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quarta-feira, 27 de maio de 2009

NEI LOPES LANÇA NOVO TRABALHO




ESTE QUE NA MINHA CONCEPÇÃO É UM DOS MAIORES LETRISTAS QUE CONHEÇO, ESTÁ LANÇANDO MAIS UM CD ( CHUTANDO O BALDE ), QUE AINDA NÃO OUVI, MAS QUE COM CERTEZA DEVE SER MAIS UM BELO TRABALHO. Um dos mais finos estilistas do samba, Nei Lopes volta ao mercado fonográfico em abril de 2009 com o lançamento de um álbum de inéditas, Chutando o Balde, produzido e arranjado por Ruy Quaresma para a gravadora carioca Fina Flor. O repertório reúne 16 sambas autorais do compositor, criados com parceiros como Everson Pessoa e Magnu Sousá (do paulista Quinteto em Branco e Preto). Na faixa-título, iniciada com trecho falado à moda dos raps norte-americanos, Nei - visto acima clicado por Márcia Moreira durante a gravação do CD - reverencia o colega Aldir Blanc. Na letra de Deusas e Devassas, alude a verso de sucesso de Martinho da Vila, ("Eu também já tive mulheres", referência a Mulheres) antes de relacionar personagens femininas da literatura como a Iaiá de Machado de Assis (1839 - 1908), a Isaura de Bernardo Guimarães (1825 - 1884) e a Gabriela de Jorge Amado (1912 - 2001). Em Ondina, o tema é um triângulo amoroso bissexual à moda baiana. Já Pombajira Halloween ironiza a valorização da cultura norte-americana no Brasil enquanto Águia de Haia descreve a incorporação de um bebum pelo espírito do escritor Rui Barbosa (1849 - 1923).

Eis, na ordem, as 16 faixas (e seus respectivos compositores) de Chutando o Balde, oitavo álbum de Nei Lopes (sexto solo), sucessor de Partido ao Cubo (2004):

1. Chutando Balde (Nei Lopes)
2. Samba de Fundamento (Magnu Sousá, Maurílio de Oliveira e Nei Lopes)
3. Dicionário (Everson Pessoa e Nei Lopes)
4. Saracuruna-Seropédica (Ruy Quaresma e Nei Lopes)
5. Pala pra Trás (Magnu Sousá e Nei Lopes)
6. Deusas e Devassas (Everson Pessoa e Nei Lopes)
7. Pombajira Halloween (Ruy Quaresma e Nei Lopes)
8. Bugre do Milênio (Everson Pessoa e Nei Lopes)
9. Tira-Gosto (Ruy Quaresma e Nei Lopes)
10. Águia de Haia (Luís Felipe de Lima e Nei Lopes)
11. Oló (Nei Lopes)
12. Ondina (Everson Pessoa e Nei Lopes)
13. Meia Cabeleira (Luiz Fernando e Nei Lopes)
14. Recordando Seu Libório (Cláudio Jorge e Nei Lopes)
15. Confraria (Dauro do Salgueiro e Nei Lopes)
16. Samba Emprestado (Nei Lopes)


Retirado do blog de Mauro Ferreira at 10:31












Samba do Trabalhador: da moda à tradição

Roda de samba do Clube Renascença, no Rio, completa neste mês 4 anos
Por: Zu Moreira

Moa, só na água, durante apresentação em BH

No próximo dia 30, o Samba do Trabalhador completa 4 anos. A roda de samba, comandada por Moacyr Luz, é realizada toda segunda-feira, a partir das 14 horas, no Clube Renascença, Andaraí, Rio de Janeiro. Após apresentação na Saideira do Comida di Buteco, Zú conversou com Moa que disse não haver ainda nenhuma programação especial para a data. Falou ainda que não abandonou o projeto (um integrante da roda disse uma vez que o poeta estava afastado, por “recomendação médica”): "Eu falto por causa do disco novo (Batucando, pela Biscoito Fino). Tenho que estar sempre viajando. Na segunda passada estava em São Paulo, depois Brasília. Estou lá quase sempre, falto uma vez por mês".Sobre o aniversário de 4 anos do Samba do Trabalhador ele comentou: “saímos da categoria moda e viramos tradição. Em relação ao público, não é mais aquela loucura de duas mil pessoas, a gente não conseguia andar. Mesmo assim a gente sempre está se surpreendendo, mantendo a mesma tradição, os mesmos músicos, os mesmos convidados”.
ps.: Quem estiver por lá e puder, apareça. Vale a pena.

MIGUEL DOS ANJOS À CASA TORNA.


O sambista mineiro Miguel dos Anjos resolveu dar um tempo: vai encostar o violão e se dedicar mais à área de desenvolvimento de software (ele é especializado em engenharia de automação e sistemas de informação). Morando há quase dois anos no Leme, Rio de Janeiro, vai deixar a cidade maravilhosa rumo a Ubá, na Zona da Mata mineira, para começar novos projetos profissionais.
A decisão de Miguel pega todo mundo de surpresa. Ano passado, lançou o elogiado CD Esse samba todo é nosso, pela gravadora Fina Flor, do maestro Ruy Quaresma. Também deu prosseguimento aos projetos “Samba da Madrugada” e “Samba do Compositor”, além de promover em BH a Maratona do Samba, 48 horas de muita música e animação, com o premiado levando R$ 1 mil para casa.
Nesse período também fez belas amizades, estreitou laços com nomes de peso, como Nei Lopes, Ruy Quaresma, Hermínio Belo de Carvalho, Cláudio Jorge, Dorina, Moacyr Luz, Moiséis Marques, Walter Alfaiate, vinha conquistando espaço no universo do samba. Nos últimos meses, no projeto Samba do Compositor, dividiu o palco com Noca da Portela, Monarco, Nei Lopes, Dona Ivone Lara e Riachão.Enfim, depois de refletir muito decidiu dar um tempo do mundo artístico e se voltar para projetos mais pessoais. Miguel fica no Rio até este fim de semana. Como ainda tem um contrato de exclusividade com a gravadora Fina Flor, fica a expectativa de a médio prazo voltar a ativa.
Lá atrás tivemos Geraldo Pereira, Ary Barroso, Ataulfo Alves, Noca da Portela, depois Mauro Duarte. Mineiros que muito engrandecem a história da MPB, verdadeiros baluartes do samba. Agora, Miguel faz justamente o contrário. Sai do Rio e vai para Ubá. Ary Barroso deve está se perguntando: esse moço é ruim da cabeça ou doente do pé?




ps.: retirado do blog de Zú Moreira.

Chega em DVD documentário da Velha Guarda da Portela


Vale a pena assistir a O Mistério do Samba apenas pelo modo como o compositor Argemiro Patrocínio define os solitários: “Quando o cara tem tudo e não tem nada.” Argemiro fala por paradoxos, mesmo material que forma a arte da Velha Guarda da Portela, cuja fonte criadora se assenta na resignação diante da vida. Especulações filosóficas à parte, o documentário sobre a velha guarda, de Lula Buarque de Hollanda e Carolina Jabor, chega ao DVD com mais de uma hora e meia de extras, que incluem making of e cenas e músicas adicionais.
Um dos destaques é o clipe de Volta, samba inédito de Manacéa, encontrado pela cantora Marisa Monte quando visitou a casa da viúva do portelense e achou, além de letras manuscritas, fitas cassete em uma maleta. O making of apresenta as intenções dos documentaristas, criticados à época do lançamento do filme pela falta de atenção com a forma. Eles dizem que a preocupação maior foi com o conteúdo. Em vez de esgotarem o assunto, pretenderam despertar no espectador a vontade de pesquisar sobre a velha guarda.
Eu indico.

terça-feira, 26 de maio de 2009

DOIS BELOS MOMENTOS

**** HOMENAGEM DA PORTELA A CLARA NUNES ****


**** CAPIM SECO ( BELO HORIZONTE) ****

sexta-feira, 15 de maio de 2009

JANAINA REIS


O CD de estréia de Janaína Reis tem participações especiais de Arlindo Cruz, Fafá de Belém, Rildo Hora e Sombrinha. “Choro novo na senzala”, que foi produzido por Luiz Carlos Torquato Reis, possui 14 faixas que fazem referências à quebra de preconceitos raciais, à responsabilidade social, à liberdade e à paz. As músicas foram compostas por nomes como Wilson Moreira, Sombrinha e Arlindo Cruz, dentre outros.

terça-feira, 12 de maio de 2009

CUIDADO PARA NÃO FICAR SEM AR.(VÍDEO)

A GRIPE SUÍNA



Amigos,
Influenza A - (H1N1) como já era esperado, chegou ao País e com isto existe a possibilidade da sua disseminação. As autoridades de saúde pública em todo o mundo, incluindo o Brasil, tem afirmado não haver motivo pra pânico, mas pedem que todos adotem alguns cuidados.
O telefone da Vigilância Sanitária (0800-61-1997) foi disponibilizado para tirar dúvidas da população com relação à doença.
Sendo assim, seguem as orientações:
• Caso apresente sintomas como febre acima de 38º, dores no corpo, tosse, cansaço e calafrios fique em casa e contate seu médico assistente, ou Serviço Médico mais próximo;
• Evite frequentar locais com grande concentração de pessoas;
• Tenha hábitos saudáveis: alimente-se bem e lave as mãos com frequência. Evite levar as mãos aos olhos, nariz ou boca e, principalmente, o contato com pessoas doentes;
• Se tiver contato com alguma pessoa infectada pelo vírus, procure seu médico ou o Serviço Médico.
Lembre-se: a automedicação pode agravar o caso.
Leia mais sobre o vírus na Internet.
Cuidem-se bem e um abraço,

quinta-feira, 7 de maio de 2009

NOVO CD ARLINDO CRUZ.



Aqui você acha esse CD.

MAIS UM BELO DISCO.




BAIXE AQUI:
http://www.mediafire.com/?wmymmnwu2gy

CURIOSIDADES

1 - Criação da ala das baianas:
Foi na gestão de Roberto Paulino, biênio 60 / 62, na Mangueira, que foi criada a Ala das Baianas com as características atuais. Em 125 baianas coordenadas por D. Neuma. Foi no desfile das campeãs em 1970, quando o Presidente era Juvenal Lopes, que a mais famosa baiana da Mangueira, Nair Pequena, morreu em plena avenida quando a escola cantava o samba de enredo "Um Cântico a Natureza".

2 - Escola foi para avenida sem alegorias:
No carnaval da Império Serrano de 1972, "Alô, Alô, Tai Carmem Miranda" a Escola do saudoso Mestre Fuleiro chegou com suas alegorias praticamente nuas na concentração, deixando os componentes da Escola da Serrinha, tristes e preocupados. De repente, Fernando Pinto, o carnavalesco, foi montando folhagens, bichos, coqueiros que estavam embrulhados em plásticos, transformando os esqueletos das alegorias em uma deslumbrante e linda floresta. Era o gênio de Fernando Pinto que começava despontar. A Escola de Samba Império Serrano foi Campeã com um carnaval que ninguém se esqueceu até hoje.

3 - Carnaval sobre a Bahia dava azar?
Em 1969, quando Fernando Pamplona anunciou que o enredo era "Bahia de Todos os Deuses", os Salgueirenses ficaram preocupados. Havia crença geral que o carnaval sobre a Bahia dava azar, pois todas as Escolas que tinham feito carnavais a respeito do tema não haviam conseguido passar do 3° lugar. Inclusive o Salgueiro, em 1954, ficou nessa posição com "Uma romaria à Bahia". A coisa piorou ainda mais quando foi determinado que a Escola ia se formar do lado direito da candelária, que, segundo os sambistas, também dava azar. Contra todos os prognósticos pessimistas Salgueiro foi campeão nesse ano.

4 - Primeira mulher a tocar surdo numa escola de samba:
Dagmar, esposa de Nozinho, irmão de Natal da Portela, foi a primeira mulher a tocar surdo numa bateria de Escola de Samba.

http://felippecosta.blogspot.com/2007/08/curiosidades-do-samba-carioca.html

CAVACO/BANJO

Qual a diferença entre o cavaco e o banjo?

O banjo, em sua forma original de tocar, exige uma maneira própria em função de sua afinação e sonoridade serem apropriadas à música americana (jazz, country, etc...)Ao ser introduzido no pagode, o banjo passou a ter a mesma afinação do cavaquinho(RÉ, SOL, SI e RÉ ou RÉ, SOL, SI, MI), fazendo com que sua forma de tocar ficasse igual a dele. A única diferença entre eles passa a ser a forma de palhetar.

Que tipo de cavaco deve ser usado por um iniciante?

O iniciante é aconselhado a comprar um cavaco barato. Depois que seu aprendizado progredir, ele deve comprar outro de melhor qualidade.Dependendo da condição financeira do iniciante, a compra de um bom cavaquinho, torna o aprendizado mais produtivo.

Qual a melhor forma de eletrificar o cavaquinho?

O sistema mais prático é o captador de cavalete e o captador magnético.O captador de cavalete consiste num filete magnético provido de um mecanismo em seu interior. Este filete é colocado no local onde fica o rastilho (peça feita em osso, próxima ao cavalete, por onde passam as cordas). E o captador magnético é uma peça retangular que se coloca na boca do cavaco, sob as cordas.

Em quanto tempo um iniciante alcança um estágio satisfatório?

A rapidez do aprendizado é variável de uma pessoa para outra por vários fatores: musicalidade nata, coordenação motora (habilidade manual), disponibilidade de tempo para o treinamento e um bom orientador. Tudo isso, somado a uma grande força de vontade, pode fazer com que o iniciante alcance um bom estágio num período de 4 a 6 meses, Agora, o segredo é um só: Estudar, estudar, estudar ....

Qual a diferença entre as afinações RÉ-SOL-SI-RÉ e RÉ-SOL-SI-MI?

A primeira, é a afinação tradicional do cavaquinho, sendo utilizada pela grande maioria. A segunda é muito utilizada por aqueles que, tendo aprendido primeiro a tocar violão, não querem ter o trabalho de aprender um novo repertório de acordes num instrumento com afinação diferente. Tocar nesta afinação é o mesmo que tocar violão sem as duas cordas mais graves, mas ela possibilita aos solistas um maior alcance nas notas mais agudas.

Qual a importância da dissonância?

A relação acorde-melodia se dá em função da criação das melodias a partir de escalas dos acordes que são utilizados. Nestes casos, quando um trecho da melodia for criada a partir da escala E79+, este acorde é o que harmonizará com precisão aquele trecho. Podemos, neste caso, fazê-lo com E7, mas ficará uma harmonização "pobre".

Em qual região das cordas é mais correto palhetar?

Ao se executar o acompanhamento de um pagode ou choro, a localização das palhetadas fica ao gosto de quem está tocando, lembrando que a regra geral é palhetar sobre a boca do cavaquinho. A mudança para outras regiões deve se dar para incrementar a interpretação em algumas passagens.

http://www.geocities.com/Athens/4631/vitrine.htm

PARABÉNS CABRAL.












EMBORA O AJUSTE DO SOM NÃO AJUDASSE, FOI UMA BELA FESTA DE ANIVERSÁRIO. MAIS UMA VEZ PARABÉNS CABRAL, MUITOS ANOS MAIS DE SAMBA E DE AMIZADE. VALEU!!! ATENTEM P/ A BELEZA DO BOLO.
( A FESTA ACONTECEU 06/05/2009 NO PIZZABAR)


PAULO CÉSAR FEITAL. VALE A PENA BAIXAR.

SE GOSTAR, COMPRE O ORIGINAL, AJUDE E INCENTIVE O ARTISTA A CRIAR OUTRAS PÉROLAS COMO ESSA.

http://lix.in/-472195

quarta-feira, 6 de maio de 2009

BEBER... SOCIALMENTE

Coisas que são DIFÍCEIS de dizer quando você está bêbado:
- Indubitavelmente.
- Preliminarmente.
- Proliferação.
- Inconstitucional.
_____
Coisas que são EXTREMAMENTE DIFÍCEIS de dizer quando você esta bêbado:
- Especificidade.
- Transsubstanciado.
- Verossimilhança.
- Três tigres.
_____
Coisas que são TOTALMENTE IMPOSSÍVEIS de dizer quando você está bêbado:
- Puta merda que menina(o) feia(o)!!!!
- Chega, já bebi demais.
- Sai fora, você não é o meu tipo...
_____
Como agir quando bebeu demais e está com os seguintes sintomas:
SINTOMA: Pés frios e úmidos.
CAUSA: Você está segurando o copo pelo lado errado.
SOLUÇÃO: Gire o copo até que a parte aberta esteja virada para cima.
SINTOMA: Pés quentes e úmidos.
CAUSA: Você fez xixi.
SOLUÇÃO: Vá se secar no banheiro mais próximo.
SINTOMA: A parede à sua frente está cheia de luzes.
CAUSA: Você caiu de costas no chão.
SOLUÇÃO: Coloque seu corpo a 90 graus do solo.
SINTOMA: O chão está embaçado.
CAUSA: Você está olhando para o chão através do fundo do seu copo vazio.
SOLUÇÃO: Compre outra cerveja ou similar.
SINTOMA: O chão está se movendo.
CAUSA: Você está sendo carregado ou arrastado.
SOLUÇÃO: Pergunte se estão te levando para outro bar.
SINTOMA: O local ficou completamente escuro.
CAUSA: O bar fechou.
SOLUÇÃO: Pergunte ao garçom o endereço de sua casa.
SINTOMA: O motorista do táxi é um elefante rosa.
CAUSA: Você bebeu muitíssimo.
SOLUÇÃO: Peça ao elefante que o leve para o hospital mais próximo.
SINTOMA: Você está olhando um espelho que se move como água.
CAUSA: Você está para vomitar em uma privada.
SOLUÇÃO: Enfie o dedo na garganta!
SINTOMA: As pessoas falam produzindo um misterioso eco.
CAUSA: Você está com a garrafa de cerveja na orelha.
SOLUÇÃO: Deixe de ser palhaço.
SINTOMA: A danceteria se move muito e a música é muito repetitiva.
CAUSA: Você está em uma ambulância.
SOLUÇÃO: Não se mova. Possível coma alcoólico.
SINTOMA: A fortíssima luz da danceteria está cegando seus olhos.
CAUSA: Você está na rua e já é dia.
SOLUÇÃO: Tente encontrar o caminho de volta para casa.
SINTOMA: Seu amigo não liga para o que você fala.
CAUSA: Você está falando com uma caixa de correios.
SOLUÇÃO: Procure seu amigo para que ele te leve para casa.
SINTOMA: Seu amigo não pára de falar repetidamente as mesmas palavras
CAUSA: Você está falando com o cachorro do vizinho
SOLUÇÃO: Pergunte a ele onde é sua casa.

por Marçal.

terça-feira, 5 de maio de 2009

UTILIDADE PÚBLICA, DIVULGUEM.

FONOAUDIOLOGIA
Pessoal,
Se conhecerem alguém que está precisando fazer Fonoaudiologia gratuitamente, favor encaminhar para o Hospital da Baleia na quarta-feira de manhã e procurar a Professora Karine (no 3o. andar) . Os alunos da Fumec fazem estágio lá e estão precisando de clientes - não tem ninguém na fila. Divulguem!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Como o Flamengo se tornou O Mais Querido do Brasil

Apesar de sabidamente possuir, desde 10 mil anos antes do nada, a maior torcida do universo, o Flamengo só conquistou o reconhecimento oficial de sua superioridade nos corações brasileiros em 1938, quando o Jornal do Brasil e a Água Mineral Salutaris promoveram um concurso para eleger através dos votos de seus torcedores o time mais querido do Brasil. Ao clube vencedor, que conquistaria o direito de ostentar o apodo – O Mais Querido do Brasil, caberia ainda uma belíssima taça de prata lavrada que ficou exposta durante meses na vitrine da La Royale, uma das joalherias mais elegantes da Avenida Central.

Espantoso como naquela época as coisas eram diferentes. A Muy Heróica e Leal Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro ainda não tinha um milhão de habitantes, o Jornal do Brasil era tido como o jornal das donas de casa graças aos minúsculos anúncios classificados que orlavam sua primeira página e a água mineral Salutaris vendia mais que a Coca e a Pepsi juntas. As coisas eram tão diferentes naquele tempo que os cabeças-duras que torciam pro time da colônia imperialista ainda tinham culhões pra enfrentar o Flamengo.

Movidos pela cobiça, os estrátegos do serviço de inteligência vascaína imaginaram então uma maneira considerada infalível de vencer o Flamengo: comprariam os exemplares do Jornal do Brasil que traziam os cupons para a votação diretamente da mão dos jornaleiros que os vendiam pelas ruas naqueles tempos de pouquíssimas bancas de jornal. Além disso, o bacalhau contava com os votos que seriam provavelmente acumulados pela plêiade de carroceiros, garrafeiros e burros-sem-rabo vascaínos que monopolizavam o mercado de jornal velho e outros materiais recicláveis da então Capital Federal.

Mas o Flamengo dessa época já era o Mengão Cósmico que arrastava pequenas (comparativamente aos dias de hoje) multidões onde quer que se apresentasse. Com um timaço liderado pelo infernal Leônidas da Silva, o Homem de Borracha da Copa da França e Diamante Negro do Brasil, os visionários torcedores do então quarentão Flamengo já tinham consciência de que faziam parte de uma elite futebolística destinada a triunfar como os maiores do mundo.

Enquanto o nosso bacalhoesco rival apostou tudo no abuso do poder econômico e no traço poupador tão presente na personalidade do povo luso para vencer a disputa, os jovens entusiastas do Flamengo contaram apenas com a coragem e a inteligência para vencer a batalha do tostão contra o milhão. Durante meses as torcidas se mobilizaram para aquele civilizado duelo. Cada clube fazendo tudo que estivesse ao seu alcance para conseguir mais votos.

O Vasco organizou festas, rifas e quermesses e angariou fundos para comprar edições inteiras do Jornal do Brasil. No Flamengo não foi diferente, listas de subscrição foram organizadas por toda cidade e era difícil para um rubro-negro em 1938 tomar um cafezinho sem que alguém lhe pedisse uma contribuição para ajudar o Flamengo a vencer o Vasco. Ao fim de cada dia, sócios, diretores e torcedores faziam a conferência de sacos e mais sacos com nossos votos que se amontoavam na garagem de barcos em nossa sede no antigo 22 da Praia do Flamengo. Mas por mais que o Flamengo fizesse restava sempre a impressão de que não havia como o Flamengo vencer aquela briga. O Flamengo juntou 200 mil votos mas o Vasco deveria ter juntado mais ainda.



Mário Filho, em seu magnífico Histórias do Flamengo destacava: “Todo português aprendeu a guardar desde menino, a fazer seu pezinho de meia. Se alguém tivesse dúvida sobre a vantagem que o Vasco levava, deixaria de duvidar logo que abrisse o Jornal do Brasil, um dia depois de uma apuração. O Vasco estava na frente, longe. Se o pessoal do Flamengo passava pela La Royale para ver a Taça Salutaris ao lado das jóias mais caras, também o pessoal do Vasco passava por lá. O Flamengo namorava a taça, o Vasco não namorava mais a taça, noivava com ela. Valia uns quinze contos, só de prata. E era uma obra de arte, de gosto português. Por isso mesmo é que o Vasco fazia tanta questão de ficar com ela. Em Santa Luzia ela estaria em casa, na garage do Flamengo daria a impressão de uma coisa fora do lugar.”

No dia da apuração final o Vasco liderava a disputa com uma vantagem de mais de 60 mil votos. Conforme o regulamento, os votos deveriam ser entregues na própria sede do Jornal do Brasil, na Avenida Central. Usando a mais pura picardia carioca os líderes do Flamengo ocuparam a porta da sede do jornal. Convenientemente disfarçados com botões do Vasco na lapela e aportuguesando a voz recebiam os sacos de votos que a torcida do Vasco entregava confiante em uma vitória que seria consagradora. Chegavam votos do Vasco que não acabavam mais e ali mesmo na porta do JB eram entregues inocentemente nas mãos de um rubro-negro de bigodes e botão do Vasco na lapela que os passava rapidamente para outro rubro-negro que entrava com os votos no prédio do jornal.

Se os votos já estivessem preenchidos para o Vasco iam diretamente para as latrinas do Jornal do Brasil, se estivessem em branco eram carimbados para o Flamengo e se somavam ao nosso bolo. Em pouco tempo todas as privadas do Jornal do Brasil estavam entupidas e os votos pro bascu que continuavam a chegar começaram a ir pro fundo do poço do elevador.

As torcidas se reuniram na frente do JB e no fim da tarde foi colocado um cartaz na porta do jornal: Não se recebem mais votos. A apuração começou contando os votos do Vasco. Quando o Flamengo passou na frente a torcida explodiu como se estivesse no field da Rua Paysandu comemorando um goal de Nônô. Os vascaínos começaram a sair de cabeça baixa, sem compreender como fora possível perder pro Flamengo. A Taça Salutaris foi levada em triunfo pelos rubro-negros até a sede do Flamengo e está até hoje na nossa sala de troféus na Gávea.

No dia seguinte, o presidente do Vasco recebeu uma encomenda expressa enviada por alguns torcedores rubro-negros. Um lindo penico embrulhado para presente onde se lia Taça Salutairis. Dentro do penico vários votos do concurso carimbados para o bascu e os botões de lapela.

Foi assim que o Flamengo tornou-se O Mais Querido do Brasil.

PEGA AÍ