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terça-feira, 30 de junho de 2009

SAI TRABALHO SOLO DE MÁRIO SÉRGIO (EX-FUNDO DE QUINTAL)


MÁRIO SÉRGIO

Nasci prá Sambar e Cantar

Após fazer parte por 18 anos do Fundo de Quintal, o músico e cantor Mário Sérgio finaliza sua história com o grupo, alça vôo e grava seu primeiro cd solo “Nasci Pra Cantar e Sambar”.Para contar toda a trajetória deste integrante na carreira do Fundo seriam necessárias muitas folhas, mas é importante saber que o fato de ter sido o representante paulista no grupo, oriundo do Cacique de Ramos, tem a ver com a paixão que Mário Sérgio tinha pelos sambas que escutava na quadra do bloco quando a frequentava, na época em que morava no Rio de Janeiro e era Fuzileiro Naval na base da Ilha do Governador.Isso mesmo ele foi militar, estudou violão clássico na infância, porém adorava a levada de Benjor, foi atleta na categoria do salto em altura onde foi campeão paulista e brasileiro e é formado em Economia e Administração de Empresas. Parou a pós graduação depois de um show da Velha Guarda da Portela em São Paulo. Viu que os horários não eram compatíveis- já nesta época acompanhava, no banjo, como músico convidado, Almir Guineto, Zeca Pagodinho, Jovelina, Lecy Brandão, e outros- e é claro optou pela música.Daí então viajou o mundo fazendo parte de uma Cia italiana que divulgava o samba pelos EUA, Europa e no Oriente. Na volta de uma destas viagens, encontrou com integrantes do Fundo de Quintal no aeroporto e foi convidado para um teste. Entrou no lugar de um dos integrantes e lá ficou por mais de uma década e meia, fazendo parte da terceira e mais duradoura formação do grupo.Missão cumprida, Mário Sérgio chega este ano com “Nasci Pra Cantar e Sambar”. O cd , lançamento LGK, tem produção de Paulão 7 Cordas e conta com músicos de primeira linha como: Claudio Jorge e Carlinhos 7 cordas (violões), Mauro Diniz (cavaquinho), Jamil Joanes (baixo), Camilo? Mariano(bateria) , Esguleba, Pirulito , Jaguara e Trambique (percussões) e Márcio Wanderley (banjo).A música título é inédita “Nasci Pra Cantar e Sambar” , de autoria de Mário Sérgio, Fred Camacho e Marcelinho Moreira , um samba de terreiro inspirados nas grandes rodas. Um outro destaque , “Na Laje” entrou no repertório através de uma promoção de uma rádio de SP. O ouvinte /compositor Éderson dos Santos foi o que teve o samba premiado dentre os mais de 800 enviados. Nele o santista Éderson fala das situações que acontecem nas lajes do Brasil.Mário Sérgio coloca neste cd uma pluralidade de temas e harmonias parte de sua influência e vivência. Por isso um dos clássicos das rodas não poderia deixar de estar presente, “ Se Liga Doutor”, conhecida popularmente como “Lá Vai Ela” de Beto Sem Braço e Aloísio Machado. “Sempre pensei que se um dia eu fizesse um disco ela teria que estar”, confessa o músico. Além dessa, regravações de “Acreditar”, de D. Yvone Lara e Délcio Carvalho, uma homenagem aos compositores e ao próprio Roberto Ribeiro, “Fada” (Mário Sérgio e Luiz Carlos da Vila ) e “Amor dos Deuses” (Mário Sérgio e Ronaldinho), estas do repertório do Fundo , dez inéditas, sendo quatro de sua autoria e parceiros, como “Sol da Manhã “(Mário Sérgio, Capri e Robson Guimarães) feita há 15 anos, mas que carrega um tema atual , a valorização da paz e da natureza, o romântico “Na Flor de Primavera” (Mário e Arlindo Cruz ), entre outras.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

RESPOSTA BRILHANTE

Essa foi enviada pelo amigo M. Marçal.

Millôr Fernandes lançou um desafio através de uma pergunta:

- Qual a diferença entre Político e Ladrão?

Chamou muita atenção a resposta enviada por um leitor:

- Caro Millôr, após longa pesquisa cheguei a esta conclusão: a diferença entre o político e o ladrão é que um eu escolho, o outro me escolhe. Estou certo? Fábio Viltrakis, Santos-SP.

Eis a réplica do Millôr:

- Puxa, Viltrakis, você é um gênio... Foi o único que conseguiu achar uma diferença!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

GALOCANTÔ EM NOVO TRABALHO

Parceria de Sereno com Nei Lopes e Zé Luiz que deu título ao álbum lançado por Alcione em 1987, "Nosso Nome: Resistência" ganha regravação do Galocantô em seu segundo CD, Lirismo do Rio, já em fase de masterização e com lançamento previsto para março. O Galo - cujo canto começou a ecoar nos redutos do samba carioca em 2006 com a edição do álbum Fina Batucada - reúne 15 músicas no novo trabalho. Dez são da lavra própria do grupo. O repertório autoral apresenta inéditas como Alforria no Morro, A Felicidade É um Poema, Ilha do Abandono, Oriundo do Jongo, Roçado, Sei Chorar e A Velha Estrada. O amor pelo Rio de Janeiro dá o tom do disco. Em músicas como Fotografias de Papel, Pátria Amada e a faixa-título, Lirismo do Rio, o Galocantô ambiciona retratar poeticamente a realidade de sua cidade natal. Entre as regravações, há Arte do Povo (Paulo Franco, Anderson Baiaco e Mingo), Baile de Saci (Toninho Geraes e Toninho Nascimento), O Som do Samba (Trio Calafrio) e Meu Baio, meus Balaios (Wilson Moreira). O septeto é formado por Edson Cortes, Léo Costinha, Lula Matos, Pedro Arêas, Rodrigo Carvalho - todos os cinco se revezando nos vocais e nas percussões - Marcelo Correia (violão de sete cordas) e Pablo Amaral (cavaco e voz). CD sai após a folia.

retirado do blog de Mauro ferreira, "NOTAS MUSICAIS".

terça-feira, 23 de junho de 2009

Aqui vai uma boa dica, meio atrasada para alguns, mas confesso que eu soube agora( o livro é de 2005)


Para aqueles que querem conhecer um pouco mais desse gênero musical que contagia cada vez mais e mais pessoas.

"Ao contrário do rock (...), o bom samba sempre primou pela riqueza melódica. E quanto mais ele usou a instrumentação básica do choro, violões de seis e sete cordas apoiados por cavaquinho, mais ele ganhou em expressividade harmônica. E esse foi o diferencial do que se resolveu chamar de ‘samba de raiz’."
(LOPES, 2005, p.10)

É assim, com o tom que o consagrou um dos mais tradicionais pesquisadores e compositores de samba no Brasil, que Nei Lopes inicia Partido-alto: samba de bamba (Rio de Janeiro: Pallas, 2005). Mais de uma década após o lançamento de O negro no Rio de Janeiro e sua tradição musical, o autor retorna à pesquisa sobre esta forma de se fazer samba.
Segundo Lopes, é no "samba de raiz" — expressão utilizada para identificar o samba que não se encaixa no perfil do "pagode de gravadoras" — que o partido-alto se destaca. Mas o que é partido-alto, afinal? É uma forma de tocar? Ou um estilo de cantar? Para chegar a uma conclusão teórica sobre quais são as características do partido-alto, Lopes se utiliza de estudos sobre o samba, revendo a história do país, tendo como foco o papel do negro ao longo desta trajetória.
O início de sua pesquisa tem como base estudos sobre como a cultura de Angola (origem de grande parte dos escravos que atuaram no Brasil) influenciou a nossa música de diferentes formas. Após esta breve ambientação histórica, Lopes mostra como o surgimento do samba está relacionado ao desenvolvimento urbano do Rio de Janeiro.
Porém, o que poderia ser só mais um trabalho sobre o status do Rio de Janeiro como berço do samba se transforma, então, em uma visão diferenciada sobre a participação da tradição de outras regiões na construção deste gênero musical. Lopes volta sua atenção ao cotidiano dos redutos negros surgidos na cidade a partir do século XIX (zona portuária, morros e subúrbios) e percebe que neles estão alocados não só indivíduos do sul-fluminense, mas também da região nordeste (principalmente do estado da Bahia) e de Minas Gerais.
Desta forma, Lopes pôde identificar similaridades entre as estruturas do samba de partido-alto, do repente nordestino e da cantoria dos calangos mineiros: todas têm como ponto forte a improvisação, feita em forma de desafio entre seus cantadores. E assim, o autor chega a sua própria definição do que é o partido-alto:
No passado, espécie de samba instrumental e ocasionalmente vocal (feito para dançar e cantar), constante de uma parte solada, chamada ‘chula’ (que dava a ele também o nome de samba-raiado ou chula-raiada), e de um refrão (que o diferenciava do samba corrido). Modernamente, espécie de samba cantada em forma de desafio por dois ou mais contendores e que se compõe de uma parte coral (refrão ou "primeira") e uma parte solada com versos improvisados ou repertório tradicional, os quais podem ou não se referir ao assunto do refrão. Sob essa rubrica se incluem, hoje, várias formas de sambas rurais, as antigas chulas, os antigos sambas corridos (os quais se acrescenta o solo), os refrões de pernada (batucada ou samba duro), bem como os chamados "partidos cortados", em que a parte solada é uma quadra e o refrão intercalado (raiado) entre cada verso dela. (LOPES, 2005, p. XXXX)
Após construir esta conceituação, Lopes se dedica, em um dos capítulos finais de seu livro, à apresentação da atual situação do partido-alto no Brasil. Sem abrir mão de seu olhar crítico em relação à indústria do entretenimento, o autor informa que, mesmo com o domínio globalizado da indústria fonográfica, há quem consiga manter a tradição de compor sambas no improviso. Embora tenha perdido espaço para o pagode eletrônico e pop das gravadoras durante os anos 90, o partido-alto volta à tona nesta década, impulsionado pelo sucesso de artistas como Zeca Pagodinho e Dudu Nobre.
Apesar de ter como objetivo principal a construção da definição do que é o partido-alto, o trabalho de Nei Lopes tem outros destaques além de seu legado teórico. A revelação de curiosidades do mundo do samba (como a implicância de Cartola e de Silas de Oliveira em relação ao partido-alto, por exemplo) torna a leitura mais descontraída, tirando um pouco do peso de seu embasamento teórico. Já o tom didático utilizado por Lopes (que inclui trechos de canções como exemplos dos estilos de cantoria que influenciaram o partido-alto) torna Partido-alto: samba de bamba um guia sobre a história do samba, de fácil compreensão tanto para iniciantes quanto iniciados no mundo do samba. Uma referência na literatura sobre o tema.
Referência bibliográfica
LOPES, Nei. Partido-alto: samba de bamba. Rio de Janeiro: Pallas, 2005.
retirado do artigo "as novas tradições do samba" de :

Luiza Real de Andrade Amaral
Aluna do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Graduada em Comunicação (Relações Públicas) pela UERJ. Sua pesquisa versa sobre as representações de samba na mídia. É bolsista da Capes.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

ESSA É PRA ESQUENTAR O PEITO E O CORAÇÃO( SE FOR COMIDA ACOMPANHADA...)


Canja de Galinha

INGREDIENTES:

*500g de coxas de frango sem pele

*1 litro e 750 ml de água filtrada (7 xícaras)

*1 folha de louro

*8 dentes de alho

*2 colheres (chá) de sal grosso

*3 colheres (sopa) de salsinha

*salsa e cebolinha desidratada

*1 colher (sopa) de extrato de tomate

*½ xícara (chá) de arroz

*3 cenouras.
MODO DE PREPARO:

Numa panela grande, colocar o frango, á agua, o louro, os dentes de alho cortados ao meio e 1 colher de sal.Ligue o fogo e deixe cozinhando por cerca de 15 minutos. Conforme a água ferve, uma espuma se formará na superfície.Retire a espuma com uma colher grande.Quando o frango estiver quase completamente cozido, adicione o arroz escolhido e lavado, as ervas desidratadas e o restante do sal.Cozinhe até que o arroz esteja quase cozido (cerca de 10 minutos).Acrescente as cenouras cortadas em rodelas finas e o restante do sal (1 colher de chá).Quando a carne do frango começar a soltar do osso, desosse as coxas e devolva a carne para a panela.Quando a cenoura estiver cozida, desligue o fogo.Sirva quente, regado com um fio de azeite extra-virgem e acompanhado de torradas e logicamente, um bom cobertor de orelhas...

quarta-feira, 17 de junho de 2009

O DINHEIRO DE CAETANO VELOSO ( OU AOS AMIGOS DO REI, TUDO)

"PARA ASSISTIR NESTE final de semana ao show "Zii e Zie", de Caetano Veloso, paguei R$ 290 por dois ingressos -as duas horas de espetáculo terão custado mais da metade um salário mínimo ganho por muitos trabalhadores depois de um mês de trabalho. Apesar de as cadeiras, espremidas em torno de uma mesa, ficarem longe do palco e não apreciar gente bebendo ou comendo enquanto ouço música, não reclamo: o show vale o preço. Até me dispus a pagar um pouco mais se encontrasse um lugar melhor. Não tinha.O que me incomodou foi saber que Caetano Veloso tem a chance de receber dinheiro da Lei Rouanet (R$ 2 milhões) para a turnê nacional desse espetáculo, com a interferência direta do ministro da Cultura, Juca Ferreira. Aparentemente, não há nenhuma ilegalidade no patrocínio -aliás, concedido, mais uma vez com a intervenção do ministro, a Maria Bethânia.Nem Caetano nem Maria Bethânia estão fazendo nada de errado; estão seguindo o que a lei permite. Mas esse tipo de fato acaba estimulando o debate, cada vez mais efervescente, sobre a lei de incentivos fiscais para a cultura.É óbvio que Caetano e Maria Bethânia não precisam de dinheiro público para fazer seus shows -assim como também não fez sentido, por exemplo, a verba incentivada para o Cirque de Soleil, cujo ingresso pode chegar até a R$ 490 e a pipoca (e aqui não vai nenhum exagero) custa mais do que o "PF" de um operário.Supostamente, a reforma da lei de incentivo à cultura veio para corrigir essas e outras distorções e desperdícios. Isso não significa que se deva confiar na capacidade gerencial das burocracias públicas.Se todo o dinheiro arrecadado até agora com o incentivo fiscal se transformasse em imposto e ficasse nas mãos só do governo, acabaria, em boa parte, sustentando salários de funcionários -isso se não ficasse preso por alguma restrição orçamentária ou fosse desviado para protegidos políticos. Desapareceram os bilhões de um fundo (Fust) para informatizar as escolas.Se, na cidade de São Paulo, ir a museus virou programa de pobre, como mostra pesquisa do Datafolha, é por causa da lei de incentivos fiscais. Não haveria, por exemplo, um Museu da Língua Portuguesa -nem concertos de música erudita a preço popular.A melhor contrapartida a esse do benefício fiscal é quando ele se converte em educação pública. É sabido que estímulos culturais como a dança, a música, o teatro, as artes plásticas e o cinema são uma extraordinária isca para o aprendizado -e uma alavanca para desenvolver na criança e no jovem a capacidade de interpretar a realidade. Não deveria, aliás, existir nenhuma separação entre educação e cultura. Não existe pessoa educada sem repertório cultural -e não existe repertório cultural sem educação.Por isso, foi um avanço o acerto entre o governo federal e representantes de empresários para maior aproximação entre as escolas públicas e o chamado "Sistema S", como Sesi ou Sesc. Se está sendo implementado, é algo a ser observado -a minha impressão é de que, por enquanto, a ideia está mais no papel.Na semana passada, relatório do Unicef mostrou, mais uma vez, a debandada de jovens do ensino médio. Se as escolas tivessem mais conexões culturais, seria menos difícil conter essa evasão.Os incentivos seriam muito bem usados se a contrapartida se traduzisse não apenas em ingressos gratuitos mas também em programas para o envolvimento das escolas, com direito à formação de professor. Se o Caetano Veloso e todas as celebridades artísticas quiserem cobrar até R$ 500 por uma cadeira num de seus shows, sem problema.Mas se quiser ter apoio da Lei Rouanet, ele que apresente um plano de shows públicos ou aulas-espetáculo para estudantes de música. As escolas poderiam transformar esses espetáculos em momentos inesquecíveis na vida dos jovens -e fontes de aprendizado.Um pouco desse espírito transgressor aprendi a apreciar ouvindo Caetano Veloso. Pelo menos quando ele e tantos baianos se mostravam novos e caminhavam contra o vento sem lenço e sem documento."

Matéria retirada do blog "MÚSICA DA BOA"

sexta-feira, 12 de junho de 2009

TEM SAMBA EM BH. ALGUÉM DUVIDA?


Roda de samba é diversão garantida

Projeto "Eu Canto Samba", que acontece todos os domingos no bairro São Marcos, é espaço democrático para cantar e dançar o ritmo do povo brasileiro
Muita gente pergunta onde encontrar samba de qualidade em Belo Horizonte. Pois no bairro São Marcos, na região Nordeste da capital, tem um quintal muito simples, onde todos os domingos, a partir das 16h, uma roda de samba de alta qualidade é formada. O Quintal do Divina Luz, como é chamado, é de propriedade do sambista e compositor Serginho Divina Luz. Ele abriu as portas da sua casa ao projeto "Eu Canto Samba" e uma das suas vertentes, a "Roda Viva". Idealizado por um grupo de sambistas da capital, o projeto surgiu com o objetivo de ser um espaço de exaltação ao samba, de retorno às raízes e de criação de novos sambas e revelação de sambistas. A roda de samba é formada por Dé Lucas (violão), Pico (voz), Pedro Lopes (pandeiro), Arthur Carvalho (pandeiro) e Marina Gomes (voz). Tem parceiros fiéis como Fábio Martins (percussionista, compositor), Welington Vieira (surdo) e João Felipe (cuíca), mas acolhe com respeito todos que querem mostrar seu trabalho. Josi, a produtora do projeto, como boa anfitriã, recebe sambistas e convidados com um belo sorriso. Pessoas animadas, cerveja gelada, tira-gosto direto do fogão a lenha também são atrativos. É contagiante e não há como ficar parado. Vale a pena conferir. O endereço é rua Maria Aparecida, 375.
No http://projetoeucantosamba.blogspot.com/, é possível encontrar o mapa do local.

Entrada custa R$ 7 e 5.


Matéria publicada no Jornal Super de 12/06/2009.












Antes de ir ao Quintal do Divina Luz, dê uma passadinha no Horto, Av. Silviano Brandão, 2119_Bar & Restaurante Quinta do Horto, é tudo quintal e lá também se curte um samba da melhor qualidade com o Grupo Princípio do Infinito, às 15:00hs. Pode ir que dá tempo.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

PARA OS FÃS DO CABRAL, O MESMO ESTÁ DISPONIBILIZANDO SEU ÚLTIMO TRABALHO NO ENDEREÇO ABAIXO.


Cabral, cantor, compositor, nascido em Gravata (PE), vencedor do primeiro Festival de Musica no Oriente Médio no ano de 1988, com a música, .."Dor de Amor..", autoria própria. Compositor de vários sambas, gravados por grupos mineiros, cariocas e paulistas. Criador do primeiro movimento musical em prol das crianças da ASMEB. Associação dos Meninos de Belo Horizonte, com a gravação de CD, e toda renda revertida a esta associação. Mantém participação constante nas rodas de sambas de Belo Horizonte e Rio de Janeiro, apreciador de obras da base inicial do Samba, através de composições muitas delas com parceiros cariocas e mineiros. Filho de Alice Cabral de Melo, onde colheu a sua iniciação musical, através do bandolim que a mesma tocava. Adquiriu da raiz familiar, a veia poética, do tio avô poeta, João Cabral de Melo Neto, criador de extensa obra, como a famosa .."Morte e Vida Severina.." Infância e adolescência, se fez na cidade do Rio de Janeiro, no bairro Vaz Lobo, onde iniciou-se o interesse sobre o samba, muito executado no seu bairro e nos bairros próximos, como Madureira, etc. Tocou acordeon dos 04 aos 16anos, e a partir daí, dedicou-se a escrever poesias e a participar de concursos de literatura e festivais. Hoje, já com o terceiro CD independente, já acumula extensa obra musical, e mantém o sonho de terminar seu livro, iniciado no ano passado, "O Tema está dentro do Tema .
Valeu Cabral.

NEI LOPES E O SEMPRE BOM WILSON MOREIRA.



RETIRADO DO UM QUE TENHA

quinta-feira, 4 de junho de 2009

CONFIRA ESSA



Gloria Bomfim grava tributo aos orixás





UMA VIAGEM. ASSIM, GLORIA BOMFIM DEFINE SUA
TRAJETÓRIA. VIAGEM QUE PODE SER ENTENDIDA DE MANEIRA LITERAL
E ABSTRATA. DO INTERIOR DA BAHIA, DE ONDE SAIU AINDA MENINA
DA PEQUENA CIDADE DE AREAL, ATÉ A GRAVAÇÃO DO PRIMEIRO
DISCO “SANTO E ORIXÁ” (ACARI RECORDS), TALVEZ O SENTIDO
ABSTRATO DA PALAVRA SEJA O MAIS INDICADO PARA ILUSTRAR O
QUE FOI A VIDA DESSA CANTORA DE 50 ANOS.
NASCIDA NUMA FAMÍLIA DE MÚSICOS, COMEÇOU A CANTAR
COM APENAS OITO ANOS. SE APAIXONOU POR UMA CANÇÃO EM
ESPECIAL, “VIAGEM” (PAULO CÉSAR PINHEIRO E JOÃO DE
AQUINO), NA ÉPOCA EXECUTADA NAS RÁDIOS NA VOZ DE MARISA
GATA MANSA. “ ESPERAVA MEU PAI VOLTAR DO TRABALHO PARA
CASA, DE MADRUGADA, PARA PÔR NA ESTAÇÃO DE RÁDIO PARA
MIM”, LEMBRA GLORIA.
ELA CANTAVA TANTO A MÚSICA QUE NÃO DEMOROU MUITO A
SER NOTADA. SEU TUTU, HOMEM QUE ORGANIZAVA AS FESTAS
EM AREAL, PASSOU A CONVIDÁ-LA PARA CANTAR EM SEUS
EVENTOS. GLORIA PARTIA NO LOMBO DO JEGUE PEREGRINANDO
EM CIDADES COMO BOM JARDIM E JACUÍPE.
“COMO EU ERA MUITO PEQUENA, TINHA QUE SUBIR NUM
CAIXOTE PARA CANTAR. DEPOIS, PASSEI A SER CONHECIDA COMO
A MENINA DA MÚSICA ‘VIAGEM’. COM 14 ANOS, A MINHA
PRIMEIRA VIAGEM REALMENTE ACONTECEU”, CONTA ELA. TRABALHANDO
EM UMA CASA DE FAMÍLIA, PEDIU DE PRESENTE UMA
PASSAGEM PARA O RIO DE JANEIRO. “VIM AO RIO CONHECER O
DONO DA MÚSICA ‘VIAGEM’. ENQUANTO EU NÃO O CONHECESSE
NÃO SOSSEGAVA”, LEMBRA.
JÁ EM TERRAS CARIOCAS, ASSIM COMO NA INFÂNCIA, GLORIA
NÃO PASSAVA DESPERCEBIDA POR ONDE IA. FOI TRABALHAR NA
CASA DE RENATO ARAGÃO E, NOS INTERVALOS DO SERVIÇO, ERA
CONVIDADA PELO FILHO DELE PARA ACOMPANHÁ-LO NOS ENSAIOS
DE SUA BANDA. ATÉ NO SHOW DE CALOUROS DE SILVIO SANTOS
ELA ESTEVE: “CANTEI ‘LAMA’ (MAURO DUARTE), TIREI NOTA
7", DIZ ELA, ORGULHOSA E SORRIDENTE.
CANTOU NAS RODAS DE SUBÚRBIO E PASSOU A FREQÜENTAR
A PORTELA, ONDE CONHECEU O MESTRE MARÇAL. “POR INCRÍVEL
QUE PAREÇA, QUANDO A COISA COMEÇAVA A FICAR SÉRIA, EU
TRAVAVA E NÃO QUERIA CANTAR. HAVIA DIAS EM QUE QUERIA
CURTIR, MAS PEDIAM PARA EU CANTAR.”
EM 1987, MUITO SEM QUERER, ELA REALIZOU SEU SONHO.
FOI TRABALHAR NA CASA DE LUCIANA RABELLO E PAULO CÉSAR
PINHEIRO. SEM TER A MENOR NOÇÃO DE QUEM ERAM OS DOIS,
GLORIA HOJE CONTA COM BOM HUMOR COMO FOI A DESCOBERTA:
“TRABALHAVA LÁ HÁ UM TEMPO. UM DIA ESTAVA CANTANDO
‘VIAGEM’, A LU PASSOU E DISSE PARA EU PARAR DE PUXAR O
SACO DO PATRÃO.” NERVOSA, FOI COBRAR EXPLICAÇÕES À PATROA,
QUANDO LUCIANA LHE EXPLICOU QUE A MÚSICA QUE CANTAVA
ERA DO PC. “LARGUEI TUDO QUE ESTAVA FAZENDO E NUNCA
MAIS VOLTEI LÁ”.
LUCIANA TEVE QUE IR BUSCÁ-LA, MAS GLORIA NUNCA MAIS
TEVE CORAGEM DE CANTAR NA FRENTE DO PATRÃO. ATÉ HOJE,
NÃO FALAM DE MÚSICA, ATÉ POR CONTA DA TIMIDEZ DOS DOIS. “É
SEMPRE ‘BOM DIA GLORIA, BOM DIA SEU PAULO’. NUNCA
CONVERSAMOS SOBRE MÚSICA”, CONTA.
MAS COM O TEMPO, A ADMIRAÇÃO TORNOU-SE RECÍPROCA.
TANTO QUE PAULO ABRIU MÃO DE UM PROJETO PESSOAL – UM
DISCO COM MÚSICAS RELACIONADAS AO CANDOMBLÉ – EM
FUNÇÃO DO DISCO DE GLORIA. BOA PARTE DO REPERTÓRIO DE
“SANTO E ORIXÁ” JÁ ESTAVA COMPOSTO, COUBE A PAULO FAZER
MAIS QUATRO OU CINCO MÚSICAS PARA FECHAR O ÁLBUM. “ELA
VAI FAZER ISSO MELHOR DO QUE EU”, DISSE ELE, NA ÉPOCA.
SABIA O QUE ESTAVA DIZENDO. O DISCO PRODUZIDO POR
LUCIANA RABELLO É BELÍSSIMO E RESPEITA BASTANTE A
ESSÊNCIA DE GLORIA QUE, ALÉM DE FILHA DE YANSAN, É
YALORIXÁ. “DESSA VEZ NÃO FIQUEI COM MEDO. ACEITEI NA
HORA O CONVITE”, FINALIZA.

MAIS UM BELO CD, SÓ BAIXAR.


segunda-feira, 1 de junho de 2009

Moyseis Marques lança Fases do Coração


Em 30 de maio, chega às lojas o segundo disco de Moyseis Marques, Fases do Coração. O cantor, que faz parte dos sambistas da Lapa, já disponibilizou quatro músicas próprias em sua página no MySpace, Pretinha Jóia Rara e a canção que dá nome ao disco estão entre elas.

CHICO BUARQUE NA LAPA

A Lapa sai na frente e já prepara uma homenagem a Chico Buarque por seus 65 anos, dia 19 de junho.
O Centro Cultural Carioca será palco de quatro shows de Luíza Dionísio, dirigidos por Mário Lago Filho, com os maiores sucessos de Chico, nas terças de junho. A série de shows vai se chamar "Samba Buarque de Hollanda".

O MINEIRÃO DE CARA NOVA EM 2012


O torcedor mineiro terá motivos de sobra para não se esquecer da Copa do Mundo’2014. E um deles, com certeza, será o novo estádio que terá à disposição, na Pampulha. A modernização do complexo Mineirão-Mineirinho é o destaque das mudanças pelas quais Belo Horizonte passará para ser uma das sedes do Mundial de daqui a cinco anos.