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quinta-feira, 30 de julho de 2009

SÁBADO O SAMBA RETORNA NO MERITÍSSIMO.

PRINCÍPIO DO INFINITO

O SAMBA CONTINUA, E AGORA EM NOVO HORÁRIO:
18:00 AS 23:00hs.

SPAÇO MERITÍSSIMO
Rua Paracatú, 548 - Barro Preto, ao lado do Fórum.
Tel.: (31) 3295-5687

OLHA A JANAÍNA AÍ...


A cantora mineira Janaína Moreno apresenta, o show Festeira, com repertório de canções inéditas e clássicos do samba.
“Veio com um sopro o festeiro/ que do meu coração se apossou”, ela canta no samba de sua autoria. O público vibra. Em seguida, “Quem te viu, quem te vê” o famoso samba de Chico Buarque de Holanda. O público canta com o mesmo entusiasmo. Talvez a magia de Festeira esteja na desenvoltura com que a cantora envolve o público em um estado de samba e catarse. Enraizado nas cores e nos ritmos festeiros da cultura brasileira, o espetáculo Festeira é uma celebração da alegria. Com a presença sempre marcante e sedutora de Janaína Moreno, o show conta com um repertório rico e com excelentes músicos que mantêm a todo embalo os ritmos que vão do velho samba partido alto ao maracatu.
Janaína Moreno é mineira de Belo Horizonte. Teve sua formação inicial no teatro, sempre dedicando-se paralelamente à música. Esta última tomou nova proporção quando foi convidada pelo sambista Miguel dos Anjos para integrar o projeto Samba da Madrugada, sucesso absoluto nas noites mineiras. Com o andamento desse projeto, dividiu o palco com artistas como Walter Alfaiate, Tia Surica, Moacyr Luz e Fabiana Cozza. Com ótima recepção da crítica, Janaína faz parte da nova geração de sambistas de Minas Gerais, que tem obtido lugar de destaque no cenário nacional. No final de 2008, a cantora foi uma das vencedoras do concurso “Novos bambas do velho samba”, no bar Carioca da Gema, tradicional reduto do samba do Rio de Janeiro.
Atualmente, canta ao lado do “Quinteto Carioca”: Marcelo Correia (violão), Luiz Henrique (cavaquinho), Breno Hirata (sopros), Peterson Oliveira (percussão) e Jorge André (percussão).

DIA DO SAMBA NO MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE

VOCÊ SABIA DO PROJETO DE LEI 1860/2008?


Pois é, a vereadora Neila Batista (PT) apresentou o projeto que foi aprovado conforme texto abaixo:


"Os outros dois projetos aprovados, nesta sexta-feira(12/12/2008), em votação simbólica e em primeiro turno, foram o 1.840/08, que institui o Dia Municipal dos Motociclistas em 27 de julho, de autoria da vereadora Neila Batista (PT); e o 1.860/08, também de Neila Batista, que cria o Dia do Samba no Município de Belo Horizonte, a ser comemorado em 6 de setembro."

click na imagem

Não entendi porque já existindo o "dia nacional do samba", o motivo de se criar uma data só para BH, mas vale o fato de alguém estar pensando no samba dentro do poder público. Vejamos se algo acontece.

Maiores informações sobre o projeto, no gabinete da vereadora Neila Batista (3555-1182/2283), e na Superintendência de Comunicação Institucional (3555-1105/3555-1216).

Colaboração do amigo M.Marçal.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Carnaval BH*


Retirado do blog de Zú Moreira(O Tempo).

Para quem já foi considerado o segundo carnaval do país, o que temos hoje é um arremedo ou remendo de péssima qualidade. Estamos em julho e tudo está parado. Dizer que o carnaval de Belo Horizonte vem melhorando nesses seus cinco anos de retomada (ficamos semi-paralizados por dez anos), é uma meia verdade. Se por um lado o poder melhorou razoavelmente a condição para os desfiles, do outro lado, as escolas de samba não progrediram.
Fundaram uma entidade representativa, SAMBADEZ, mas nos seus anos de existência esta entidade conseguiu apenas acumular dúvidas e dívidas. São Paulo deslanchou, a Bahia arrebenta a boca do balão, Parintins virou coqueluche mundial, e nós?
Para não irmos longe, quase sem sair do lugar, basta citar o carnaval de Sabará, que está muito à frente do nosso. São mais de doze blocos (com média de 400 componentes cada um), enredos, sambas e fantasias maravilhosos, verbas condizentes com o espetáculo, enfim, ficamos no chinelo com nossas “escolas de samba”, que às vezes nem chegam a ter 200 componentes. Algumas das nossas “escolas” passam longe desse nome: são colchas de retalhos montadas com alas que nunca estiveram juntas, só se encontram na avenida na hora dos desfiles.
Nossos presidentes, a maioria, reclamam das verbas recebidas, mas jamais apresentaram nenhum, nem UM, projeto para a melhoria e engrandecimento do carnaval de Belo Horizonte. Prestação de contas por aqui é brincadeira de extremo mau gosto, além da demora para a entrega algumas prestações de contas chegam à beira do ridículo e só engole quem quer... Se alguém tivesse a paciência de conferir os desfiles de 2009, veria claramente que algumas escolas de samba não colocaram nem a metade da verba que receberam na avenida. Ninguém é bobo, mas ninguém tomou, que eu saiba, providências contra essa aberração.
Outra aberração é o fato da maioria das nossas agremiações estarem irregular em matéria de documentação e mesmo assim conseguir receber verbas públicas. Um recebe pelo outro, o outro recebe pelo um, e a bagunça funciona há anos e anos. Para que os leitores tenham uma idéia da bagunça, temos hoje umas sete escolas de samba e uns dez blocos caricatos: são quatro entidades para representá-los. Ninguém combina com ninguém, cada um puxa para o seu lado e dane-se o samba. Aqui o que impera são a vaidade pessoal, os interesses pessoais, a usura, e o desconhecimento do que é carnaval pela maioria dos presidentes das entidades que dizem nos representar.
Ninguém suporta mais esse estado de coisas, nem o poder e nem nós que fizemos e fazemos a história no samba com dignidade. Estamos sendo manipulados por incapazes que se julgam deuses acima de qualquer suspeita. Todo mundo sabe e vê que as agremiações não são iguais. Enquanto algumas se endividam para colocar um carnaval digno na avenida, outras não estão nem aí, sobra dinheiro... Para onde vai esse dinheiro, ninguém sabe...
Aí de nós se não fosse o apoio da imprensa (alguns órgãos) que ainda prestigia esse nosso carnaval mambembe, extremamente mal produzido e mal aproveitado, nem regulamentos as entidades representativas sabem fazer. Não gostam de pagar profissionais, mas adoram copiar ou se apossar de idéias, que ficam pela metade porque eles não sabem desenvolver. Apresentam essas idéias como se fossem suas ao poder e à imprensa, e o máximo que conseguem é virar motivo de chacota.
A Liga Carnavalesca de Esmeraldas, em julho, puniu os blocos Tô Atôa e Paz e Amor, por não seguirem seu regulamento, eles não desfilarão em 2010. A cidade de Esmeraldas também está à nossa frente em matéria de organização.
Eu tenho muito mais coisas para falar, mas vou parar por aqui. Na verdade ando enojado de tanta desordem, tanta vaidade, tanta falta de compromisso com o samba.
Obrigado, meu Deus, pela honra e a glória de ter nascido sambista.
Por:*Afonso Marra Filho, o Mestre Affonso, que é natural de Belo Horizonte. Músico, produtor, radialista, colunista, está imerso no mundo do samba há 50 anos. Como diretor de Bateria, é detentor de dezoito notas dez e vários Tamborins de Ouro, maior premiação individual no Carnaval de Belo Horizonte. Atualmente, é colaborador do Programa Acir Antão, como repórter do samba, na Rádio Itatiaia, todos os domingos. A partir de hoje passarei a reproduzir a COLUNA DO MESTRE AFFONSO, que oferece dicas de rodas de samba, conta histórias e causos e passa um pouco de sua experiência. Originalmente essa coluna é publicada no blog "sala de recepção-A casa do samba" do jornal O Tempo, por Zu Moreira.

COMO DIZ UM AMIGO: "BRINCADEIRA"

Dos ringues para os palcos, Maguila vira "sambista"

O ex-pugilista brasileiro Maguila encontrou uma nova ocupação após a saída dos ringues. O boxeador virou sambista e vai lançar em breve seu primeiro álbum. A primeira música de trabalho, "Vida de Campeão", já está disponível para download no site da gravadora. A letra possui versos sobre sua vida e sua carreira.

Maguila se aposentou dos ringues em 2000, após perder por nocaute para Daniel Frank. Ele foi o primeiro lutador brasileiro a ser campeão mundial de pesos pesados, em 1995. Das 85 lutas que protagonizou durante sua carreira, foram 77 vitórias e sete derrotas (entre elas, uma para Evander Holyfield e outra para George Foreman).

Confira a música:

http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2009/06/02/ficha_musica/id_sessao=19&id_noticia=11835/ficha_musica.shtml

sexta-feira, 24 de julho de 2009

CANJIQUINHA COM COSTELINHA


Instruções para preparo
Ingredientes :
200 gramas de canjiquinha
1 quilo de costelinha
1 colher das de mesa de urucum
1 cebola ralada
1 cálice de cachaça
½ cálice de limão
Óleo, o necessário
Sal com alho, o necessário
Água, o necessário
Cheiro-verde a gosto
Pimenta a gosto.

Modo de preparo:
Usar uma tigela funda para lavar a canjiquinha em várias águas, até apurar bem. Escorrer e reservar.
Lavar as costelinhas; colocar em uma panela, cobrir com água, juntar a cachaça e o limão, levar ao fogo para uma leve fervura, escorrer bem e temperar a gosto. Aquecer bem o óleo e juntar as costelinhas para fritar levemente. Retirar o excesso de gordura que se formar e reservar.
Levar ao fogo uma panela, colocar óleo, sal com alho, a cebola e por último o urucum. Juntar a canjiquinha, misturar bem, acrescentar água e deixar cozinhar até começar a amaciar, tendo o cuidado de mexer sempre para não agarrar no fundo. Por ultimo, juntar as costelinhas e deixar ferver para terminarem juntos o cozimento.Acertar o tempero. Acrescentar cheiro-verde e pimenta

100 anos de MANO DÉCIO DA VIOLA

Link p/ reportagem sobre:

http://www.sidneyrezende.com/noticia/47848+para+mano+decio+da+viola

http://www.tribuneiros.com/2009/07/22/o-%20imperio-serrano-que-nos-justifica/

O IMPÉRIO COMEMORA 100 ANOS DE MANO DÉCIO

terça-feira, 21 de julho de 2009

SE LIGUEM NESSA RAPAZIADA

É O GRUPO "CAPIM SECO"

CLICK NA IMAGEM P/ AMPLIAR

ESSE CAPIM É SECO MAS É DE MUITO BOA QUALIDADE. VALE A PENA ESPERIMENTAR.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

SÉRIE DE CDs PRESERVA A HISTÓRIA DO SAMBA DE SÃO PAULO

A história do samba de São Paulo finalmente começa a ser devidamente resgatada e preservada, graças à iniciativa das entidades culturais Kolombolo (www.myspace.com/kolombolo) e Sambatá (http://www.sambata.com.br/) que lançam, com produção dos músicos T. Kaçula e Renato Dias, a série Memória do Samba Paulista, Os quatro primeiros volumes acabam de chegar às lojas, com distribuição da Tratore (http://www.tratore.com.br/).

A Embaixada do Samba Paulistano foi criada em 1995 na sede da União das Escolas de Samba Paulistanas para preservar a história do carnaval da metrópole. Entre outras atividades, a Embaixada organiza os concursos que elegem o Cidadão e Cidadã Samba de São Paulo. Hoje tem integrantes de diversas Velhas Guardas das Escolas de Samba paulistanas. O CD da Embaixada traz sambas como Cabaré (Ideval/Zelão), Avanço da Tecnologia (Paulão da Lapa/Wilson Passarinho), O Samba Através dos Tempos – Biografia do Samba (Talismã/Tabu) e um pot pourri com sambas de bumbo, uma das raízes do gênero em São Paulo.
Nascido em Piracicaba (SP) há 80 anos, Antônio Messias de Campos, o Toniquinho Batuqueiro, aprendeu tudo sobre ginga e verso com os batuqueiros e cururuzeiros de sua cidade natal. Aos dez anos mudou-se para a zona norte de São Paulo, passando logo a frequentar rodas de samba principalmente no centro da cidade, onde trabalhava como engraxate. Ao lado de seus contemporâneos Geraldo Filme e Zeca da Casa Verde, fez a trilha sonora das peças Balbina de Iansã e Plínio Marcos em Prosa e Samba – Nas Quebradas do Mundaréu, ambas do dramaturgo, escritor e ator Plínio Marcos. Além de compor sambas com forte influência de música rural, Toniquinho fez sambas de enredo para a Rosas de Ouro, Unidos do Peruche e Unidos de Vila Maria. Seu CD tem composições como Marra no Mourão, Ditado Antigo, Pé de Serra e Sá Dona (esta em parceria com Geraldo Filme).
O grupo Tias Baianas Paulistas foi criado em 1994 por Valter Cardoso, o Valtinho das Baianas, com o objetivo de valorizar a história e o papel das baianas nos desfiles e no dia a dia das agremiações. Tem integrantes da Nenê de Vila Matilde, Camisa Verde e Branco e Vai-Vai. As Tias Baianas têm um espaço para desenvolver suas habilidades e discutir a importância das baianas nas Escolas de Samba de São Paulo. Além disso, foi formado um grupo vocal que traz neste CD sambas como Marinheiro Só (Caetano Veloso), Samba Sem Sambista (Thiago Barroca) e Bumbo de Pirapora (T. Kaçula/Renato Dias).
A Velha Guarda da Unidos do Peruche existe desde 1955, ano em que Carlos Alberto Caetano, o Carlão do Peruche, fundou a Escola após se desentender com a diretoria da Lavapés, onde atuava. Hoje é uma das agremiações mais populares do Carnaval paulistano. No CD, a Velha Guarda interpreta sambas de compositores que fizeram a história da Unidos do Peruche, entre eles Geraldo Filme (Tradições e Festas de Pirapora e Avante Mocidade, este em parceria com Narciso Lobo), Fernando Cabelo (Argumento) e o próprio Carlão do Peruche (Repicar dos Tamborins).
Os próximos lançamentos da série Memória do Samba Paulista serão CDs das Velhas Guardas da Vai-Vai, Nenê de Vila Matilde, Rosas de Ouro e Unidos de Vila Maria e dos compositores Ideval e Zelão.
Retirado do blog "Acordes"

terça-feira, 14 de julho de 2009

DA GALERIA DE SAMBISTAS, MEU PARCEIRO E AMIGO.

*** Altair Barbosa ***Mineiro de Belo Horizonte. Nascido em 1962 no bairro Boavista. Desde a juventude aficcionado por música popular, em especial pelo samba, tendo como ídolos de referência Roberto Ribeiro e João Nogueira.Sempre envolvido nos movimentos de samba de B.H., em 1985 por intermédio de Serginho B.H., ingressou no grupo “Xodó” como vocalista e pandeirista, quando começou a dar os primeiros passos compondo suas primeiras músicas.De 1986 até 1994 permaneceu no grupo “Caprichosos do Samba” (originário do grupo “Xodó”), que em 1994 mudou o nome para grupo “Capricho” e lançou seu 1º CD “Do jeito que você gosta”. Neste 1º CD o compositor Altair Barbosa já teve 4 músicas gravadas, inclusive a que deu o título do CD. Daí em diante gravou composições suas com vários grupos e interpretes de samba mineiros. Está radicado no Rio de Janeiro deste 2006 divulgando seu trabalho, conhecendo e compondo com novos parceiros e se integrou ao movimento de compositores “Samba na Fonte” em setembro de 2007.

http://www.portalclickrj.com.br/sambanafonte/

segunda-feira, 13 de julho de 2009

SAMBA, SAMBA E MUITO SAMBA...

SAMBA LEVADO A SÉRIO.
UMA BOA PEDIDA PARA OS AMANTES DO BOM SAMBA, É A RODA QUE ACONTECE TODOS OS DOMINGOS NO BAIRRO SÃO MARCOS À RUA MARIA APARECIDA,375 ÀS 16:30hs. UMA RODA ENTREMEADA DE BONS SAMBAS CONSAGRADOS E SAMBAS INÉDITOS DOS COMPOSITORES QUE PARTICIPAM DA MESMA. VALE A PENA CONFERIR, O LOCAL É ACONCHEGANTE (QUINTAL DO SERGINHO DIVINA LUZ) E LÁ FUNCIONA UM FOGÃOZINHO A LENHA DE MALANDRO. COBRA-SE UMA PEQUENA AJUDA DE CUSTO DE R$7.00 E R$5.00. FOTOS NO LINK http://www.eucantosamba.nafoto.net/
p.s. O NOME DESSE PROJETO É " EU CANTO SAMBA" POIS LÁ QUEM QUISER PODE CHEGAR E CANTAR UM SAMBA BOM QUE SERÁ MUITO BEM VINDO. PARA FICAR MELHOR INSTALADO, É BOM CHEGAR UM POUCO MAIS CEDO, AS MESAS SÃO LIMITADAS.

JAIRO PEREIRA DA COSTA,MAIS UM BALUARTE DO SAMBA DE BH

Aí vai mais um dos que deram o chute inicial pelo samba mineiro. A minha homenagem a "ESCOLA DE SAMBA CIDADE JARDIM"


Sambista nato, o Blog CARNAVAL BH tem o orgulho de apresentar a todos nada mais nada menos do que: Seu “Jairo Pereira da Costa “ o mesmo que apadrinha com seu nome o troféu CARNAVAL BH.Sua vida como sambista começa em 1957, quando ele é eleito cidadão samba de Belo Horizonte, quando ainda era componente da extinta escola de samba “União Serrana”, no Bairro da Serra. Em 1961 ele realiza o seu maior feito como sambista . Seu Jairo funda no Conjunto Santa Maria o GRES.CIDADE JARDIM a maior campeã do carnaval de Belo Horizonte até os dias de hoje, muito mais que um presidente de escola de samba, Jairo é um símbolo de nosso carnaval e mesmo após sua morte sua presença ainda é viva dentre a memória dos sambistas da capital, sendo ate mesmo enredo de sua escola no ano de 2006, quando a GRES.Cidade Jardim contou a historia de seu mais querido presidente,ficando em 4ºlugar com “Festa para o Rei Negro”Uma lenda do samba, um homem acima de seus ideais, onde o valor dado por ele como sambista supera todas as expectativas.Mesmo hoje quando o carnaval de Belo Horizonte passa por um momento tão delicado de sua história, seu nome ainda ecoa no mundo do samba de Belo Horizonte.Como dizia a letra do samba de sua escola do coração, na ocasião de sua homenagem.(A GRANDE ESTRELA HOJE BRILHA NO CÉU FEITO UM MENESTREL A ILUMINAR, CANTA MEU POVO REVERENCIANDO ASSIM A FESTA DO REI NEGRO SOU FELIZ SOU CIDADE JARDIM)

Retirado do blog "carnavalbh"

P.S.: OBRIGADO M.FONSO, COM ISSO ESTOU APRENDENDO UM POUCO MAIS SOBRE O NOSSO SAMBA.



sexta-feira, 10 de julho de 2009

SAMBA TODOS OS DOMINGOS NA CIDADE JARDIM


"A entrada é franca.
O bacana é ver a escola dando a volta por cima depois de ser despejada, ano passado, pela Prefeitura de Belo Horizonte. Por isso, não chegou a desfilar no Carnaval deste ano. Mas depois de muita negociação a situação foi resolvida e a agremiação aos poucos volta a vida normal. Mais bonito ainda é ver essa união de sambistas, a moçada da nova-guarda e simpatizantes. Está na hora de as escolas de samba promoverem suas respectivas feijoadas para angariar recursos e aproximar as instituições da população de BH.
A Cidade Jardim é uma das mais tradicionais escolas de samba de Belo Horizonte e a que mais venceu: são 15 títulos. Nasceu de uma ala da escola União Serrana que ficava no Morro da Serra. Foi fundada em 13 de abril de 1961, com as cores vermelha e branca. Desfilou pela primeira vez em 1962, no chamado ano do sacrifício, pois naquela época a escola debutante não recebia ajuda de custo da prefeitura.
Rua Gentios, nº 1415, Bairro Conjunto Santa Maria (em frente ao Hospital Luxemburgo, a dois quarteirões da avenida Raja Gabáglia - Final do ônibus 9208)
Informações: 9857-5345 e 3296-8793
Por Mestre Affonso:
Infelizmente, apesar da luta dos diretores da grande Cidade Jardim, nem tudo foi resolvido. A escola está ilhada porque não existe uma passagem para os seus carros, o que impossibilitaria seu desfile em 2010.É preciso que as có-irmãs se unam para pedir ao prefeito Márcio Lacerda a solução do problema.É obrigação de todos os sambistas estar ao lado da Cidade Jardim neste momento."
EXTRAÍDO EM PARTE DO BLOG DE ZÚ MOREIRA.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

MESTRE CONGA



É impossível contar a história do samba de Belo Horizonte sem associá-la a José Luiz Lourenço, o lendário “Mestre Conga”. Nascido às vésperas do carnaval de 1927, em Ponte Nova, Zona da Mata mineira, carrega na bagagem uma incansável luta pelas tradições afro-brasileiras. Filho do lavrador e sanfoneiro Luiz Balduíno Gonzaga e de Dona Cacilda Lourenço, Mestre Conga assina vários feitos ao longo de 60 anos dedicados ao mundo da música. Foi um dos fundadores, em 1950, do Grêmio Recreativo Escola de Samba Inconfidência Mineira, a mais antiga agremiação carnavalesca em atividade na capital mineira. Também ajudou a introduzir nos desfiles o samba-enredo, em uma época em que as escolas da cidade ainda se utilizavam dos temas de improviso para atravessar a passarela e animar os foliões. Mesmo com essas facetas, só aos 79 anos conseguiu gravar, em 2006, seu primeiro disco. Decantando em Sambas teve o patrocínio da Petrobras em Memória das Artes, seleção 2004/2005, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura - Rouanet. A realização é do selo Bananaouro Produções, em parceria com a gravadora Navegador Produções Fonográficas. Com direção e arranjos de Geraldinho Alvarenga, o CD conta com a participação de um time de músicos do calibre de Celso Moreira (violão), Geraldo Magela (violão de 7 cordas), Hélio Pereira (trombone e bandolim), Eduardo Braga (cavaquinho), Rogério (percussão), engrossado ainda pelas “pastoras” Donelisa de Souza, Lúcia Santos e Rita Silva. Gravações e mixagens de Eduardo Toledo, Geraldinho alvarenga e Júlio Coelho. Nas 12 faixas, todas assinadas por ele, Conga faz da poesia a ponte para percorrer um caminho sem volta, mas bastante nostálgico. Lembra dos “maiorais” (como eram chamados os líderes do samba) Javert Tomé de Sena, Mestre Dórico e Célio Bangalô, de Dona Lourdes Maria de Souza (Lourdes Bocão), “a dama da escola de samba Monte Castelo”, além dos bairros e pontos de encontro de uma Belo Horizonte ainda em formação. Por fim, homenageia sua escola do coração em “Mais esta saudade”: “a ela faço reverência/querida Inconfidência/é lindo seu vermelho alvianil…” . Apelido A trajetória de Mestre Conga pela cultura popular, porém, remonta à década de 1930, quando passa a beber da fonte de matrizes afro-brasileiras, como o calango, a batucada, o samba rural e a congada, do qual vem o apelido que o marca pelo resto da vida. “Meus colegas zombavam de mim na escola, me apelidaram de Conga. Ficava bravo, mas depois fui acostumando com esse nome”, diz. Na adolescência, ao mesmo tempo em que passa a freqüentar aulas de dança de salão, começa a trabalhar em uma fábrica de sapatos para ajudar no sustento de uma família de 10 filhos. Com a suspensão das festas de rua, no período em que durou a II Guerra Mundial (1939-1945), os bailes de salão tomam conta da cidade e Conga se destaca como passista. “Naquela época, nos chamavam de batuqueiros”, explica. Passado o período bélico, as escolas e blocos carnavalescos retomam os desfiles na Avenida Afonso Pena e Mestre Conga ingressa em sua primeira escola de samba, a Surpresa, braço da pioneira do gênero, a Pedreira Unida, criada em 1938, na Pedreira Prado Lopes. Aos 19 anos, passa a dirigir a Remodelação da Floresta, uma dissidente da Unidos da Floresta. “Aí que comecei a tomar gosto pelo samba, porque antes era uma coisa despretensiosa”, admite. Em 1948, ganha o título de “Cidadão do Samba”, concurso promovido pelos Diários Associados, que movimentava toda a cidade no período de carnaval.
http://www.myspace.com/congabrazil
RETIRADO DO MYSPACE DE MESTRE CONGA.

Mais uma vinda do blog" MEU LOTE" de Nei Lopes

MICHAEL JACKSON NO HOSPITAL DOS SERVIDORES.


"Em 1970, o Boletim do Centro de Estudos do Hospital dos Servidores do Estado, um órgão público federal sediado no Rio, publicava uma monografia, assinada por um grupo de médicos de lá, e intitulada “Nariz negróide (correção cirúrgica)”. E, no texto, os autores assim justificavam a suposta utilidade social de seu trabalho:

“...o crescimento da população branca é indiscutível e se faz em números alentadores em todo o Brasil. [...] GRIFAMOS.

O crescimento da população mestiça fará com que ela chegue um dia ao branco, tendo partido do branco (...)

Por tudo isso, quanto mais o mestiço se sentir afastado do elemento negro, maior será a sua vontade de retirar da face e, consequentemente do nariz, os estigmas que permitam lembrar a sua origem, fato que redundará, como é claro, numa tarefa grande para aqueles que se dedicam à cirurgia plástica, enfrentando o problema social já grande e que crescerá com o correr do tempo.

Feita, a justificativa, os cirurgiões chegavam à prática, ensinando:

“Procedemos a osteotomia, aumentando o dorso do nariz negro e mudamos mais para dentro da aza [sic] nasal.

Com isso, retiramos os caracteres típicos do nariz negro e lhe damos aspecto de nariz branco”.
**
Este texto, lastimável em todos os sentidos, foi extraído de nosso livro “Bantos, malês e identidade negra” (Belo Horizonte, Autêntica, 2008); e é aqui postado como um réquiem à memória do grande e atormentado artista afro-americano Michael Jackson, recentemente falecido."

A ANTROPÓLOGA E AS “MULATAS DE CRISTO”

Extraído do blog "MEU LOTE" de Nei Lopes.

"Nossa amiga(do Nei) Kelly Adriano de Oliveira, filha do saudoso Adriano, baterista durante muitos anos responsável por boa parte do suíngue da nossa Leny Andrade, acaba de defender brilhantemente sua tese de doutorado na UNICAMP [ver em http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp]. Apresentada no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da conceituada universidade, a tese, “Deslocamentos entre o samba e a fé – Um olhar para gênero, raça, cor, corpo e religiosidade na produção de diferenças”, é sobre a percepção, pelas chamadas “mulatas” das agremiações sambistas paulistanas, do universo de preconceitos e estereótipos que cerca a mulher negra no mundo do samba.
Em sua pesquisa de campo, a Dra. Kelly surpreendeu-se ao saber que boa parte das passistas ouvidas frequenta igrejas evangélicas neopentecostais, como as intituladas “Renascer em Cristo”, “Bola de Neve” e “Igreja da Graça Mundial”.
Mais surpreendente ainda, para a antropóloga, foi constatar que, por pertencerem a essa igrejas, as moças julgam ter adquirido uma “blindagem” de corpo e alma, o que as tornaria imunes aos propalados males do ambiente do samba. E o próprio estigma de vulgarização que pesa sobre a atividade delas (naquele samba mecânico, sobre saltos plataforma – O parênteses é nosso(do Nei).), estaria neutralizado por sua condição de cristãs fervorosas, de convicções inabaláveis.
E encontrou mais coisas a Dra. Kelly! Coisas importantes. Que lhe renderam aplausos dos assistentes e a aprovação da banca examinadora."

REPASSEM, ALGUÉM PODE PRECISAR.

CIRURGIAS GRATUITAS DE LÁBIO LEPORINO E FENDA PALATINA.



MAIORES INFORMAÇÕES, PELOS TEL.: (21) 7152-3855 E (11) 3343-1710 ( RIO DE JANEIRO E SÃO PAULO RESPECTIVAMENTE).

visite: www.operacaosorriso.org.br

PS.: ENVIADO P/ M. MARÇAL.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

NA PRAÇA O CD DE ALINE CALIXTO


Já a venda o cd dessa que vem sendo considerada a nova sensação do samba carioca.
vale a pena conferir.
trechos da entrevista de aline ao blog acordes:
"TS – Você canta o samba Uma Só Voz ao lado de catedráticos do assunto como Walter Alfaiate, Wilson Moreira, Monarco e Nelson Sargento. Como foi cantar com eles?
Aline – Uma emoção simplesmente indescritível. Além de ser uma aula de música, fiquei encantada com a generosidade deles. Todos se dispuseram a cantar com uma garota desconhecida e me deram muita força. Somos todos amigos, de frequentar as casas uns dos outros. Me sinto totalmente à vontade com eles.
TS – Seu lado autoral mostra qualidade. Quais são suas referências?
Aline – Procuro ouvir de tudo. De gente nova como Edu Krieger, de quem gravei Saber Ganhar e Uma Só Voz, a Monarco, representado por Retrato da Desilusão, dele e Mauro Diniz. Autores como esses me inspiram tanto no lirismo quanto na construção melódica. É revigorante compor ao lado de gente talentosa como Makely Ka, com quem fiz O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro, Juliano Buteco, parceiro em Cara de Jiló e Mestre Jonas, com quem assino Você ou Eu. Com essas parcerias posso aplicar o que aprendi e aprendo ao longo da vida."

SE LIGA...

"A PAZ É FRUTO DA JUSTIÇA"

essa veio do portão da Igreja S. José.