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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

OS SAMBAS DA CIDADE***

Belo Horizonte sempre foi prodiga em matéria de samba. Da formação da cidade, ou mais precisamente dois anos após a sua fundação, já desfilavam pelas ruas Os “Diabos de Luneta” e depois as “Damas de Violeta”, duas bandas ou blocos que congregavam os operários que construíram a cidade e suas famílias. Segundo consta, a primeira manifestação carnavalesca em Belo Horizonte, ocorreu em 1899, dois anos após a inauguração da cidade, com a saída do primeiro bloco, chamado “Os Diabos da Luneta” ou “Os Diabos de Luneta”. Com ruidoso “Zé Pereira” o bloco desfilou com toda a diretoria, que trazia no braço o distintivo do mesmo: um laço de fitas pretas e vermelhas. Vinha depois um “carro-alegórico”, que representava a caverna do diabo aberta na montanha, rodeada de serpentes douradas. No alto, empunhando o estandarte do bloco, estava sentado Antonio Raimundo Soares, ricamente fantasiado. O interior da montanha (caverna) formava uma sala, com cortinas e franjas prateadas e cadeiras douradas, vendo-se ali dois diabos de sentinela. (Grifo meu): Não seria esta a primeira alegoria do samba?

O tempo passou e em 1938 surge a primeira escola de samba de Belo Horizonte, fundada por um sambista chamado de “Popó”. A escola teve seu berço na Pedreira Prado Lopes, levando o nome de Estação Primeira Pedreira Unida. Nessa época surge também o mais famoso bloco de sujo da cidade, Leões da Lagoinha, até o aparecimento, bem mais tarde, das bandas Santa, Mole, e outras.

Mas o couro nunca deixou de comer, como come até hoje nos pagodes da cidade. De segunda a segunda choram bordões, choram primas, soluçam todas as rimas em cantos de tristeza ou de alegria, são os sambas da cidade. E tem samba para todos os gostos. Do pagode ao samba tradicional os sons invadem os cantos e recantos a zona sul, os jovens, as crianças e os idosos. Dizer qual é o melhor samba seria impossível porque a música depende do gosto de cada um. Eu poderia falar do meu gosto pessoal, mas aí, como bom malandro, prefiro guardar minhas considerações para não ferir suscetibilidades...

A grande e gostosa verdade, embora nossas escolas de samba estejam a cem anos luz das nossas necessidades e possibilidades, é que o samba tomou conta da cidade. Dezenas de sambistas invadem as ruas todos os dias, as cordas e os couros já são estudados pelos mais jovens, universitários estão invadindo – no bom sentido – até os redutos mais escondidos pelos que se consideram puristas. O samba versado virou moda, a arte de compor virou coqueluche tornando-se uma corrente de inspiração, enfim, a maioria das vertentes do samba é praticada em todos os cantos e recantos de Belo Horizonte, o intercambio com cariocas, paulistas e baianos é uma realidade. O mais gostoso de tudo é ver uma imensidade de crianças e jovens cantando e dançando sambas de Cartola, Mano Décio da Viola, Ataulfo Alves, Clara Nunes, Ciro Monteiro, enfim, é o brasileiro mergulhando nas maravilhas da sua terra, da sua formação história, da sua gente.

Grande parte da imprensa abraçou a causa do samba e isto está nos dando cada vez mais força. A Câmara Municipal de Belo Horizonte criou uma Comissão Em Defesa do Carnaval, fato novo e de extrema importância para as nossas pretensões, são mais de vinte vereadores lutando por uma de nossas causas, o carnaval.

As mulheres estão dando show em muitos barbados, isto é lindo. Em todos os pagodes a presença feminina além da graça e beleza nos enche de orgulho pela participação efetiva, seja cantando ou tocando um instrumento.

“E assim eu vou levando aminha vida, ela só me dá guarida porque sabe que eu gosto de sambar...” E assim, enfrentando ainda um monte de discriminações, proibições e outras dificuldades, nosso samba vai singrando os mares da felicidade de milhares de pessoas, formando músicos e outros profissionais, além de ser a diversão mais barata para as comunidades.

“Ser sambista é ver, com os olhos do coração, ser sambista é crer que existe uma solução...”

Sambistas não são apenas aqueles tocam e cantam, sambistas são todos aqueles que amam e respeitam a nossa arte maior.

Viva o samba, vivam os sambistas!

Obrigado, meu Deus, pela honra e a glória de ter nascido sambista. Afonso Marra Filho(Mestre Affonso)
***Retirado do blog de Zu Moreira(O Tempo)

Chapéu Panamá se dissolve ***


O grupo Chapéu Panamá, que em abril lançou o primeiro CD, “Ao Vivo na Biblioteca”, foi dissolvido. Mais uma história de fim do casamento. Logo agora que a rapaziada começava a se destacar no cenário, com uma música autoral de alto nível, composta em sua maioria pela dupla Renato Rosa e Matheus Brant. Junto com Eduardo Faleiro, os dois resolveram tomar outro rumo. Bruno Sant’Anna Dutra (cavaquinho), Cacá Campos (flauta), Rafael Mello (percussão) e Luis Oliveira (cavaquinho solo e percussão) completavam o Chapéu Panamá. Pelo menos foi essa a formação do show de lançamento do disco, no Teatro Alterosa, com a participação de Brasilino no Trombone.

“O que acontece agora é que a proposta que eu , Renato Rosa e o Matheus Brant tínhamos para o grupo, que era de um trabalho mais autoral, não era o mesmo do resto do pessoal. Resolvemos parar o Chapéu. Mas a dupla de compositores continua e muita música boa vem por ai. Pro meu lado, a inspiração arquitetônica esta cada vez maior, e já estamos projetando um estúdio para o Brant!”, explicou Dudu Faleiro.
***Retirado do blog de Zu Moreira(O Tempo)

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

DOAR SANGUE É COLABORAR NA PRESERVAÇÃO DA VIDA!!!

Doar sangue é simples, rápido e não dói. Todo ser humano em boas condições de saúde pode doar sangue sem qualquer risco ou prejuízo a sua saúde.

Precisamos de doadores para a atender a mãe de Viviane Moraes Belchior e Couto (Vivi), que trabalha comigo. Ela está internada na UTI do SOCOR.
As doações deverão ser feitas no endereço abaixo, em nome de Geralda Eustáquia de Moraes Belchior
Endereço: Banco de Sangue e Hematologia
Rua Juiz de Fora, 861, Barro Preto.
Telefone: 31-3335-6600

desde já agradecemos.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Nei Lopes: o malandro mais intelectualizado do Brasil ***

***Retirado do blog de Zu moreira.


Matéria de Lucas Nobile, do Estadão, sobre o lançamento da biografia de Nei Lopes, no próximo mês.

Biografia traz história e obra de autor produtivo e referencial.

Autor de livro sobre sambista Nei Lopes, Oswaldo Faustino diz que mais de 300 termos do dicionário Houaiss citam compositor
Lucas Nobile
Descuidados com a história da música popular do País afirmam que a união entre refinamento e despojamento no samba foi enterrada com Mário Reis, em 1981. Os mais radicais defendem ainda que tal combinação deixou de existir quando o cantor decidiu trocar os palcos aos 28 anos, em 1936, por um cargo no gabinete da prefeitura do Distrito Federal. Injustiças como essas ignoram que ainda hoje o compositor e cantor Nei Lopes, que terá sua biografia lançada em setembro, é a personificação do último sambista ao mesmo tempo malandro e intelectual.Nei Lopes, cujo lançamento está marcado para o próximo dia 10, na 14ª edição da Bienal do Livro, no Rio de Janeiro, foi escrito pelo jornalista Oswaldo Faustino e faz parte da coleção Retratos do Brasil Negro (Selo Negro Edições - Grupo Editorial Summus, 120 págs. R$ 19,90)."O livro é mais um perfil biográfico. Como o próprio Nei diz, é apenas uma parte da biografia dele. Ele é um vulcão, uma usina de criação. Escreve e pesquisa compulsivamente. Cada letra dele daria para escrever um tratado", diz Faustino, avesso ao termo "biografia definitiva", principalmente pelo fato de Nei Lopes ainda estar vivo e em plena atividade. "Como o Nei não para, o livro certamente precisaria de muitas atualizações em possíveis edições posteriores", complementa o autor.Ainda que de maneira panorâmica, a minibiografia faz um retrato de Nei Braz Lopes, que, aos 67 anos, morando em um sítio no município de Seropédica, região metropolitana do Rio, carrega há tempos um estilo único por conseguir mesclar em seus sambas o erudito e o popular. Músicas que sobem o morro, falando a língua do povo com versos, como "senão tu tava de cueca lá na Frei Caneca no 171, abre a caçapa pra mais um", e pedem licença para adentrar altos salões e dialogar com acadêmicos e letrados, com termos em latim, francês e jurídicos, aprendidos pelo compositor na Faculdade de Direito da Universidade do Brasil, atual UFRJ. Uma mistura balanceada e que resulta em crônicas imagéticas do cotidiano, em muitas das vezes, usando o bom humor para falar de coisas sérias, como nos discos Sincopando o Breque (1999) e Chutando o Balde (2009).O livro também relembra outra importante faceta do sambista, mostrando a envergadura da obra de Nei Lopes como pesquisador, que tem 35 livros lançados, e foi indicado para o Prêmio jabuti, deste ano, na categoria didáticos e paradidáticos, com História e Cultura Africana e Afro-Brasileira (Ed. Barsa Planeta). "Ele virou uma referência sobre África, cultura e história afro-brasileira. Para se ter uma ideia, mais de 300 termos do dicionário Houaiss citam o Nei", comenta Faustino.Com uma produção incessante, Nei Lopes está com mais três livros prontos. Dois deles, o romance Mandingas da Mulata Velha na Cidade Nova e a rapsódia Oyobomé O? Mezamu!, devem ser lançados este ano. Para 2010, deve chegar ao público o Dicionário da Antiguidade Africana, com mapas e gráficos, divulgando a incansável batalha de Nei Lopes pelo afrocentrismo, deixando de estudar a África apenas do ponto de vista da escravidão.

Acorda Belô*

Como dei uma sumida do blog (falta de tempo p/ atualizar), estou postando duas matérias seguidas de Mestre Afonso, retiradas do blog de Zu moreira.



Hoje, por todo o país, o carnaval e as manifestações que o cercam além de dar uma visão nacional (São Paulo, Bahia, Parintins, Recife, Olinda, Sabará, Ouro Preto, Esmeraldas, etc) se tornaram um forte elo entre as comunidades. Projetos sócio-culturais estão sendo desenvolvidos em várias cidades brasileiras; cidades estão se projetando nacionalmente através do carnaval, enfim, os três pilares para o povo são o esporte, a religiosidade e as manifestações culturais regionais. Manifestações estas que fomentam o desenvolvimento de cidades e regiões através do turismo e outros aspectos. O que chama a atenção, no caso das manifestações culturais, são as características próprias de cada local ou a criatividade com que um mesmo modelo seja mostrado.
Há vinte anos São Paulo era o túmulo do samba na ótica de alguns, hoje a cidade de São Paulo é respeitada até pelo Rio de Janeiro, onde é realizado o maior carnaval do mundo. Há vinte anos, a Bahia era apenas um manancial cultural mantido apenas pela força da própria cultura. Hoje a Bahia é destaque mundial. Parintins, uma ilha encravada nas profundezas do Amazonas, é hoje destaque, também mundial, exclusivamente por uma festa anual: festa dos bois Garantido e Caprichoso. Para não irmos muito longe, Sabará é hoje conhecida nacionalmente por seus eventos que empregam milhares de pessoas além de manter sempre unidas as comunidades: Festa da Cachaça, Festa do Ora-pro-nobis, Festa da Jabuticaba, Concurso de Marchinhas, e um carnaval maravilhoso, feito por blocos que causam inveja ao carnaval de Belo Horizonte, pelo sucesso e pela forma de organização.
Enquanto muitos estados e cidades do país estão usando a cultura como um novo norte para atividades turísticas e sócio-culturais, Belo Horizonte adormece. Dizer que não temos tradição de carnaval é apenas mais uma daquelas desculpas inventadas pelos incompetentes ou pelos que desconhecem completamente a história da sua própria cidade. Belo Horizonte é celeiro de bambas. Mesmo antes da sua inauguração os operários que vieram construir a “Cidade Vergel” já desfilavam por suas ruas. Quase todas as escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro têm alas ou desfilantes da nossa cidade.
Na verdade, o que não temos aqui é gente competente – no poder e nas entidades que dizem representar nossas escolas de samba e blocos caricatos - para fazer um grande carnaval. A Belotur é apenas uma empresa para a qual o carnaval é uma “festinha”, e quando falamos nas entidades representativas das nossas escolas de samba e blocos caricatos, aí é que a vaca vai para o brejo mesmo: são poços de vaidades e incompetência para assumir a mais conhecida festa popular do país.
E assim vamos levando o barco quando poderíamos transformá-lo num transatlântico, dando oportunidades reais às comunidades que fazem parte de escolas e blocos. Projetos sócio-culturais de grande vulto poderiam ser criados e na área profissional daríamos formação a costureiras, bordadeiras, marceneiros, pintores, carpinteiros, serralheiros, etc. As comunidades fervilhariam na área profissional e assim, criando oportunidades, estaríamos tirando centenas de crianças, jovens e idosos, da ociosidade maldita, que acaba desviando as pessoas para a marginalidade.

Samba X Pagode ***

Antes que metam o pau, vamos deixar claro que pagode não é ritmo, ou é uma construção chinesa ou uma reunião de pessoas, termo muito usado nos meios sertanejos. Os termos, pagode e pagodeiro, foram adotados pela mídia como uma forma de introduzir na sociedade uma nova visão do samba que durante muito tempo foi ignorado pela grande mídia ou tratado como marginal, embora sempre tenha sido a maior representatividade da cultura brasileira.

O termo pagode surgiu no samba basicamente para diferenciar-se do que chamamos de samba tradicional. Os jovens que chegavam com novas roupagens e formas de interpretação deixaram de lado as antigas formas de compor e partiram para o lado comercial. É claro que todo mundo assustou, mas por outro lado, a partir da entrada firme e forte da juventude no samba, paradigmas foram quebrados e surgiu uma nova visão em todos os aspectos, principalmente no âmbito profissional. No principio a rejeição foi quase total, depois, os sambistas tradicionais foram se aproximando e muitos deles (Alcione, Jorge Aragão, etc) começaram e gravar com eles.

Mas a pergunta principal é o que é melhor, o samba ou o pagode?

Embora os puristas não engulam os chamados pagodeiros, particularmente não tenho quase nada contra. E quando digo “quase” é porque o que eu não engulo é a forma que a maioria da garotada interpreta as músicas, tudo igual com ganidos e gemidos. Quanto às letras e músicas, entendo que em todos os tempos existiram músicas boas e ruins. Se formos nos aprofundar na questão eu perguntaria: se o Pelo Telefone, um maxixe, fosse gravado hoje, será que teria a mesma força e aceitação como a que recebeu em 1917?

Se Zeca Pagodinho, Leci Brandão, Arlindo Cruz e mais um monte de gente bamba tivesse nascido na mesma época daqueles que freqüentavam a casa da Tia Ciata, com certeza estaríamos exaltando esse pessoal como raízes intocáveis.

Então, chegando aonde quero chegar, penso que este papo de rotular o samba é mais uma forma de discriminação e enfraquecimento do que uma tentativa de fortalecê-lo. Isto porque na verdade a mídia não abraçou o samba, o que aconteceu foi que as multinacionais do disco não conseguiram conter a sua força, que durante anos foi massacrada até por produtos de baixa qualidade vindos do exterior. A minha geração engoliu, porque a maioria das rádios só tocava músicas estrangeiras. Não é que não tocavam samba, tocavam sim, mas quase que sob um tapete. Ouve-se até hoje: acabamos de tocar o samba tal e agora vamos ouvir uma MPB. É mole?

Ninguém ouve dizer que Djavan, João Gilberto, Vinícius, Tom, Elis, Emílio Santiago, Elizete Cardoso, Chico Buarque e outros, são sambistas. Como não conseguiram detê-los, tratam-nos como outra categoria de músicos. Sambista não canta somente samba, canta o canto que lhe vem da alma.

Ninguém jamais ouviu em rádio alguma alguém anunciar um roquinho, um bolerinho, ou um tanguinho, mas todos nós já ouvimos alguém anunciar um “sambinha”.

Então rapaziada, cuidado com as armações porque ainda existe muita gente que não aceita o samba como a maior representatividade deste país. Viva o samba!

*** Por Afonso Marra Filho, o Mestre Affonso.


CIDADANIA URGENTE

Diante deste procedimento ditatorial do Poder Executivo, e da ausência de um Poder Legislativo atinente aos anseios da Nação; - lamentavelmente a imensa maioria da nossa gente “dorme em berço esplendido”. Não se manifesta porque não tem tempo? Pouco se “lixa” para o que fazem no Planalto? Para as futuras gerações? Como colocado pelo Deputado gaúcho Sergio Moraes? Ou, prefere se portar com mansidão bovina a despeito de ver seus direitos e de seus filhos vilipendiados pela arrogância de um poder público salopado pela ignorância, voracidade de poder e de corrupção generalizada?

Não se trata apenas dos Projetos de Lei que favorecem e facilitam a vida do povo. Trata-se sim de soberania e auto-respeito que devemos revigorar em nossos espíritos. Aflorar nossos valores Moraes e éticos e que de longe se coadunam com os dos nossos políticos. A todos que lerem este manifesto, desejamos a reflexão e participação ativa para começarmos a mudar esta precária condição de ausência de civismo, que é a grande responsável pelos desmandos que assolam nosso país.

Um povo que não clama pelos seus direitos não merece tê-los. Em outras palavras um povo de cordeiros é dirigido por lobos.

“Quem aceita o mal sem protestar, coopera realmente com ele”.
“Martin Luther King – Líder negro americano assassinado”

Permitir que o mal prospere é pior do que praticá-lo

O que mais preocupa não é nem o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter, dos sem-hética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

grande partideiro

ANICETO DO IMPÉRIO.
Carioca do Estácio, Aniceto de Menezes e Silva Junior começou a freqüentar os ambientes do samba, jongo e partido alto aos 16 anos, tendo travado amizade com Paulo da Portela, Xangô da Mangueira, Alberto Lonato e outros bambas. Freqüentador da agremiação Prazer da Serrinha, foi fundador da escola de samba Império Serrano, em 1947, ao lado de Antonio Fuleiro, Molequinho, Mocorongo e outros. Entretanto, nunca fez parte da Ala dos Compositores da escola, por não gostar de compor sambas-enredo. Destacou-se no estilo partido-alto, firmando-se como um dos grandes partideiros da história, sem economizar nas construções gramaticais rebuscadas e no vocabulário pouco usual.
Pegue aqui essa raridade:

http://lix.in/bcbd9466

NOVO CD DE MART'NALIA


segunda-feira, 10 de agosto de 2009

GRIPE SUÍNA

Se limpando as mãos com álcool já se diminui o
risco de pegar o vírus da Gripe Suína,
enchendo a cara de goró, então, ele nem chega perto!


FIGA DE GUINÉ CONVIDA GALLOTTI

baixe aqui o CD de Eduardo Gallotti:

http://rapidshare.com/files/212235293/Eduardo_Gallotti_-_O_Samba_das_Rodas.zip.html


Sobre o "FIGA DE GUINÉ"



Grupo que iniciou suas atividade em 13.05.2005 com o nome de Candeeiro. Formado por Adir Reis no violão sete cordas, Gustavo Monteiro no cavaquinho e voz, Sérgio Achtschim na voz, Robson Batata no surdo e percussão e Túlio no pandeiro e percussão. O grupo Figa de Guiné faz uma roda de samba aos sábados no Esbelecimento Bar, na Rua Monte Alegre, 160 - Serra- Belo Horizonte, Minas Gerais. Esta roda de samba tem início às 16 horas e vai até as 20 horas e trinta minutos.


ESSE EU INDICO, VALE A PENA CONFERIR.

CARTEIRA DE MÚSICO (Por Mestre Afonso)


A profissão de músico pode ser desregulamentada. Quem propôs a ação foi o Ministério Público Federal e o assunto já está no Supremo Tribunal Federal. Se a medida vingar, a carteira de músico não vai valer mais nada.
Na verdade, infelizmente, poucos são os músicos que conhecem realmente a utilidade da carteira que usam. Isto porque tirar a tal carteira é algo relativamente fácil, basta conhecer algumas notas musicais, pagar as taxas, fazer o exame e pronto, mais um “músico” na praça. No caso especifico do samba, o cara dá tapas no pandeiro, coloca o bichinho debaixo do braço, quebra um chapéu na testa, muda o jeito de andar e já é sambista. Vale dizer aqui que o citado não respeita ninguém. Bota banca, discute com a velha guarda, monta pagode, enfim, da noite para o dia o cidadão vira o dono da cocada preta.

A carteira, como a fiscalização é precária, serve mais para que o músico tente entrar de graça nas casas de shows do que para a profissão, mesmo porque, casa de show nenhuma faz contrato com sambista. Os contratos são verbais, sem nenhuma garantia legal.

O “músico”, a maioria, não paga anuidade, mas vive metendo o pau na Ordem dos Músicos, desconhecendo seus direitos e deveres.

Mas essa notícia me pega por outro aspecto. A mania de extinguir sem analisar ou procurar outras soluções está tomando corpo em todo o Brasil. Quando a coisa problemática os políticos fazem um plebiscito, como no caso do desarmamento, que desarmou o cidadão e deixou os bandidos bem à vontade para matar e roubar. Mas ninguém faz plebiscito para que o povo determine quais os políticos que deveriam estar no olho da rua por roubar, fazer mutretas, etc. Não se faz plebiscito para que votemos contra os altos salários de políticos que nada fazem por nós.

Se a lei que acaba com a profissão de músico vingar, os verdadeiros músicos sofrerão uma punição que não merecem, eles serão jogados no meio da rua, virarão marginais. Serão punidos por trabalhar numa das poucas profissões que traz a alegria e o entretenimento para todas as classes sociais.

Infelizmente a maioria de quem faz as leis não vive as dificuldades para as quais define regras. O maior exemplo disto está aqui em Belo Horizonte. Entendemos que as pessoas precisam de paz, mas sabemos também que em qualquer lugar a cultura e o entretenimento fazem parte da história e da necessidade da maior parte da população. Isto para não falar dos milhares de empregos que o lazer oferece.

Criaram uma lei que pune milhares de pessoas sem sequer debater o assunto com os músicos buscando alternativas. A coisa ficou tão absurda que apenas um telefonema basta para que casas de espetáculos sejam fechadas colocando na rua, nesses tempos tão difíceis, centenas e centenas de pais de família. Onde vamos parar? Como sobreviverão músicos, garçons, cozinheiras, copeiros, seguranças, etc.

Não coadunamos com a baderna que alguns locais promovem em termos de som e comportamento, mas também não podemos ficar calados diante do caos social que já podemos pressentir. Vivemos o tempo da hipocrisia, isto porque se a lei fosse para todos, mais de 90% dos bares e casas de shows existentes na cidade teriam que ser fechados por falta de condições técnicas. Fecha-se o Bar do Zezinho, mas outras casas e espaços muito mais perigosos ficam abertos, deixando a população à mercê da sorte...

A música não é marginal, o que esperamos é um tratamento digno para o grande problema que se descortina diante dos olhos daqueles que fazem da música o seu pão de cada dia.

ENQUANTO UMA CRIANÇA OU JOVEM PORTAR NAS MÃOS UM INSTRUMENTO MUSICAL, MENOS ESPAÇO PARA AS ARMAS E AS DROGAS.

Obrigado, meu Deus, pela honra e a glória de ter nascido sambista.

MÚSICA PARA TODOS



AGOSTO
http://www.ufmg.br/conservatorio/paginas/programacao_agenda_semana.html
PROGRAMAÇÃO - Eventos

PROJETO PARA TODOS.
-TERÇA -FEIRA - 19:30 - R$ 10,00 INTEIRA
Meia entrada conforme a lei.
O ingresso será vendido no dia do show a partir das 18h00 .

11/08 - Telo Borges - piano e voz

PROJETO QUARTA CULTURAL.
- QUARTA-FEIRA - 12:30 - ENTRADA FRANCA
12/08 - Banda de Música da UEMG
Repertório variado
Solista: Soprano Ilcenara Klem
Regente: Cláudio Marcus Floriano

Conservatório UFMG - Av. Afonso Pena, 1534 - Tel:(31) 3409-8300 - Fax:(31) 3409-8333

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Campanha publicitária espalhada pela cidade de São Paulo através de Outdoors.***

"Crie filhos em vez de herdeiros."

"Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."

"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."

"Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."

"Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."

"Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"

"Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."

"Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."

E em seguida a esse Outdoor na Marginal Pinheiros, tinha um outro dizendo:

...e quem sabe assim você seja promovido a melhor pai do mundo!)

"Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."

*** Enviado por M.Marçal.