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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

2 DE DEZEMBRO - DIA NACIONAL DO SAMBA

NO DIA NACIONAL DO SAMBA, O CONSERVATÓRIO DA UFMG APRESENTA DIRETO DO QUINTAL DO DIVINA LUZ, O SAMBA FEITO EM BH:

RODA VIVA

DIA 02 /12/2009 ÀS 19:30hs.
AV. AFONSO PENA, 1534

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

QUEBRANDO PARADIGMAS*

Embora Belo Horizonte seja um celeiro de bambas na música em geral, na área do samba, diante da grandiosidade dos nossos intérpretes e compositores da atualidade, as oportunidades para despontar para o cenário nacional foram poucas. E quando falo do samba da atualidade é porque no passado existiu aqui uma turma da pesada. Turma que freqüentava a Rua da Bahia, que teve até a participação do inesquecível NOEL ROSA, o poeta da Vila Isabel, quando por algum tempo ele morou no bairro da Floresta, em BH: “A vida é esta, subir Bahia descer Floresta”.Na primeira metade da década de 50, após o fechamento dos bares do Ponto e do Trianon, começara a funcionar a Gruta Metrópole, que foi sem dúvida, o ultimo reduto da vida boêmia daquela rua. De Rômulo Paes a Gervásio Horta, entre outros grandes nomes, a música invadia a cidade.
Voltando aos tempos atuais, alguns dos nossos intérpretes e compositores de tempos em tempos aparecem no cenário nacional, dando-se destaque ao Toninho Geraes, que é até agora o único que se firmou e, graças a Deus, vai a cada dia nos enchendo mais e mais de orgulho.
De repente a nossa força feminina começa a invadir o maior reduto do samba brasileiro, e aí começamos a quebrar paradigmas, samba mineiro invadindo com força o Rio de Janeiro. Minas Gerais sai em busca do tricampeonato na 4ª Mostra de Novos Talentos do Carioca da Gema, que é um dos maiores redutos de sambistas, na região da Lapa. Seguindo os passos de Aline Calixto e Janaina Moreno, vencedoras do concurso respectivamente em 2007 e 2008, a cantora Michelle Andreazzi foi selecionada para disputar a final no dia 11 de novembro.
Mas a história não é simples como pode parecer. Por estarmos fora do eixo Rio/São Paulo, tudo fica muito difícil e o investimento é altíssimo. A luta é árdua porque na maioria das vezes somos considerados estranhos no ninho. Mas o importante é saber e sentir que através das meninas estamos alcançando objetivos e conseguindo a notoriedade tão sonhada. Elas estão dando banho de seriedade, de profissionalismo e dedicação em muito marmanjo que às vezes se considera dono da cocada preta... e da branca também. Nossas meninas fazem seu trabalho de peito aberto sem aquela preocupação – muito comum por aqui – de esconder o jogo.
E assim, através das nossas valorosas guerreiras, vamos aprendendo, nós os marmanjos, principalmente os da minha geração, que a luta sem competições desnecessárias é que nos leva ao sucesso. Importante não é a erudição, importante é a dedicação à causa. O samba é de todos aqueles que se dedicam a ele com amor, carinho e respeito.
Tocar e cantar muita gente sabe; o que a maioria ainda não aprendeu é dedicar-se de corpo e alma à causa, à bandeira do samba, sem deixar que a vaidade ou o egoísmo tomem conta da vontade de cada um.
Um cronista da década de 30, Francisco Guimarães, O Vagalume, que publicou o livro “Na Roda do Samba”, em 1933, falava que no samba existem os sambistas e os sambestros. O sambista é aquele que veste a camisa, participa verdadeiramente do samba defendendo-o como causa nobre.
O Sambestro é aquele que vive do samba, ganha dinheiro através dele, mas não se envolve, não defende, não faz nada pelo seu crescimento. Nossas meninas são sambistas e fazem acontecer. Mas que aqui em BH tem muito sambestro, isso tem!
Por Mestre Afonso.


Samba e Reflexão

Retirado do blog de Zu Moreira.

Marcos Valério, diretor do documentário “Samba da Minha Serra”, que conta a história do samba em Belo Horizonte, informa que no próximo dia 4 dezembro próximo (sexta-feira) a Velha Guarda do Samba de BH estará cantando em um evento promovido pelo Centro Cultural da UFMG, ali na avenida Santos do Dumont, centrão da cidade.

“A noite de sexta, mais do que um show, será um momento de debate sobre a relação do samba com temas como religião, carnaval e história. Os debatedores do evento serão: Carlos Felipe (falará sobre samba e religião), Acir Antão (história do samba no Brasil), Marcos Menezes Maia (história do samba em Belo Horizonte) e mais um cidadão, ainda não confirmado, que falará sobre samba e carnaval. A mediação do debate será do dançarino Rui Moreira que também falará sobre a relação do corpo com os temas abordados”, conta ele em seu blog.

NIL LUS*

*Por Mestre Afonso.

Palácio das Artes, em Belo Horizonte, dia 11 de novembro de 2009, a Cia Chaplin, apresentou o show duplo de lançamento: Romance com trilha sonora e CD gravado ao vivo no Montreaux Jazz Festival – Suíça.
Organização impecável da Cia Chaplin, sob a direção da Magdalena Rodrigues; show de primeiro mundo, desde a entrega dos convites até o coquetel na saída do teatro. A banda que fez parte do show merece destaque: Dalton Palmieri, Rodrigo Gonçalves, Matheus Moreno, Zeuler Michelina, Joimar Santos, Dil França, Dudu Braga, Liliane, Joyce e Carol, as três últimas como Back Vocais. Todas as letras e músicas de autoria do Nil Lus.Iluminação perfeita, som da melhor qualidade, enfim, tudo nota 10.Alguns momentos marcaram as mentes dos que lá estiveram. Trapezistas balançando sobre o público, a música “Minha Primeira Casa” que nos levou às lágrimas e a apresentação da Orquestra Jovem de Contagem, formada por jovens e crianças, sob a regência do Maestro Renato Almeida.Meu Deus, quanta beleza. “Enquanto uma criança ou jovem trouxer nas mãos um instrumento musical, menos espaço para as armas e as drogas”.Foi lindo ver aquelas crianças e jovens tocando como gente grande. E grandes eles e elas são. Em cada semblante a seriedade de profissionais, em cada rosto a dedicação à música, em cada nota musical o amor derramado pelas cordas de violinos maravilhosos, acompanhados por flautas cuja docilidade invade a alma. Crianças e jovens humildes cobertas pelo ouro das mãos de Deus.Parabéns a todos que fazem parte desse projeto, com certeza vocês estão demonstrando que a marginalidade não é o melhor caminho para crianças e jovens das classes menos favorecidas. Estão demonstrando, na prática, que o mundo da música pode e deve ser melhor assistido pelas autoridades, para que formássemos músicos, criando um norte de vida da maior importância para as comunidades carentes de todo o país. Parabéns Nil Lus, foi uma grande, enorme visão. Visão de quem é grande por dentro e por fora, visão de quem conhece e luta contra as agruras da vida.Eu não poderia encerrar essa matéria sem falar da música “Minha Primeira Casa”. Sabe Nil, quando você cantou essa música, olhei para todos os lados e só vi lágrimas. Lágrimas principalmente daqueles, que como eu, esperam com alegria pelo dia do reencontro.Senti minha mãe sentada ao meu lado, toquei seus cabelos, beijei seu rosto, e bem e lentamente, curtindo todos os momentos, voltei à minha primeira casa.E assim irmão, remando em lados opostos do atlântico, mas firmes como timoneiros, vamos a cada vez mais consolidando a nossa grande amizade.Que Deus ilumine sempre a sua vida meu querido irmão Nil Lus.Durante muitos anos o artista assinou Nil Luz, a partir de 2008, depois de ter feito uma numerologia cabalística, ele mudou o nome para Nil Lus com (s). Cantor, compositor, nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Licenciado pela UFMG, em Educação Física e em Administração de Empresas e Economia pela FUMEC, ex-atleta da Seleção Nacional de Handall (campeão sul-americano) e também conhecido como Canhão. Escreveu seu primeiro livro aos dez anos de idade: “Pássaro de Fogo”. Premiado no 1º Concurso Nacional Fritz Teixeira Salles de poesia com o tema “Poemia”.
Nil Lus já compôs mais de 350 canções (letras e músicas). Viajou em concertos pela América, Europa e Ásia. Em Portugal fundou o projeto Lusofonia “Sons da Fala” com Sérgio Godinho, Vitorino, Tito Paris e outros. Participou do 38º Montreaux Jazz Festival, em julho de 2004.Em 2009 Nil Lus gravará seu primeiro DVD.Obrigado, meu Deus, pela honra e a glória de ter nascido sambista.
*Afonso Marra Filho, o Mestre Affonso, é natural de Belo Horizonte. Músico, produtor, radialista, colunista, está imerso no mundo do samba há 50 anos.

O SAMBA COMEÇA ASSIM...

PRINCÍPIO DO INFINITO TODO SÁBADO NO PIZZA BAR. (click na foto)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

NONATO LANÇA SEU SEGUNDO CD COM A PRESENÇA DE REINALDO, O PRÍNCIPE DO PAGODE.

VERDADEIRO BRASILEIRO.
É NO PRÓXIMO DIA 25/11 (QUARTA) ÀS 20:00 hs NA NOVA CAMPONESA, COM APARTICIPAÇÃO DE VÁRIOS CONVIDADOS, ENTRE ELES: FABINHO DO TERREIRO, NA CADÊNCIA DO SAMBA, MARINA, CABRAL...(click na imagem).

AV. BRASIL, 1477-FUNCIONÁRIOS-BH
INGRESSOS ANTECIPADOS PELO TEL.: 3212-7226

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

MPF apura recuo de ministro em veto a uso da Lei Rouanet

"De fato, usar dinheiro do contribuinte para custear os shows astronômicos destes artistas, é no mínimo complicado. Bethânia se apresenta em duas datas em BH (18 e 19 de novembro) com ingressos chegando à R$ 160. Como diz a matéria, a própria bilheteria paga a turnê.

A lei rouanet deveria democratizar o acesso aos recursos públicos para produções culturais e estas deveriam estar acessíveis, pelo menos em parte, à população.

O discurso de que grande parte dos projetos culturais enviados ao Minc são superficiais ou não atendem as exigências da lei, como planilha orçamentária, etc, é preconceituoso. Grande parte dos agentes culturais deste Brasilzão, são pessoas simples, que não contam com uma mega produtora. Eles são donos apenas de sua criação cultural e ficam à sorte de encontrar alguém que identifique o valor de sua obra. A lei não poder ser usada em detrimento da rentabilidade do artista

Por que o governo não capacita as pessoas para que elas próprias se produzam? Até quando os mestres de cultura popular vão precisar de agentes externos para promoverem e manterem sua cultura?"

Por Pedro Thiago

"Em junho passado, a comissão entendeu que a turnê de Caetano não precisava de incentivo por ser comercialmente viável

Larissa Guimarães e Angela Pinho - O Globo

O ministro Juca Ferreira (Cultura) será investigado pelo Ministério Público Federal por ter permitido que projetos de Caetano Veloso e Maria Bethânia usassem benefícios fiscais da Lei Rouanet, mesmo após parecer contrário de uma comissão formada por integrantes da sociedade e do ministério.

Um inquérito civil público foi aberto, na última sexta-feira, pela procuradora da República Ana Paula Mantovani Siqueira, que irá apurar se o ministro cometeu crime de improbidade administrativa. O inquérito foi instaurado depois de representação de alguém cujo nome foi mantido em sigilo.

Em junho passado, a comissão entendeu que a turnê de Caetano não precisava de incentivo por ser comercialmente viável. Dias depois, o ministério autorizou os produtores a captar R$ 1,7 milhão para os shows.

No ano passado, o ministro derrubou decisão que rejeitou a turnê de Maria Bethânia porque a bilheteria "tornaria desnecessária a utilização de incentivo fiscal". Os produtores pediam para buscar R$ 1,8 milhão.

Nas duas ocasiões, o ministro disse que a lei não tem critério específico para impedir o patrocínio de shows comercialmente viáveis.

Outro lado:

O Ministério da Cultura informou que não foi notificado formalmente da ação."[Mas], à época da aprovação, foi divulgado que os preços de ingressos da turnê de Caetano foram aprovados com redução de R$ 80 para R$ 40 em shows patrocinados via renúncia fiscal", diz nota enviada à Folha.

O ministério afirma que acatou recurso dos produtores, seguindo decreto que prevê que, em projetos financiados pela Rouanet, deve haver "comercialização de ingressos mais acessíveis". Procuradas, as assessorias de Bethânia e Caetano não quiseram se manifestar. "

Retirado do blog do Capim Seco

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

CAZUZA ( ME DESCULPEM OS FÃS )

"Esse cidadão dizia "todos os meus heróis morreram de overdose". E era aplaudido.

É .... DEVIAM COLOCAR o texto abaixo NUM OUTDOOR LÁ NA PRAÇA CAZUZA, NO LEBLON....

Psicóloga x Cazuza!
Esta mensagem precisa ser retransmitida para todas as FAMÍLIAS!
Uma psicóloga que escreveu, corajosamente algumas verdades.

Uma psicóloga que assistiu ao filme escreveu o seguinte texto: "

"Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisa estarrecedora.. As pessoas estão cultivando ídolos errados..
Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza?

Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo, inadmissível.
Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) com conceitos de certo e errado.
No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta..
São esses pais que devemos ter como exemplo?
Cazuza só começou a gravar porque o pai era diretor de uma grande gravadora..
Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante.
Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo com o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.
Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não começasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas, fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.
Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada? Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria? Como ensina o comercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor.
Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido. Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissesem NÃO quando necessário?
Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor .
Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar.. Não se preocupem em ser 'amigo' de seus filhos.
Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi à pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre."

Karla Christine Psicóloga Clínica

SAMBAS ENREDO BH 2010.

OS SAMBAS ENREDO DAS OUTRAS ESCOLAS DE BH, DIVULGO ASSIM QUE CONSEGUIR A LETRA.
(QUEM TIVER, PODE ENVIAR VIA COMENTÁRIO)

Das Minas as Gerais, o cantar de um povo e suas Capitais..

LETRA DO SAMBA ENREDO DA ACADÊMICOS DE VENDA NOVA 2010.

Autor - Mauro Bainha.

Guimarães “Rosa-dos-ventos”
Nossas Minas são Gerais
Canta ao mundo inteiro, Venda Nova
Ser mineiro é “bão demais”

Dom João V...
O “rei-sol” de Portugal
Em homenagem a sua rainha
Proclamou nossa primeira Capital
Mariana, o berço onde tudo começou
Barroco, eldorado e realeza
A riqueza que multiplicou
Império, Independência e República
Ouro Preto é a segunda Capital
Igrejas e altares reluzentes
Aleijadinho e sua obra imortal
O povo revoltado, tirania e opressão
Da Inconfidência Mineira
Nasceu a libertação

“Liberdade ainda que tardia”,
Em Tiradentes nossos ideais:
“Dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria”
Oh, Minas Gerais!

Emoldurada pela Serra do Curral
Num projeto de Aarão Reis
Surge a nossa “Beagá”
Belo Horizonte, eu te amo e te adoro,
Pampulha, Niemeyer e JK
A “Linha-verde”...
Interligando as regiões da Capital
Em Venda Nova mais progresso
Com a nova sede do governo estadual

NO BAILAR DO TEMPO A BEM-TE-VI VEM MOSTRAR HISTÓRIAS E ESTÓRIAS DE UM TEMPLO SECULAR PALÁCIO DA LIBERDADE DO SONHO A REALIDADE

LETRA DO SAMBA ENREDO DA BEM-TE-VI P/ O CARNAVAL 2010.

AUTORES _ PAULINHO CARVALHO/ NONATO / CARMO

Reluz
No teu cenário um belo cartão postal
Seduz e nos inspira
És poesia a contemplar
É palco de poder de luta e decisão
Política da nossa história
Orgulho nacional
Hoje é enredo do meu carnaval

É no bailar do tempo como cata vento
Lembranças e histórias imortais
Sonho de liberdade virou realidade
Guardião da nossa paz

E voa...
Voa Bem-Te- Vi
Na cor da paz
E da esperança
Pousa no jardim trazendo ao povo confiança
Liberte seu coração
Mantendo acesa
Nossa tradição

Nas asas da liberdade ... vou voar
Com meu Bem-Te-Vi cantando... exaltar
Quem te conhece não esquece jamais
Palácio da Liberdade patrimônio das Gerais

Para ver as fotos vá aqui : http://pt.fotoalbum.eu/Felip/a353853

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

PRINCÍPIO DO INFINITO VOLTA A ATIVIDADE

É DIA 21/11/2009 NO PIZZABAR, AS 16:00hs. O GRUPO SE APRESENTARÁ TODOS OS SÁBADOS E ESPERA A TODOS COM A MESMA VONTADE DE SEMPRE FAZER BOM SAMBA E DAR ALEGRIA ÀQUELES QUE NOS ACOMPANHAM. NOS VEMOS POR LÁ.

Informações e reservas: (31) 3274-3136

Av. do Contorno, 1636 - Floresta.
Aceita cartões de crédito e débito p/ consumo.

PROJETO EU CANTO SAMBA ESQUENTA COM O "RODA VIVA"

TONINHO GERAS


O TERREIRO DO SERGINHO DIVINA LUZ ESTÁ CADA VEZ MAIS QUENTE, EM TODOS OS SENTIDOS. O SOL DOS ÚLTIMOS DOMINGOS NÃO TEM DADO REFRESCO PRA RAPAZIADA QUE METE A MÃO NOS INSTRUMENTOS E PROPORCIONAM UMA TARDE DE SAMBA SEM IGUAL. TIVEMOS O PRAZER DE TER COMO VISITANTE NO DIA DE ONTEM, NADA MAIS NADA MENOS QUE TONINHO GERAES, AUTOR DE GRANDES SUCESSOS GRAVADOS POR ZECA PAGODINHO, MARTINHO DA VILA...( QUE ESTÁ LANÇANDO SEU NOVO CD, INTITULADO "PRECEITO" E QUE CONTA COM PARCERIAS COMO RICARDO BARRÃO, FABINHO DO TERREIRO, ROQUE FERREIRA, RANDLEY...)PARABÉNS AO RODA VIVA, QUE A CADA DOMINGO SE SUPERA.


VIVA O BOM SAMBA.

Michelle Andreazzi, esquenta a 4ª Mostra de Novos Talentos

“Michelle esquentou a chapa na mostra de Novos Talentos do Carioca da Gema”. Estas foram às palavras do proprietário do Carioca da Gema, Tiago Alvim, após a apresentação da cantora mineira Michelle Andreazzi, na última quarta feira (11/11), na 4ª Mostra de Novos Talentos, no Rio de Janeiro.
A mineira abriu o show com “Samba Sem Volta”, que deu nome à apresentação, música de parceria entre Michelle, Gabriel Goulart e Luiz Lobo. A cantora também homenageou o compositor Moacyr Luz, cantando duas canções do sambista (Saudades da Guanabara e Anjo da Velha Guarda).
Para o jornalista e articulista do jornal “O Globo”, Cesar Tartaglia, que também é jurado dos Novos Talentos, a cantora apresentou uma desenvoltura impressionante além de uma voz fantástica, que realmente o impressionou. “Ela tem boas chances de vencer, aliás, tem grandes chances”, revelou Tartaglia.
Pela terceira vez consecutiva uma mineira disputa a final da Mostra de Novos Talentos. Aline Calixto e Janaina Moreno fora as vencedoras das últimas edições. Demonstrando a força do samba mineiro além das montanhas.
Cesar Tartaglia frisou que há uma movimentação grande em Belo Horizonte em torno do samba. “Sinto que há uma efervescência na cena do samba mineiro e a chegada da Michelle a final, após duas mineiras terem vencido anteriormente reforça isso”, observou.

Belo Horizonte - a reserva do samba de raiz

O jornalista afirmou também que Belo Horizonte é uma reserva do que chamamos de samba de raiz. “Minas bebe de uma fonte que nasceu na Bahia e se fortaleceu no Rio. Os mineiros estão valorizando o samba, a própria Michelle cantou sambas de compositores mineiros muito bons”, destacou.
“É um trabalho que rende homenagem ao Rio, à Salvador e faz referência a grandes mestres do samba, mas sem perder sua regionalidade, suas peculiaridades. Você escuta e sabe que é, o samba que vem de Minas”, declarou Tartaglia.
Tartaglia acrescentou ainda que a apresentação de Michelle Andreazzi, além da voz e do repertório traduziu um pouco do clima do que acontece em Belo Horizonte. “Ela trouxe ares muito fortes de Minas, foi bem bacana”, concluiu o jornalista.
Michelle Andreazzi foi acompanhada por Gabriel Goulart (violão de 7 cordas), Tiago Barros (saxofone), Pablo Dias (cavaquinho), Nego (surdo e tantan) e Marquinhos (caixa, congas, pandeiro e cuíca).
O Carioca da Gema é um dos principais espaços do samba carioca e fica num sobrado na histórica Lapa. Tiago Alvim revelou que grandes talentos são revelados no bar e artistas consagrados, como Wilson Moreira e Luiz Carlos da Vila (há um mural repleto de fotos do falecido sambista) são freqüentes na casa.






Wellington do Bandolim, Regional Fogo na Roupa e convidados

Por Roberta Cunha Valente

Terá início neste sábado, dia 14/11, o projeto Chorinho no Coreto, que pretende sempre trazer a participação de músicos da cidade e também de outras cidades e Estados. Nesta primeira edição, dois convidados especiais: Wesley Ferreira (violão 7 cordas), de São Paulo, e Leandro Aparecido (sax), de MG.O evento começa a partir das 18 horas na Praça Clarimundo Carneiro, junto à feira do Coreto, Uberlândia, MG. Entrada franca.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

É MAIS UM SAMBA



click na imagem.

VALE A PENA LER ( TEM A VER COM SAMBA)

I COLÓQUIO INTERNACIONAL
SABERES DA DIÁSPORA AFRICANA NO BRASIL
(diáspora: dispersão - define o deslocamento de grandes massas populacionais originárias de uma zona determinada para várias áreas de acolhimento distintas. )

25 de novembro a 01 de dezembro de 2009-Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Trem e música: componentes tradicionais das comunidades negras nas Américas. Confirmando essa tradição, no início do século XX, e fugindo da perseguição imposta pela elite às práticas simbólicas negras, Paulo da Portela e seus companheiros de escola reuniam-se no trem (que foi transformado em "sede social"), na volta do trabalho, cantando e tocando samba.

Bem mais tarde, em 1991, Marquinhos de Oswaldo Cruz (cantor e compositor portelense) vai também utilizar o trem como um espaço para reunião de sambistas. Também fugindo da repressão às vozes e ritmos negros, Marquinhos e um grupo de sambistas refazem no trem a rota da diáspora dos descendentes de escravos expulsos do centro da cidade. Buscavam mostrar à cidade, a música que era produzida no subúrbio e, em especial, no desconhecido bairro de Oswaldo Cruz.

Um vagão de trem continuou a ser utilizado ainda em 1992. No entanto, foi em 1996 que o "Pagode do Trem" passou a comemorar o Dia Nacional do Samba. Assim, Marquinhos inventa uma forma original de celebrar o dia 02 de dezembro, relembrando a trajetória do povo negro que com a reforma Pereira Passos, foi expulso dos lugares nobres da cidade para os subúrbios e morros.

Nesse ano, em conjunto com a comemoração do Dia Nacional do Samba, propomos a realização de um colóquio onde discutiremos a história da cultura musical negra brasileira, que contará com a presença de pesquisadores renomados, além de artistas do mundo do samba.

Assim, durante cinco dias estaremos discutindo os saberes que foram/são construídos a partir da Diáspora Africana no Brasil. Saberes que foram trazidos nas memórias dos corpos e das vozes dos sujeitos pertencentes às culturas dos Umbundus, Ovimbundus e Congos.

Esses povos Bantus, além do semelhante nível linguístico, mantiveram uma base de crenças, rituais e costumes muito similares, desenvolvendo uma cultura homogênea que se faz presente no cotidiano dos brasileiros.

Indo na contra-mão de uma corrente que destaca o exotismo africano e que insiste em considerar iorubas como sinônimo de africanidade, pretendemos discutir a história desses ancestrais esquecidos que, seqüestrados da África Central, foram levados para a Argentina, Peru, Colômbia, Peru, Uruguai, Suriname, Brasil, Caribe, EUA e Canadá, participando da construção da história do continente americano.

PROGRAMAÇÃO

Dia 25/11
4ª. Feira

Credenciamento dos Participantes
Horário: A partir das 10:00
Local: Hall do Auditório 91 - Uerj

Mesa de Abertura
Horário: 14:00
Local: Auditório 91 - Uerj

Conferência de Abertura: As Epistemes Africanas na Diáspora
Conferencista: Rémy Bazenguissa-Ganga (Université Lille1/CEAf - EHESS)
Horário: 15:00
Local: Auditório 91 - Uerj

28/11
5ª. Feira

Mesa-redonda: Territórios Sagrados Negros no Brasil
Palestrantes: Prof. Dr. José Flávio Pessoa de Barros /Uerj, Prof. Dr. José Jorge de Carvalho/UnB e Profa. Dra. Hebe Mattos /Uff.
Debatedora: Prof. Elisa Larkin/IPEAFRO
Horário: 10:00
Local: Capela Ecumênica - Uerj

Mesa-redonda: O Trânsito Cultural no Atlântico Negro
Palestrantes: Prof. Dr. Robert Slenes/Unicamp, Prof. Dr. Silvio Oliveira/ Uneb, prof. Dra. Edna dos Santos / Uerj (A CONIFIRMAR)
Debatedora: Prof. Dra. Florentina de Souza/UFBa
Horário: 14:00
Local: Capela Ecumênica - Uerj

Confraternização com Feira de Quitutes da Culinária Afro-Carioca
Horário: 19:00
Local: Capela Ecumênica - Uerj

27/11
6ª. Feira

Instituições, Festas e Celebrações Negras-Brasileiras
Palestrantes: Profa. Dra. Martha Abreu/Uff , Prof. Dr. Ubiratan Araújo/UFBa e Profa. Dra. Edil Costa/Uneb
Debatedora: Profa. Dra. Regina de Jesus /Uerj (A CONIFIRMAR)
Horário: 10:00
Local: Auditório 111 - Uerj

Rodas de Conversa: Os Sambas da Mangueira
Participantes: Marquinhos de Oswaldo Cruz e Velha Guarda da Mangueira
Horário: 14:00
Local: Auditório 111 - Uerj

30/11
2ª. Feira

Mesa-redonda: As Tradições Musicais Negras Brasileiras
Palestrantes: Profa. Dra. Denise Barata/ Uerj , Prof. Dr. Salomão Jovino da Silva/ Instituto Aruanda Mundi e Marquinhos de Oswaldo Cruz/Cantor e Compositor
Debatedora: Profa. Dra. Irenilza Oliveira/ Uneb
Horário: 10:00
Local: Auditório 13 - Uerj UERJ

Rodas de Conversa: Os Sambas da Serrinha
Participantes: Marquinhos de Oswaldo Cruz e Velha Guarda do Império
Serrano
Horário: 14:00
Local: Auditório 13 - Uerj UERJ

01/12
3ª. Feira


Conferência de Encerramento: As Tradições Musicais Centro-Africanas no Rio de Janeiro
Conferencista: Prof. Dr. Kazadi wa Mukuna (Kent State University)
Horário: 10:00
Local: Auditório 13 - Uerj UERJ

Rodas de Conversa: Os Sambas de Oswaldo Cruz
Participantes: Marquinhos de Oswaldo Cruz e Velha Guarda da Portela
Horário: 14:00
Local: Local: Auditório 13 - Uerj UERJ

02/12
4ª. Feira

Comemoração do Dia Nacional do Samba no Trem do Samba

ORGANIZAÇÃOCoordenação Geral: Profª Dra Denise Barata – UERJ Comissão Organizadora: Carina Pacheco Teixeira – Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana/UERJHelena Machambisse Gaspar – Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana/UERJIamê B. Gomes - Graduanda em Ciências Sociais/UFRJMaicon Gilvan Lima Campos – Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana/UERJMarcos Sampaio de Alcantara (Marquinhos de Oswaldo Cruz) – Cantor e CompositorVanessa Soares da Silva – Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana/UERJViviane Christine Pinto da Costa Coelho da Rocha - Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana/UERJRealizaremos uma pré-inscrição, em função da lotação do espaço (230 pessoas).Envie os dados abaixo para o endereço eletrônico lomeadi@gmail.com
Nome:
Profissão:
Instituição:
Endereço Eletrônico:

Serão conferidos certificados para os participantes que obtiverem 70% de freqüência.

Participem, divulguem e visitem nosso blog!
http://www.laboratoriodeoralidadeememoria.blogspot.com/

Por Marcos Cardoso.

TINO FERNANDES - 12/11 - Show Bambala-luanda

click na imagem.
Tino Fernandes apresenta várias canções do seu novo disco Sol de Luanda, que está em fase final e também canções com seus novos parceiros.
O show é uma mescla de samba, MPB e música afro-latina.
Conheçam mais sobre o trabalho do Tino no site www.tinofernandes.com.br

E claro, não percam o show!

(RJ) Toninho Geraes lança "Preceito" quinta no Teatro Sesi, no Centro

Por Eugênia Rodrigues

"Que notícia boa! O compositor Toninho Geraes lança esta quinta, 12, seu mais novo cd, "Preceito".
Toninho tem sucessos na voz de Martinho da Vila ("Mulheres"), Zeca Pagodinho (como "Uma prova de amor", vencedora do Prêmio da Música Brasileira 2009 na categoria Melhor Canção, "Seu Balancê" e "Pago pra ver") e "Sem você não dá", lançada por Diogo Nogueira. É dele, também, a linda "Tudo que Sou", gravada por Aline Calixto, parceria com o xará Toninho Nascimento.
Ele agora é compositor exclusivo da Sony Publishing, e já dividiu palco com Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Martinho da Vila, Monarco, Dona Ivone Lara, Dudu Nobre e Teresa Cristina.
Parabéns a este talentoso mineiro!
ServiçoQuinta-feira (12/11), 19hTeatro Sesi Centro (não confundir com o Sesc, que fica na mesma rua).Av. Graça Aranha, 01 - Centro
Tel. 2563-4163
Bilheteria aberta diariamente das 14 às 19h. R$ 10 (meia-entrada e lista amiga)e R$ 20 (inteira)Lista amiga (até 100 nomes): para fazer parte da lista amiga, envie um e-mail para listaamiga.toninhogeraes@gmail.com, até 12h do dia 12/11, com o assunto "Toninho Geraes".
Os e-mails enviados após este prazo NÃO PODERÃO ENTRAR NA LISTA.
Contato produção: contato.toninhogeraes@gmail.com "

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

10 ANOS DE "FIDELIDADE PARTIDÁRIA".

O GRUPO FIDELIDADE PARTIDÁRIA, COMANDADO PELO NOSSO PARCEIRO MARCELO ROXO, COMEMORA SEU DÉCIMO ANIVERSÁRIO COM UM GRANDE DESFILE DE ESTRELAS NO LAPA MULTISHOW.

CLICK NA IMAGEM

DIGNIDADE, CONSCIÊNCIA, PROFISSIONALISMO*

COLUNA DE MESTRE AFONSO, *Retirado do blog de Zu Moreira (O Tempo)

Dudu Nicácio, Miguel dos Anjos, Mestre Jonas

Enquanto uns falam, reclamam e choram pelas esquinas, outros fazem acontecer. Quando não me prendo ao conceito (como é colocado) de raízes no samba, alguns me contestam. A maioria se esquece que as raízes se renovam, e que como disse Cartola: “no fim desse labor surge um novo compositor, com sangue novo nas veias”.

No show de encerramento do Projeto Samba do Compositor, no Palácio das Artes, terça-feira passada, Dudu Nicácio, Miguel dos Anjos e Mestre Jonas nos deram inúmeras provas da renovação das raízes, nos mostraram que com respeito, dignidade e amor, tudo pode acontecer.

Embora eu tenha percebido algumas falhas técnicas, como sempre acontece em qualquer show ao vivo, no contexto geral este foi um dos melhores trabalhos que já tive a oportunidade de ver e ouvir em Minas Gerais.

Levar o nosso povo, o verdadeiro povo do samba, para o Palácio das Artes a preços populares, foi um ato de coragem, alguns diriam que foi uma verdadeira ousadia. Cantar o nosso samba, com o auxilio da platéia que praticamente só os ouve pelos bares da cidade, foi uma demonstração de que somos guerreiros e acreditamos nas possibilidades. Encher (lotar mesmo) o Palácio das Artes de sambistas que cantaram, dançaram, e se confraternizaram, era algo inimaginável até a bem pouco tempo. O morro desceu para a cidade, as senzalas e os guetos não existiram, os beco e vielas se encontraram: Belo Horizonte se tornou única, como deveria ser sempre.

O grupo musical que fez o acompanhamento do show também brilhou. No rosto de cada componente a vontade de acertar, a dedicação, o amor ao samba e aos sambistas. Foram muitos ensaios, muita dedicação, muito respeito com quem viria nos fazer viver um momento de glória.

Parabéns a todos que investiram no projeto, parabéns a todos que acreditaram que Belo Horizonte é fonte perene de arte e cultura, parabéns à cidade (seus administradores) que mesmo enfrentando dificuldades e discriminações, estão abrindo as portas para todas as manifestações culturais em todos os cantos e recantos da cidade. Isso é civismo, isso é consciência, isso é respeito.

E lá vem ela.


Andar cansado pelas lidas da vida, mas com a altivez da rainha que sempre foi e será. Amparada por mãos carinhosas, mas transpirando domínio naquilo que sempre soube fazer: compor e cantar, viver com dignidade e respeito aos semelhantes.

Uma poltrona no palco, ela sentou-se vagarosamente, e quando abriu a garganta, lágrimas de amor vieram aos nossos olhos, estávamos diante de uma deusa. E quando sua voz invadiu o salão aí nos sentimos no Éden, sentimos que estávamos diante de todo um passado de lutas e abnegação a uma causa que também é nossa, era DONA IVONE LARA, era o samba em pessoa.

Dona Ivone Lara - Yvonne Lara da Costa, mais conhecida como Dona Ivone Lara, nascida no Rio de Janeiro, em 13 de abril de 1922. Formada em Enfermagem, com especialização em Terapia Ocupacional, foi assistente social até se aposentar em 1977. Nesta função trabalhou em hospitais psiquátricos. Com a morte da mãe aos três anos de idade, e do pai aos doze, foi criada pelos tios e com eles aprendeu a tocar cavaquinho e a ouvir samba, ao lado do primo Mestre Fuleiro; teve aulas de canto com Lucília Villa-Lobos e recebeu elogios do marido desta, o maestro Villa- Lobos. Casou-se aos 25 anos de idade com Oscar Costa, filho de Alfredo Costa, presidente da escola de samba Prazer da Serrinha, onde conheceu alguns compositores que viriam a ser seus parceiros em algumas composições, como Mano Décio da Viola e Silas de Oliveira. Compôs o samba Nasci para sofrer, que se tornou o hino da escola. Com a fundação do Império Serrano, em 1947, passou a desfilar na ala das baianas. Compôs o samba Não me perguntes, mas a consagração veio em 1965, com Os cinco bailes da história do Rio quando tornou-se a primeira mulher a fazer parte da ala de compositores de escola de samba.

Aposentada em 1977, passou a dedicar-se exclusivamente à carreira artística. Entre os intérpretes que gravaram suas composições destacam-se Clara Nunes, Roberto Ribeiro, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Pauinho da Viola, Beth Carvalho, entre outros e outras grandes personalidades da MPB.

Benção, Dona Ivone Lara.

PROJETO EU CANTO SAMBA COMPLETOU UM ANO

O PROJETO "EU CANTO SAMBA" DO QUAL ORGULHOSAMENTE SOU UM DOS FUNDADORES, COMPLETOU UM ANO. UM ANO DE MUITO SAMBA, MUITA ALEGRIA, MUITA DEDICAÇÃO, MUITA PARCERIA, MUITA UNIÃO, LUTA CONTRA SITUAÇÕES ADVERSAS, MAS ENFIM CHEGAMOS LÁ COM MUITA FÉ NA CONTINUIDADE E AMPLIAÇÃO DO PROJETO. AGRADECEMOS A TODOS QUE NOS DERAM FORÇA E TAMBÉM AQUELES QUE TORCERAM CONTRA, PORQUE DE CERTA FORMA TAMBÉM NOS INCENTIVARAM A IR EM FRENTE. COMO DIZEM OS NOSSOS AMIGOS MESTRE JONAS E MIGUEL DOS ANJOS , "ESSE SAMBA É TODO NOSSO" ( DA RODA E DE VOCÊS QUE NOS PRESTIGIAM)

COMEÇA DIA 21/11 O SAMBA NO PIZZA BAR

O GRUPO PRINCÍPIO DO INFINITO RECOMEÇA SUAS ATIVIDADES TODO SÁBADO NO PIZZA BAR, A PARTIR DO DIA 21/11 AS 16:00hs.

QUEM É DE SAMBAR QUE VENHA, O SAMBA ESTÁ DE VOLTA. AGUARDAMOS VOCÊS COM O CARINHO DE SEMPRE.

EVAIR RABELO COMANDA O SAMBA NO "SAVAJUZ"

"Ai rapaziada da minha consideração...todos os Sabados apartir da 17 h - Roda de SambaGrupo Balaio di gato com part. do sambista Evair Rabelo e dia 21/11 - na canja do mês nossa convidada é a cantora Dóris.
Savajuz restaurante: rua aimorés nº 475 - esq. de Bernardo Monteiro - funcionários - inf. 31-32733939.
compareçam....... "

Michelle Andreazzi no "A Casa"

click na foto.

AMANHÃ TEM "RODA VIVA" NO MARQUÊS CULTURAL


SÁBADO 07/11 - 16:00hs, A RODA GIRA NA RUA MARQUÊS DE MARICÁ, 56.

VALE A PENA CONFERIR.

VIDE POSTAGEM ABAIXO

Show na Praça Mauro Duarte homenageia Luiz Carlos da Vila

Pessoal, este sábado (7) haverá uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila na Praça Mauro Duarte, em Botafogo. Um show só com músicas dele, ou que ele tenha gravado, ou homenageando-o. Com arranjos e direção musical de Tiago Prata - que viajou com o da Vila para Holanda e Cuba em 2008 -, o show contará com os cantores e compositores Moyseis Marques e Bira da Vila. Eles serão também acompanhados por Rafael Dos Santos (cavaquinho), Samuel de Oliveira (sopros), Anderson Balbueno, Jorge Alexandre e Rodrigo de Jesus nas percussões. O Bira e o Moyseis Marques foram muito ligados a ele. Bira é parceiro do saudoso compositor em vários sambas, como o "Então Leva", gravado recentemente pelo Zeca Pagodinho. E quanto ao Moyseis, o da Vila sempre deu a maior força para o garoto. Uma das músicas mais bonitas do primeiro disco do moço é "Profissão de Fé" (Da Vila, Sereno e André Renato). Serão cerca de 40 músicas, algumas até inéditas. Os grandes sucessos como "Kizomba, a Festa da Raça"; "O show tem que continuar" e "Doce Refúgio" não vão ficar de fora. Mas sambas mais antigos e pouco cantado como "Carvão e Giz" e "Morro Molhado" serão lembrados. Os músicos avisam que o show começa 19h em ponto e não pode passar das 22:00 por causa da vizinhança. Local: Praça Mauro Duarte - em frente à saída da General Polidoro do Hortifrutti. Perto da Fernandes Guimarães e da Rua da Passagem. Grátis.
Colaboração do Instituto Luiz Carlos da Vila , criado esse ano para cuidar do acervo, obra e memória dele.

Quem estiver indo ao Rio, está aí uma boa pedida.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Começou nesta terça a quinta edição do Festival de Arte Negra

A quinta edição do Festival de Arte Negra (FAN) começa nesta terça, em Belo Horizonte, com programação voltada para o Ano da França no Brasil, convidados internacionais, de outros estados brasileiros e artistas locais e com objetivo de descentralização que leva todos os espetáculos e atrações para o entorno da Lagoa da Pampulha. Entre os convidados, estão o coreógrafo franco-senegalês Patrick Acogny, o cantor Jorge Dissonância, de Sergipe, a percussionista Simone Soul, de São Paulo, e o músico, ator e dançarino mineiro Benjamin Abras, entre dezenas de outros convidados. Eles participam de um dos maiores eventos da cultura negra realizado na América Latina, até o próximo domingo, que este ano aborda o tema Os congos daqui recebem os congos de lá, com foco nas relações produzidas pela diáspora africana no mundo.A proposta, explica o bailarino Rui Moreira, curador do FAN ao lado do ator Adyr Assunção, é revelar a arte negra, em sua unidade e fragmentação, de modo a criar novas formas de pensar o sentido das produções culturais no mundo contemporâneo. Espetáculos de teatro, música, oficinas, sessões de cinema, exposições de artes plásticas, aulas abertas e montagens conjuntas têm entrada franca e são apresentados a partir de diferentes pontos de vista. Desta vez, um único palco concentra as atrações, como forma simbólica de atribuir o mesmo grau de relevância a todas as expressões. Durante o festival, a região que envolve Casa do Baile, Praça da Pampulha e Igreja de São Francisco de Assis será identificada como Mercado de Culturas – Ojá, onde serão instalados espaços de convivência destinados à gastronomia, literatura, exposições, comércio de artesanato, debates, palestras e shows.

link para a programação....
http://www.fanbh.com.br/2009/jornalfan.pdf

Por Dandara Antero Cardoso

A RODA GIRA






NESTE SÁBADO 07/11, A RODA DO PROJETO RODA VIVA ( AQUELA RODA LÁ DO BAIRRO SÃO MARCOS) ESTARÁ SE APRESENTANDO NA RUA MARQUES DE MARICÁ, 56 NO BAIRRO STO ANTÔNIO, NO "BAR MARQUÊS CULTURAL"A PARTIR DAS 16:00hs.

Marquês Cultural

Rua Marquês de Maricá, 56 - Santo Antônio Belo Horizonte - MG Tel: (31) 3293-8256
O Marquês está instalado em uma charmosa casa da década de 50, restaurada pela arquiteta Lúcia Candiotto. O bar tem uma decoração leve preservando a arquitetura e os acabamentos originais da casa. As janelas de guilhotina, mantidas após a restauração, são utilizadas como moldura para os painéis assinados pelo artista plástico Denis Leroy. Eventualmente a casa oferece apresentações musicais.
Endereco:Rua Marquês de Maricá, 56 Santo Antônio Telefone: (31) 3293-8256Capacidade:100 pessoas.

A rua Marquês de Maricá, é a segunda paralela a Prudente de Morais, atrás do primeiro posto de gasolina BR-Petrobrás para quem vem da Av. do Contorno.

A local é aconchegante, com fácil estacionamento, mas se quiserem mesa, cheguem cedo pois pelo tamanho da casa, as mesmas são limitadas.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Caetano apresenta segundo CD solo de Pedro Miranda


Por intermédio de seu filho Moreno Veloso, amigo de Pedro Miranda (visto acima em foto de Bruno Veiga), Caetano Veloso ouviu Pimenteira, o segundo CD solo do cantor projetado no Grupo Semente. Caetano gostou tanto do sucessor de Coisa com Coisa (2006) que escreveu o entusiasmado texto que apresenta o álbum aos formadores de opinião.
Com a palavra, Caetano Veloso:
"Uma Coleção de Obras-Primas"
Caetano Veloso:
"Há muito tempo não ouço um disco inteiro com tanto entusiasmo no coração quanto esse Pimenteira. Acho que ouvi Pedro Miranda pela primeira vez numa faixa do CD de Teresa Cristina – e fiquei maravilhado com a musicalidade, a cultura entranhada, a naturalidade, o frescor. Comuniquei meu entusiasmo a Moreno e ele me disse que conhecia Pedro: logo eu estava com o primeiro CD de Pedro nas mãos. O CD confirmava a muito boa impressão causada pela faixa no disco de Teresa. De modo que, agora, quando ele me entregou uma cópia do seu novo disco, eu já me pus em alta expectativa. Mas não imaginava que estivesse diante de um trabalho de tamanho fôlego. Considero este um disco de grande artista. É um disco fácil de ouvir, maneiro, agradável, porém tem força histórica intensa e convida a reflexões complexas e tão profundas que nem a deliciosa paródia de texto acadêmico que vem no encarte (a respeito da alegoria deliberadamente ingênua de Edu Krieger, Coluna Social) poderia satirizar. Para começar, o estilo despojado do cantor, sem afetação, sem tiques nenhuns, dá conta de toda a possível cultura crítica atual relativa ao canto popular brasileiro. Voz maleável, incrivelmente confortável nas regiões agudas, ele mostra destreza e agilidade sem que se perceba esforço de sua parte. E o fraseado revela reverência e familiaridade com a história do samba. Mas é a escolha do repertório que ilumina as virtudes do seu estilo. Esse repertório (para cuja feitura ele agradece a colaboração de Cristina Buarque e Paulão 7 Cordas) diz tudo sobre o que deve ser dito a respeito do que vem acontecendo com o samba, desde que este se tornou emblema da musicalidade brasileira (“O mito é o nada que é tudo”), passando pelo furacão camuflado que foi a bossa nova e pela sua recolocação no ambiente que o forjou: a boemia que transita entre certos morros e certas áreas do asfalto carioca. Essa recolocação teve como marco inicial a virada que significou, no meio dos anos 1960, coincidirem as insatisfações de Nara Leão com o surgimento do Zicartola, o início das atividades de compositor de Chico Buarque em São Paulo e o estrelato conjunto de Paulinho da Viola e Clementina de Jesus no Rosa de Ouro. Todos os desdobramentos – de Beth Carvalho ao Art Popular, de Zeca Pagodinho ao Psirico, de Arlindo Cruz a Roberta Sá – estão homenageados nesse álbum coeso, sincero e de grande visão. O arco de compositores vai de Nelson Cavaquinho a Rubinho Jacobina – e, no entanto, a unidade de visão faz de Pimenteira uma obra autoral de Pedro Miranda. As melodias, em geral com sabor de choro a caminho da gafieira (mas sem deixar de fora nem a chula baiana nem o coco nordestino), sustentam um virtuosismo poético que, por força da perspectiva da escolha do material (e da ordem em que ele vem), sugere um gosto pessoal, a um tempo apurado, exigente e espontâneo, que atravessa todo o disco. Dos versos elegantes de Paulo César Pinheiro para a música rica de Mauricio Carrilho (com ecos de Bororó) ao fascinante jogo embaralhado de imagens atuais no samba de Moyseis Marques, passando pela Imagem, de Trambique e Wilson das Neves, e pelo show de bola de Elton Medeiros e Afonso Machado, tudo em Pimenteira transpira grande talento guiado por grande inteligência. O disco fala de tudo o que fala como Nei Lopes fala (na única nota de encarte que não foi escrita por Pedro e Luís Filipe) da série de mulatos que compõem a figura de Compadre Bento: com admiração e intimidade. Terminei citando muitos dos sambas do disco, mas não é por os achar menos interessantes que não citei alguns: todos são de alta extração, todos fazem o CD soar como uma coleção de obras-primas. O que faz com que esse disco ao mesmo tempo pareça o lançamento de um novo autor e uma antologia de clássicos. Na verdade, é o disco que já nasce antológico. A colaboração de Luís Filipe de Lima é decisiva na definição dos arranjos e da sonoridade. Sobre ele (e os demais colaboradores musicais e técnicos), Pedro fala melhor do que eu poderia, nas palavras de agradecimento que escreveu. Quanto a mim, sou mais levado a considerar que a oportunidade foi uma dádiva que Pedro lhes fez. Eu sempre sou citado como elogiador fácil de moças jovens bonitas que cantam samba. Nunca as elogiei sem que achasse justo fazê-lo. Dizer aqui que o CD de um marmanjo, que nem tipo gatinho é, é algo muito mais importante do que o que essas ninfas têm, em conjunto, alcançado deve dar ideia do quanto considero Pimenteira um evento especial em nossa música. E, de quebra, pode dar mais credibilidade aos elogios que faço às moças".
Caetano Veloso
retirado do blog "Notas musicais"

EXCITA SAMBA NO NOVA CAMPONEZA


AGORA TODA QUARTA O GRUPO DO AMIGO AMARILDO NO NOVA CAMPONEZA.
click na foto p/ ampliar

terça-feira, 3 de novembro de 2009

VIVA O ESPAÇO CULTURAL DO BAIRRO SÃO PAULO


ESTEVE PRESENTE NA CIDADE, MAIS PRECISAMENTE NO CENTRO CULTURAL, O GRANDE SAMBISTA JORGINHO DO IMPÉRIO ( DO MEU QUERIDO IMPÉRIO SERRANO), NUM EVENTO QUE REUNIU GRANDE PARTE DOS SAMBISTAS DE BH E ESTIVE POR LÁ DANDO UMA CANJA LOGICAMENTE.

O GIRO DA RODA



NESTE SÁBADO 07/11, A RODA DO PROJETO RODA VIVA ( AQUELA RODA LÁ DO BAIRRO SÃO MARCOS) ESTARÁ SE APRESENTANDO NA RUA MARQUES DE MARICÁ, 56 NO BAIRRO STO ANTÔNIO, NO "BAR MARQUÊS CULTURAL"A PARTIR DAS 16:00hs.