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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

O Samba de Belo Horizonte fecha o ano com R$ 2 milhões aprovados na lei estadual de incentivo à cultura

Retirado do blog capimseco



O ano de 2009 chega ao seu fim com grandes conquistas para a produção musical brasileira.

Lá em Brasília o Senado aprovou o projeto que reduz os impostos para empresas com atividades culturais, enquadrando-as no sistema SIMPLES. De 17,5% a alíquota foi reduzida para 6%. O Vale Cultura, política pública voltada para o consumo de bens culturais, que ainda será votado na Câmara com grandes chances de ser aprovado, atenderá pessoas que recebem menos de 5 salários mínimos e injetará cerca de R$ 7 bilhões por ano no setor cultural.


Destaque também para produção independente que através de articulações como o Circuito Fora do Eixo consegue circular e promover os artistas independentes. Uma cena articulada e consciente de seus objetivos, agindo de forma integrada, em rede, formada por vários coletivos culturais nos estados brasileiros e que na Feira da Música Brasil em Recife, no início de dezembro mostrou-se ser outra realidade, realmente fora do eixo das grandes gravadoras e Rio-São Paulo.


Mas batamos palmas para o samba de Belo Horizonte, que a cada dia tem uma produção mais profissional, com grandes iniciativas como o “Samba do Compositor”, a “Roda Viva” o festival “O Samba Bate Outra Vez”, dando suporte aos novos compositores e músicos do samba da capital.


Para o ano de 2010 foram 15 projetos relacionados ao samba aprovados na lei estadual (Minas) de incentivo, totalizando cerca de R$ 2 milhões (R$ 2.262.361,00) para captação para os projetos.


Entre esses destacamos o projeto “Eu Canto Samba” – Turnê Roda Viva, pleiteado pela cantora Marina Gomes. A Roda Viva foi uma iniciativa de compositores e músicos de BH, com auxílio de Serginho Divina Luz, que disponibilizou seu terreiro para as rodas de samba, onde compositores como Dé Lucas, Gabriel Goulart, Arthur Carvalho, Fábio Martins, Marina Gomes, Pedro e tantos outros expõem suas canções.


A cantora do grupo Capim Seco, Michelle Andreazzi também aprovou o projeto de seu CD solo, “A Cantadeira”.
Esse vigor do samba mineiro mostra que cada vez mais acreditamos em nosso samba, sem esquecer do Rio ou da Bahia, mas valorizando o nosso produto. O ano promete, que venha 2010!

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