Info.: (31) 9154-4195 / 8775-9709

SAMBA DE UMA NOTA SÓ*(Por Mestre Afonso)

(coluna de Mestre Afonso, retirada do blog de Zu Moreira no Jornal o Tempo.)

O telefone toca, atendo, e do outro lado um sambista faz suas queixas. Conta-me que foi passado para trás em uma casa de samba. A dona do estabelecimento, que havia combinado repassar integralmente o dinheiro da portaria para o grupo, quando viu a casa cheia resolveu mudar o rumo da prosa, e ofereceu – pegar ou largar - apenas 50% da portaria para a rapaziada, segundo o que me relatou o sambista. Como já estou calejado e não ouvi o outro lado da conversa, ou seja, a dona da casa de samba, eu fiquei na minha. Não divulguei e nem dei opinião sobre o assunto.

Já vi este fato acontecer mil vezes, inclusive comigo quando eu era um jovem músico. Mas depois que aprendi um pouco da vida, entendi que o que protege o profissional é o contrato (bem feito) onde as partes são preservadas. Assim como conheço donos de casas aproveitadores, conheço também músicos irresponsáveis, gente que desonra e empobrece a classe.

A grande verdade é que aqui em Belo Horizonte, falando da maioria, os músicos corretos, ninguém tem segurança de nada. O amanhã é uma incógnita e o futuro a Deus pertence. E aqui não vou entrar naquela de acusar a OMB (Ordem dos Músicos do Brasil), porque penso que os dois lados pecam: Ordem e músicos. O que sei com certeza é que nessa briga entre o mar e o rochedo, quem paga a conta são os mariscos, os músicos. Tem gente que toca quatro horas para receber um cachê de dez reais, tem gente que sequer recebe um lanche ou jantar digno no fim do trabalho, tem gente que é vista nos pontos de ônibus às quatro da manhã, sem o dinheiro do leite para seus filhos.

A maioria dos músicos não gosta da política e dos políticos, mas como a vida é política, essa maioria de músicos fica fora de qualquer contexto: sem força, sem caminhos, sem amparo. Tenho visto músicos doentes, trabalhando com sacrifício sem saber o que vai acontecer amanhã. A solução seria a mudança de postura. Debates sérios, busca de ajuda de advogados e juristas, enfim, a classe musical deveria cair na realidade e buscar os meios que possam protegê-la de verdade. De nada adianta ficar reclamando se não temos norte algum. Músico é profissional e como tal tem que se portar em todos os momentos, principalmente lutando por melhorias na sua profissão, que também é, em muitos casos, a profissão de seus filhos e netos.

Voltando ao início do papo, como eu poderia ajudar ao músico que me fez suas queixas se ele nada tem nas mãos que possa comprovar que foi enganado. Como defender ou acusar alguém sem proteção legal. Isso eu não faço. Toda história tem dois lados e só ouvi um. Embora eu tenha muito apreço pelos componentes do grupo que se sentiu traído ou espoliado, não posso cometer o crime de apoiá-los sem que estejam devidamente documentados.

É como eu disse no princípio, enquanto não nos organizarmos seremos o “samba de uma nota só”. Uma nota triste que prejudica nossas vidas e as vidas daqueles que dependem de nós. Esta nota somente beneficia alguns empresários e contratantes que fazem do samba apenas uma forma de ganhar dinheiro, sem ter nenhum compromisso com as causas do samba e dos sambistas. Em alguns casos os sambistas, freqüentadores de casas de samba, são tratados de qualquer maneira: ambientes sem nenhuma segurança, cerveja cara e quente, banheiros que parecem pocilgas, e muito mais... Mas aí a culpa maior é de quem freqüenta esses lugares, aceitando as migalhas oferecidas. Não adianta nada apenas reclamar, temos que estar documentados para que possamos cobrar e exigir.

Obrigado, meu Deus, pela honra e a glória de ter nascido sambista.

mestreaffonso@bol.com.br

Blog: http://mestreaffonsozip.net

AI RAPAZIADA... RODA DE SAMBA .....ESTÃO TODOS CONVIDADOS

TODA TERÇA FEIRA -- 19horas couvert.. r$ 7.00, com EVAIR RABELO.
ACEITA CARTÃO
abraço a todos e até lá....
RUA MARMORE...Nº 373...STA . TEREZA ( AO LADO DO BOLÃO )
Venha conhecer o botequim do Clube Mineiro da Cachaça. Aberto de segunda a sábado, a partir das 18 horas, no coração de Santa Tereza, em BH, com o melhor da música brasileira todos os dias.
Cerveja gelada, chope, mais de 1.200 marcas de cachaça, tira-gostos de primeira qualidade, ambiente nota 10.
Você será sempre bem vindo.
Telefone: (31) 2515-7149
Clube Mineiro da Cachaça
(recebido por e-mail de Evair Rabelo)

Clube Mineiro da Cachaça Botequim

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA-( 05 a 10/04):

Quinta - 08/04 - MPB e samba de raiz, com Lucinho Cruz
Sexta - 09/04 - Cardápio musical - Ricardo Faria (Cadinho)
Sábado - 10/04 - MPB com Janaína Assis

Rua Mármore, 373 - Santa Tereza - BH/MGFone: (31) 2515- 7149 - 9102-9405

HOJE É DIA DE MARINA GOMES NO CONTORNO MINEIRO

click na imagem.
Marina faz parte da roda de domingo no quintal do "DIVINA LUZ" no bairro São Marcos.

DORIS NO ESTUDIO B

click na imagem p/ ampliar e ver detalhes.

ESSA É REALIDADE

BARRIGA É BARRIGA... por Arnaldo Jabour

"Barriga é barriga, peito é peito e tudo mais. Confesso que tive agradável surpresa ao ver Chico Anísio no programa do Jô, dizendo que o exercício físico é o primeiro passo para a morte. Depois de chamar a atenção para o fato de que raramente se conhece um atleta que tenha chegado aos 80 anos e citar personalidades longevas que nunca fizeram ginástica ou exercício - entre elas o jurista e jornalista Barbosa Lima Sobrinho - mas chegou à idade centenária, o humorista arrematou com um exemplo da fauna: A tartaruga com toda aquela lerdeza , vive 300 anos. Você conhece algum coelho que tenha vivido 15 anos? Gostaria de contribuir com outro exemplo, o de Dorival Caymmi. O letrista compositor e intérprete baiano era conhecido como pai da preguiça. Passava 4/5 do dia deitado numa rede,bebendo, fumando e mastigando. Autêntico marcha-lenta, levava 10 segundos para percorrer um espaço de três metros. Pois mesmo assim e sem jamais ter feito exercício físico viveu 90 anos. Conclusão: Esteira, caminhada, aeróbica, musculação, academia? Sai dessa enquanto você ainda tem saúde... E viva o sedentarismo ocioso !!! Não fique chateado se você passar a vida inteira gordo. Você terá toda a eternidade para ser só osso !!! Então: NÃO FAÇA MAIS DIETA !! Afinal, a baleia bebe só água, só come peixe, faz natação o dia inteiro, e é GORDA !!! O elefante só come verduras e é GORDOOOOOOOOO !!! VIVA A BATATA FRITA E O CHOPP !!! Você, menina bonita, tem pneus? Lógico, todo avião tem!
'Se caminhar fosse saudável, o carteiro seria imortal '

GESTO

Gesto

Cabral

Porque não proteger a natureza
Exercer a cidadania, e parar com essa mania de não ver os problemas do dia a dia
Porque não cuidar da humanidade tão sofrida e deprimida
E ter a humildade de reconhecer todas as falhas causadas

Porque não jogar lixo no lixo
Lugar de bicho é no mato
Lugar de gente em moradia
Com segurança, cultura, saúde
Nessa aliança "de Direito", pois só assim vamos ver o desenvolver
Do Bem vencer o Mal

Porque não cuidar dos oceanos, dos mares, dos rios e nascentes
Para não afogar em magoas,em escândalos mesquinhos, egoístas, matreiros, perversos
De administrações caóticas permanentes

Porque não, navegar em aguas calmas, cristalinas
Para que as novas almas, possam aportar em honestidade transparente e mais humanitários, como as almas de luz e todos aqueles desejos doutrinários

Porque não, fazer uma parte, uma parte de fato, como cidadãos, uma vez só
Mesmo como pessoas comuns, mesmo sendo políticos
Praticar essa arte de exercer o bem, para o bem viver de todos

Porque não, quem sabe um dia, qualquer dias desses
O sol apareça para nos aplaudir, com todos os braços e mãos
E com seu olhar em calor, agradecer nosso gesto

==>Enviado para mim por e-mail por Cabral. Bem oportuno.

O SAMBA CONTINUA AS SEXTAS NO CONTORNO MINEIRO

Todas as sextas continua o samba da "RODA VIVA" (Lá do quintal do Divina Luz) no Contorno Mineiro a partir das 22:00hs. Para quem opta por chegar mais cedo, o preço é diferenciado.

Vale a pena conferir.

Tel.: (31) 2555-5057 / 2551-0602

SURGE UM NOVO ESPAÇO DE SAMBA EM BH

É Espaço Cultural Sanmba Tereza (com "nm" mesmo), que fica em Sta. Tereza, Rua Capitão Bragança, 304 e será inaugurado neste domingo 11/04 - 13:00hs.
Tel.: 9852-9596 / 8775-9793.

SOLIDARIEDADE

Amigos o Hospital das Clínicas está necessitando de doadores de sangue urgentemente, para poder continuar efetuando cirurgias. O estoque está reduzido a zero.
Aqueles que quiserem ajudar, dirijam-se a Av. Alfredo Balena, 110 - Sta Efigênia.
A Vida agradece.

terça-feira, 6 de abril de 2010

SOLIDARIEDADE

Olá pessoal!

O hospital das Clínicas necessita de doadores de sangue (q.q. tipo), para poder efetuar sirurgias urgentemente, uma vez que está com seu estoque vazio.

Quem quiser colaborar, comparecer à Avenida Prof. Alfredo Balena, nº 110. A vida agradece.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

João Martins



Músico, cantor e compositor.


Um dos nomes da nova e talentosa safra de sambistas da Lapa, João começou sua carreira com apenas 14 anos e nesse espaço de tempo já fez parte de importantes rodas de samba do Rio de Janeiro como Cacique de Ramos e Tia Ciça e ainda Samba Luzia, Beco do Rato e Clube Renascença.

Multi-instrumentista, participa também de gravações tanto como percussionista quanto como banjista/cavaquinista (Ovídio Brito, Batuque na Cozinha, Galocantô, Adilson Bispo, Samba na Fonte).

Como compositor teve músicas gravadas pelos grupos Galocantô, Samba com Atitude e Deu Branco, além de Wantuir e Renato Santos.

Filho do músico e produtor Wanderson Martins, João está lançando seu primeiro disco "JUÍZO QUE DÁ SAMBA" com 12 sambas inéditos e autorais contando com a participação da grande dama Dona Ivone Lara e do Grupo Galocantô.


Capim Seco

Capim Seco aproveita as Vertentes Mineiras para gravar clipe.

O Festival Grito Rock de Divinópolis rendeu mais que uma bela experiência. Do Campo das Vertentes veio o primeiro o clipe, gravado em show, da banda. E a escolha de Michelle Andreazzi, Gabriel Goulart, Luiz Lobo, Vinícius Marques e Tiago Barros não poderia ser outra, senão Casa de Nego. A música faz parte do trabalho autoral do grupo, que se enveredou pelos festivais de rock, levando a etapa Grito Rock BH, com seu samba que carrega um pouco de outras influências, chegando até o samba-jazz, por exemplo.
E da amizade com Dé Lucas, nasceu a canção Casa de Nego, de Gabriel Goulart, o Bidu; Dé Lucas e Heleno,. Prova de que o grupo que traz a sofisticação do jazz e lembranças do maracatu e Folia de Reis, busca o samba nas rodas mais originais da capital mineira, beirando terreiros e quintais.
Fique, agora, com Capim Seco para começar a segundona brava.

http://vimeo.com/10159785