O GRUPO FIDELIDADE PARTIDÁRIA, COMANDADO PELO NOSSO PARCEIRO MARCELO ROXO, COMEMORA SEU DÉCIMO ANIVERSÁRIO COM UM GRANDE DESFILE DE ESTRELAS NO LAPA MULTISHOW.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
DIGNIDADE, CONSCIÊNCIA, PROFISSIONALISMO*
COLUNA DE MESTRE AFONSO, *Retirado do blog de Zu Moreira (O Tempo)
Dudu Nicácio, Miguel dos Anjos, Mestre Jonas
Enquanto uns falam, reclamam e choram pelas esquinas, outros fazem acontecer. Quando não me prendo ao conceito (como é colocado) de raízes no samba, alguns me contestam. A maioria se esquece que as raízes se renovam, e que como disse Cartola: “no fim desse labor surge um novo compositor, com sangue novo nas veias”.
No show de encerramento do Projeto Samba do Compositor, no Palácio das Artes, terça-feira passada, Dudu Nicácio, Miguel dos Anjos e Mestre Jonas nos deram inúmeras provas da renovação das raízes, nos mostraram que com respeito, dignidade e amor, tudo pode acontecer.
Embora eu tenha percebido algumas falhas técnicas, como sempre acontece em qualquer show ao vivo, no contexto geral este foi um dos melhores trabalhos que já tive a oportunidade de ver e ouvir em Minas Gerais.
Levar o nosso povo, o verdadeiro povo do samba, para o Palácio das Artes a preços populares, foi um ato de coragem, alguns diriam que foi uma verdadeira ousadia. Cantar o nosso samba, com o auxilio da platéia que praticamente só os ouve pelos bares da cidade, foi uma demonstração de que somos guerreiros e acreditamos nas possibilidades. Encher (lotar mesmo) o Palácio das Artes de sambistas que cantaram, dançaram, e se confraternizaram, era algo inimaginável até a bem pouco tempo. O morro desceu para a cidade, as senzalas e os guetos não existiram, os beco e vielas se encontraram: Belo Horizonte se tornou única, como deveria ser sempre.
O grupo musical que fez o acompanhamento do show também brilhou. No rosto de cada componente a vontade de acertar, a dedicação, o amor ao samba e aos sambistas. Foram muitos ensaios, muita dedicação, muito respeito com quem viria nos fazer viver um momento de glória.
Parabéns a todos que investiram no projeto, parabéns a todos que acreditaram que Belo Horizonte é fonte perene de arte e cultura, parabéns à cidade (seus administradores) que mesmo enfrentando dificuldades e discriminações, estão abrindo as portas para todas as manifestações culturais em todos os cantos e recantos da cidade. Isso é civismo, isso é consciência, isso é respeito.
No show de encerramento do Projeto Samba do Compositor, no Palácio das Artes, terça-feira passada, Dudu Nicácio, Miguel dos Anjos e Mestre Jonas nos deram inúmeras provas da renovação das raízes, nos mostraram que com respeito, dignidade e amor, tudo pode acontecer.
Embora eu tenha percebido algumas falhas técnicas, como sempre acontece em qualquer show ao vivo, no contexto geral este foi um dos melhores trabalhos que já tive a oportunidade de ver e ouvir em Minas Gerais.
Levar o nosso povo, o verdadeiro povo do samba, para o Palácio das Artes a preços populares, foi um ato de coragem, alguns diriam que foi uma verdadeira ousadia. Cantar o nosso samba, com o auxilio da platéia que praticamente só os ouve pelos bares da cidade, foi uma demonstração de que somos guerreiros e acreditamos nas possibilidades. Encher (lotar mesmo) o Palácio das Artes de sambistas que cantaram, dançaram, e se confraternizaram, era algo inimaginável até a bem pouco tempo. O morro desceu para a cidade, as senzalas e os guetos não existiram, os beco e vielas se encontraram: Belo Horizonte se tornou única, como deveria ser sempre.
O grupo musical que fez o acompanhamento do show também brilhou. No rosto de cada componente a vontade de acertar, a dedicação, o amor ao samba e aos sambistas. Foram muitos ensaios, muita dedicação, muito respeito com quem viria nos fazer viver um momento de glória.
Parabéns a todos que investiram no projeto, parabéns a todos que acreditaram que Belo Horizonte é fonte perene de arte e cultura, parabéns à cidade (seus administradores) que mesmo enfrentando dificuldades e discriminações, estão abrindo as portas para todas as manifestações culturais em todos os cantos e recantos da cidade. Isso é civismo, isso é consciência, isso é respeito.
E lá vem ela.

Andar cansado pelas lidas da vida, mas com a altivez da rainha que sempre foi e será. Amparada por mãos carinhosas, mas transpirando domínio naquilo que sempre soube fazer: compor e cantar, viver com dignidade e respeito aos semelhantes.
Uma poltrona no palco, ela sentou-se vagarosamente, e quando abriu a garganta, lágrimas de amor vieram aos nossos olhos, estávamos diante de uma deusa. E quando sua voz invadiu o salão aí nos sentimos no Éden, sentimos que estávamos diante de todo um passado de lutas e abnegação a uma causa que também é nossa, era DONA IVONE LARA, era o samba em pessoa.
Dona Ivone Lara - Yvonne Lara da Costa, mais conhecida como Dona Ivone Lara, nascida no Rio de Janeiro, em 13 de abril de 1922. Formada em Enfermagem, com especialização em Terapia Ocupacional, foi assistente social até se aposentar em 1977. Nesta função trabalhou em hospitais psiquátricos. Com a morte da mãe aos três anos de idade, e do pai aos doze, foi criada pelos tios e com eles aprendeu a tocar cavaquinho e a ouvir samba, ao lado do primo Mestre Fuleiro; teve aulas de canto com Lucília Villa-Lobos e recebeu elogios do marido desta, o maestro Villa- Lobos. Casou-se aos 25 anos de idade com Oscar Costa, filho de Alfredo Costa, presidente da escola de samba Prazer da Serrinha, onde conheceu alguns compositores que viriam a ser seus parceiros em algumas composições, como Mano Décio da Viola e Silas de Oliveira. Compôs o samba Nasci para sofrer, que se tornou o hino da escola. Com a fundação do Império Serrano, em 1947, passou a desfilar na ala das baianas. Compôs o samba Não me perguntes, mas a consagração veio em 1965, com Os cinco bailes da história do Rio quando tornou-se a primeira mulher a fazer parte da ala de compositores de escola de samba.
Aposentada em 1977, passou a dedicar-se exclusivamente à carreira artística. Entre os intérpretes que gravaram suas composições destacam-se Clara Nunes, Roberto Ribeiro, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Pauinho da Viola, Beth Carvalho, entre outros e outras grandes personalidades da MPB.
Benção, Dona Ivone Lara.
Uma poltrona no palco, ela sentou-se vagarosamente, e quando abriu a garganta, lágrimas de amor vieram aos nossos olhos, estávamos diante de uma deusa. E quando sua voz invadiu o salão aí nos sentimos no Éden, sentimos que estávamos diante de todo um passado de lutas e abnegação a uma causa que também é nossa, era DONA IVONE LARA, era o samba em pessoa.
Dona Ivone Lara - Yvonne Lara da Costa, mais conhecida como Dona Ivone Lara, nascida no Rio de Janeiro, em 13 de abril de 1922. Formada em Enfermagem, com especialização em Terapia Ocupacional, foi assistente social até se aposentar em 1977. Nesta função trabalhou em hospitais psiquátricos. Com a morte da mãe aos três anos de idade, e do pai aos doze, foi criada pelos tios e com eles aprendeu a tocar cavaquinho e a ouvir samba, ao lado do primo Mestre Fuleiro; teve aulas de canto com Lucília Villa-Lobos e recebeu elogios do marido desta, o maestro Villa- Lobos. Casou-se aos 25 anos de idade com Oscar Costa, filho de Alfredo Costa, presidente da escola de samba Prazer da Serrinha, onde conheceu alguns compositores que viriam a ser seus parceiros em algumas composições, como Mano Décio da Viola e Silas de Oliveira. Compôs o samba Nasci para sofrer, que se tornou o hino da escola. Com a fundação do Império Serrano, em 1947, passou a desfilar na ala das baianas. Compôs o samba Não me perguntes, mas a consagração veio em 1965, com Os cinco bailes da história do Rio quando tornou-se a primeira mulher a fazer parte da ala de compositores de escola de samba.
Aposentada em 1977, passou a dedicar-se exclusivamente à carreira artística. Entre os intérpretes que gravaram suas composições destacam-se Clara Nunes, Roberto Ribeiro, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Pauinho da Viola, Beth Carvalho, entre outros e outras grandes personalidades da MPB.
Benção, Dona Ivone Lara.
PROJETO EU CANTO SAMBA COMPLETOU UM ANO
O PROJETO "EU CANTO SAMBA" DO QUAL ORGULHOSAMENTE SOU UM DOS FUNDADORES, COMPLETOU UM ANO. UM ANO DE MUITO SAMBA, MUITA ALEGRIA, MUITA DEDICAÇÃO, MUITA PARCERIA, MUITA UNIÃO, LUTA CONTRA SITUAÇÕES ADVERSAS, MAS ENFIM CHEGAMOS LÁ COM MUITA FÉ NA CONTINUIDADE E AMPLIAÇÃO DO PROJETO. AGRADECEMOS A TODOS QUE NOS DERAM FORÇA E TAMBÉM AQUELES QUE TORCERAM CONTRA, PORQUE DE CERTA FORMA TAMBÉM NOS INCENTIVARAM A IR EM FRENTE. COMO DIZEM OS NOSSOS AMIGOS MESTRE JONAS E MIGUEL DOS ANJOS , "ESSE SAMBA É TODO NOSSO" ( DA RODA E DE VOCÊS QUE NOS PRESTIGIAM)COMEÇA DIA 21/11 O SAMBA NO PIZZA BAR
O GRUPO PRINCÍPIO DO INFINITO RECOMEÇA SUAS ATIVIDADES TODO SÁBADO NO PIZZA BAR, A PARTIR DO DIA 21/11 AS 16:00hs.
QUEM É DE SAMBAR QUE VENHA, O SAMBA ESTÁ DE VOLTA. AGUARDAMOS VOCÊS COM O CARINHO DE SEMPRE.
QUEM É DE SAMBAR QUE VENHA, O SAMBA ESTÁ DE VOLTA. AGUARDAMOS VOCÊS COM O CARINHO DE SEMPRE.
EVAIR RABELO COMANDA O SAMBA NO "SAVAJUZ"
"Ai rapaziada da minha consideração...todos os Sabados apartir da 17 h - Roda de SambaGrupo Balaio di gato com part. do sambista Evair Rabelo e dia 21/11 - na canja do mês nossa convidada é a cantora Dóris.
Savajuz restaurante: rua aimorés nº 475 - esq. de Bernardo Monteiro - funcionários - inf. 31-32733939.
compareçam....... "
Savajuz restaurante: rua aimorés nº 475 - esq. de Bernardo Monteiro - funcionários - inf. 31-32733939.
compareçam....... "
AMANHÃ TEM "RODA VIVA" NO MARQUÊS CULTURAL

SÁBADO 07/11 - 16:00hs, A RODA GIRA NA RUA MARQUÊS DE MARICÁ, 56.
VALE A PENA CONFERIR.
VIDE POSTAGEM ABAIXO
VALE A PENA CONFERIR.
VIDE POSTAGEM ABAIXO
Show na Praça Mauro Duarte homenageia Luiz Carlos da Vila
Pessoal, este sábado (7) haverá uma homenagem ao Luiz Carlos da Vila na Praça Mauro Duarte, em Botafogo. Um show só com músicas dele, ou que ele tenha gravado, ou homenageando-o. Com arranjos e direção musical de Tiago Prata - que viajou com o da Vila para Holanda e Cuba em 2008 -, o show contará com os cantores e compositores Moyseis Marques e Bira da Vila. Eles serão também acompanhados por Rafael Dos Santos (cavaquinho), Samuel de Oliveira (sopros), Anderson Balbueno, Jorge Alexandre e Rodrigo de Jesus nas percussões. O Bira e o Moyseis Marques foram muito ligados a ele. Bira é parceiro do saudoso compositor em vários sambas, como o "Então Leva", gravado recentemente pelo Zeca Pagodinho. E quanto ao Moyseis, o da Vila sempre deu a maior força para o garoto. Uma das músicas mais bonitas do primeiro disco do moço é "Profissão de Fé" (Da Vila, Sereno e André Renato). Serão cerca de 40 músicas, algumas até inéditas. Os grandes sucessos como "Kizomba, a Festa da Raça"; "O show tem que continuar" e "Doce Refúgio" não vão ficar de fora. Mas sambas mais antigos e pouco cantado como "Carvão e Giz" e "Morro Molhado" serão lembrados. Os músicos avisam que o show começa 19h em ponto e não pode passar das 22:00 por causa da vizinhança. Local: Praça Mauro Duarte - em frente à saída da General Polidoro do Hortifrutti. Perto da Fernandes Guimarães e da Rua da Passagem. Grátis.
Colaboração do Instituto Luiz Carlos da Vila , criado esse ano para cuidar do acervo, obra e memória dele.
Quem estiver indo ao Rio, está aí uma boa pedida.
Colaboração do Instituto Luiz Carlos da Vila , criado esse ano para cuidar do acervo, obra e memória dele.
Quem estiver indo ao Rio, está aí uma boa pedida.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Começou nesta terça a quinta edição do Festival de Arte Negra
A quinta edição do Festival de Arte Negra (FAN) começa nesta terça, em Belo Horizonte, com programação voltada para o Ano da França no Brasil, convidados internacionais, de outros estados brasileiros e artistas locais e com objetivo de descentralização que leva todos os espetáculos e atrações para o entorno da Lagoa da Pampulha. Entre os convidados, estão o coreógrafo franco-senegalês Patrick Acogny, o cantor Jorge Dissonância, de Sergipe, a percussionista Simone Soul, de São Paulo, e o músico, ator e dançarino mineiro Benjamin Abras, entre dezenas de outros convidados. Eles participam de um dos maiores eventos da cultura negra realizado na América Latina, até o próximo domingo, que este ano aborda o tema Os congos daqui recebem os congos de lá, com foco nas relações produzidas pela diáspora africana no mundo.A proposta, explica o bailarino Rui Moreira, curador do FAN ao lado do ator Adyr Assunção, é revelar a arte negra, em sua unidade e fragmentação, de modo a criar novas formas de pensar o sentido das produções culturais no mundo contemporâneo. Espetáculos de teatro, música, oficinas, sessões de cinema, exposições de artes plásticas, aulas abertas e montagens conjuntas têm entrada franca e são apresentados a partir de diferentes pontos de vista. Desta vez, um único palco concentra as atrações, como forma simbólica de atribuir o mesmo grau de relevância a todas as expressões. Durante o festival, a região que envolve Casa do Baile, Praça da Pampulha e Igreja de São Francisco de Assis será identificada como Mercado de Culturas – Ojá, onde serão instalados espaços de convivência destinados à gastronomia, literatura, exposições, comércio de artesanato, debates, palestras e shows.
link para a programação....
http://www.fanbh.com.br/2009/jornalfan.pdf
Por Dandara Antero Cardoso
link para a programação....
http://www.fanbh.com.br/2009/jornalfan.pdf
Por Dandara Antero Cardoso
A RODA GIRA

NESTE SÁBADO 07/11, A RODA DO PROJETO RODA VIVA ( AQUELA RODA LÁ DO BAIRRO SÃO MARCOS) ESTARÁ SE APRESENTANDO NA RUA MARQUES DE MARICÁ, 56 NO BAIRRO STO ANTÔNIO, NO "BAR MARQUÊS CULTURAL"A PARTIR DAS 16:00hs.
Marquês Cultural

Rua Marquês de Maricá, 56 - Santo Antônio Belo Horizonte - MG Tel: (31) 3293-8256
O Marquês está instalado em uma charmosa casa da década de 50, restaurada pela arquiteta Lúcia Candiotto. O bar tem uma decoração leve preservando a arquitetura e os acabamentos originais da casa. As janelas de guilhotina, mantidas após a restauração, são utilizadas como moldura para os painéis assinados pelo artista plástico Denis Leroy. Eventualmente a casa oferece apresentações musicais.
Endereco:Rua Marquês de Maricá, 56 Santo Antônio Telefone: (31) 3293-8256Capacidade:100 pessoas.
A rua Marquês de Maricá, é a segunda paralela a Prudente de Morais, atrás do primeiro posto de gasolina BR-Petrobrás para quem vem da Av. do Contorno.
A local é aconchegante, com fácil estacionamento, mas se quiserem mesa, cheguem cedo pois pelo tamanho da casa, as mesmas são limitadas.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Caetano apresenta segundo CD solo de Pedro Miranda

Por intermédio de seu filho Moreno Veloso, amigo de Pedro Miranda (visto acima em foto de Bruno Veiga), Caetano Veloso ouviu Pimenteira, o segundo CD solo do cantor projetado no Grupo Semente. Caetano gostou tanto do sucessor de Coisa com Coisa (2006) que escreveu o entusiasmado texto que apresenta o álbum aos formadores de opinião.
Com a palavra, Caetano Veloso:
"Uma Coleção de Obras-Primas"
Caetano Veloso:
"Há muito tempo não ouço um disco inteiro com tanto entusiasmo no coração quanto esse Pimenteira. Acho que ouvi Pedro Miranda pela primeira vez numa faixa do CD de Teresa Cristina – e fiquei maravilhado com a musicalidade, a cultura entranhada, a naturalidade, o frescor. Comuniquei meu entusiasmo a Moreno e ele me disse que conhecia Pedro: logo eu estava com o primeiro CD de Pedro nas mãos. O CD confirmava a muito boa impressão causada pela faixa no disco de Teresa. De modo que, agora, quando ele me entregou uma cópia do seu novo disco, eu já me pus em alta expectativa. Mas não imaginava que estivesse diante de um trabalho de tamanho fôlego. Considero este um disco de grande artista. É um disco fácil de ouvir, maneiro, agradável, porém tem força histórica intensa e convida a reflexões complexas e tão profundas que nem a deliciosa paródia de texto acadêmico que vem no encarte (a respeito da alegoria deliberadamente ingênua de Edu Krieger, Coluna Social) poderia satirizar. Para começar, o estilo despojado do cantor, sem afetação, sem tiques nenhuns, dá conta de toda a possível cultura crítica atual relativa ao canto popular brasileiro. Voz maleável, incrivelmente confortável nas regiões agudas, ele mostra destreza e agilidade sem que se perceba esforço de sua parte. E o fraseado revela reverência e familiaridade com a história do samba. Mas é a escolha do repertório que ilumina as virtudes do seu estilo. Esse repertório (para cuja feitura ele agradece a colaboração de Cristina Buarque e Paulão 7 Cordas) diz tudo sobre o que deve ser dito a respeito do que vem acontecendo com o samba, desde que este se tornou emblema da musicalidade brasileira (“O mito é o nada que é tudo”), passando pelo furacão camuflado que foi a bossa nova e pela sua recolocação no ambiente que o forjou: a boemia que transita entre certos morros e certas áreas do asfalto carioca. Essa recolocação teve como marco inicial a virada que significou, no meio dos anos 1960, coincidirem as insatisfações de Nara Leão com o surgimento do Zicartola, o início das atividades de compositor de Chico Buarque em São Paulo e o estrelato conjunto de Paulinho da Viola e Clementina de Jesus no Rosa de Ouro. Todos os desdobramentos – de Beth Carvalho ao Art Popular, de Zeca Pagodinho ao Psirico, de Arlindo Cruz a Roberta Sá – estão homenageados nesse álbum coeso, sincero e de grande visão. O arco de compositores vai de Nelson Cavaquinho a Rubinho Jacobina – e, no entanto, a unidade de visão faz de Pimenteira uma obra autoral de Pedro Miranda. As melodias, em geral com sabor de choro a caminho da gafieira (mas sem deixar de fora nem a chula baiana nem o coco nordestino), sustentam um virtuosismo poético que, por força da perspectiva da escolha do material (e da ordem em que ele vem), sugere um gosto pessoal, a um tempo apurado, exigente e espontâneo, que atravessa todo o disco. Dos versos elegantes de Paulo César Pinheiro para a música rica de Mauricio Carrilho (com ecos de Bororó) ao fascinante jogo embaralhado de imagens atuais no samba de Moyseis Marques, passando pela Imagem, de Trambique e Wilson das Neves, e pelo show de bola de Elton Medeiros e Afonso Machado, tudo em Pimenteira transpira grande talento guiado por grande inteligência. O disco fala de tudo o que fala como Nei Lopes fala (na única nota de encarte que não foi escrita por Pedro e Luís Filipe) da série de mulatos que compõem a figura de Compadre Bento: com admiração e intimidade. Terminei citando muitos dos sambas do disco, mas não é por os achar menos interessantes que não citei alguns: todos são de alta extração, todos fazem o CD soar como uma coleção de obras-primas. O que faz com que esse disco ao mesmo tempo pareça o lançamento de um novo autor e uma antologia de clássicos. Na verdade, é o disco que já nasce antológico. A colaboração de Luís Filipe de Lima é decisiva na definição dos arranjos e da sonoridade. Sobre ele (e os demais colaboradores musicais e técnicos), Pedro fala melhor do que eu poderia, nas palavras de agradecimento que escreveu. Quanto a mim, sou mais levado a considerar que a oportunidade foi uma dádiva que Pedro lhes fez. Eu sempre sou citado como elogiador fácil de moças jovens bonitas que cantam samba. Nunca as elogiei sem que achasse justo fazê-lo. Dizer aqui que o CD de um marmanjo, que nem tipo gatinho é, é algo muito mais importante do que o que essas ninfas têm, em conjunto, alcançado deve dar ideia do quanto considero Pimenteira um evento especial em nossa música. E, de quebra, pode dar mais credibilidade aos elogios que faço às moças".
Caetano Veloso
retirado do blog "Notas musicais"
terça-feira, 3 de novembro de 2009
VIVA O ESPAÇO CULTURAL DO BAIRRO SÃO PAULO
ESTEVE PRESENTE NA CIDADE, MAIS PRECISAMENTE NO CENTRO CULTURAL, O GRANDE SAMBISTA JORGINHO DO IMPÉRIO ( DO MEU QUERIDO IMPÉRIO SERRANO), NUM EVENTO QUE REUNIU GRANDE PARTE DOS SAMBISTAS DE BH E ESTIVE POR LÁ DANDO UMA CANJA LOGICAMENTE.
O GIRO DA RODA
NESTE SÁBADO 07/11, A RODA DO PROJETO RODA VIVA ( AQUELA RODA LÁ DO BAIRRO SÃO MARCOS) ESTARÁ SE APRESENTANDO NA RUA MARQUES DE MARICÁ, 56 NO BAIRRO STO ANTÔNIO, NO "BAR MARQUÊS CULTURAL"A PARTIR DAS 16:00hs.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
VEM AÍ PRINCÍPIO DO INFINITO NO PIZZA BAR

EM NOVEMBRO (DATA A SER MARCADA) O GRUPO PASSA A SE APRESENTAR TODOS OS SÁBADOS A PARTIR DAS 16:00hs.
É O SAMBA DE VOLTA E CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
O SAMBA E SUA PROLE*
*Por Mestre Afonso.
Adotou-se, talvez pelo seu sucesso em 1917, que oficialmente o primeiro samba gravado foi o "Pelo Telefone". Há controvérsias. A gravadora Odeon, por exemplo, que registrou o samba chamado de pioneiro, antes dele já havia gravado, na série lançada entre 1912 e 1914, Descascando o Pessoal e Urubu Malandro, classificados como samba no próprio catálogo da fábrica. Na série de 1912 a 1915 consta A Viola Está Magoada, de Catulo da Paixão Cearense, interpretada por Bahiano e Júlia Martins, além de Moleque Vagabundo, de Lourival Carvalho, também identificados como samba. O selo Columbia editou série entre 1908 e 1912, aparecendo nela como “samba” as gravações Michaella, Quando a Mulher Não Quer, e No Samba.
A autoria do “Pelo Telefone”, um maxixe, também é contestada. Muitos defendem a tese de que este samba era cantado nas rodas na casa da Tia Ciata ou Asseata (coletivamente) e que Hernesto dos Santos, o Donga, registrou apenas a música e anos depois Mauro de Almeida, o Peru dos Pés Frios, registrou a letra. Da mesma maneira como existem dúvidas quanto à autoria de “Pelo Telefone”, não se pode concluir com certeza qual foi o primeiro samba gravado.
A origem da palavra samba, contudo, parece ser mais remota. Seria, provavelmente, uma derivação do quimbundo semba, que significa umbigada, ou do umbumdo samba que significa estar animado ou estar excitado. Há também quem afirme que a palavra tenha sua ligação com a língua luba e com outras línguas bantas, nas quais samba significa pular ou saltar com alegria, ou reza, queixa, lamento. O que prova que o samba é bem anterior à música de Donga.

A primeira vez que a palavra SAMBA apareceu na imprensa brasileira, foi no jornal satírico O CARAPUCEIRO, editado em Recife entre1832 e 1842, por um frei religioso, o padre Lopes Gama. Em uma das edições de 1838, o padre se refere a “samba d`almocreves”, classificando o estilo musical como coisa própria da periferia, do meio rural (almocreve era o serviçal que se ocupava de cuidar de mulas e burros).
Construção - O samba é basicamente uma construção musical feita com um compasso binário e um ritmo sincopado. É sobre esta forma básica que todos os tipos de samba existentes hoje se formulam.
Tipos de Samba - A partir do semba que os viajantes portugueses descobriram no Século XVIII em Angola e no Congo, o etnólogo Câmara Cascudo descobriu três tipos de dança que continham a base do ritmo que originou os sambas brasileiros. Essas danças são: a dança da umbigada, a de pares e a de roda. Essa música e essas danças foram trazidas para o Brasil pelos escravos e desenvolveram-se por todo o país. Elas receberam, em cada estado brasileiro, um nome diferente, um jeito diferente de ser tocadas e dançadas. Dos nomes e das ramificações desses ritmos africanos temos hoje o tambor de crioula no Maranhão; o bambelô no Rio Grande do Norte; o coco, o milindo, o piaui e o samba no Ceará e na Paraíba; o coco de parelha trocada, o coco solto, o troca parelha ou coco trocado, o virado e o coco em fileira em Pernambuco; o samba de roda, samba duro, e o batebaú na Bahia; o jongo, o samba-lenço, o samba-rural e o samba de roda em São Paulo ; o caxambú, o jongo, o samba e o partido alto no Rio. Temos também o jongo mineiro, enfim, são muitas as denominações e as formas de dançar e cantar samba. Por exemplo, o pagode — ritmo que surgiu nas mídias entre as décadas de 70 e 80— é uma dessas novas manifestações advindas do samba. Ainda temos o samba-rock, samba-jazz, samba de mesa, samba de terreiro, samba de breque, samba de quadra, samba-enredo, etc. Portanto, é certo afirmarmos que o samba pode ser visto hoje como um ritmo que engloba vários outros, já que suas ramificações não param de crescer.
A autoria do “Pelo Telefone”, um maxixe, também é contestada. Muitos defendem a tese de que este samba era cantado nas rodas na casa da Tia Ciata ou Asseata (coletivamente) e que Hernesto dos Santos, o Donga, registrou apenas a música e anos depois Mauro de Almeida, o Peru dos Pés Frios, registrou a letra. Da mesma maneira como existem dúvidas quanto à autoria de “Pelo Telefone”, não se pode concluir com certeza qual foi o primeiro samba gravado.
A origem da palavra samba, contudo, parece ser mais remota. Seria, provavelmente, uma derivação do quimbundo semba, que significa umbigada, ou do umbumdo samba que significa estar animado ou estar excitado. Há também quem afirme que a palavra tenha sua ligação com a língua luba e com outras línguas bantas, nas quais samba significa pular ou saltar com alegria, ou reza, queixa, lamento. O que prova que o samba é bem anterior à música de Donga.
A primeira vez que a palavra SAMBA apareceu na imprensa brasileira, foi no jornal satírico O CARAPUCEIRO, editado em Recife entre1832 e 1842, por um frei religioso, o padre Lopes Gama. Em uma das edições de 1838, o padre se refere a “samba d`almocreves”, classificando o estilo musical como coisa própria da periferia, do meio rural (almocreve era o serviçal que se ocupava de cuidar de mulas e burros).
Construção - O samba é basicamente uma construção musical feita com um compasso binário e um ritmo sincopado. É sobre esta forma básica que todos os tipos de samba existentes hoje se formulam.
Tipos de Samba - A partir do semba que os viajantes portugueses descobriram no Século XVIII em Angola e no Congo, o etnólogo Câmara Cascudo descobriu três tipos de dança que continham a base do ritmo que originou os sambas brasileiros. Essas danças são: a dança da umbigada, a de pares e a de roda. Essa música e essas danças foram trazidas para o Brasil pelos escravos e desenvolveram-se por todo o país. Elas receberam, em cada estado brasileiro, um nome diferente, um jeito diferente de ser tocadas e dançadas. Dos nomes e das ramificações desses ritmos africanos temos hoje o tambor de crioula no Maranhão; o bambelô no Rio Grande do Norte; o coco, o milindo, o piaui e o samba no Ceará e na Paraíba; o coco de parelha trocada, o coco solto, o troca parelha ou coco trocado, o virado e o coco em fileira em Pernambuco; o samba de roda, samba duro, e o batebaú na Bahia; o jongo, o samba-lenço, o samba-rural e o samba de roda em São Paulo ; o caxambú, o jongo, o samba e o partido alto no Rio. Temos também o jongo mineiro, enfim, são muitas as denominações e as formas de dançar e cantar samba. Por exemplo, o pagode — ritmo que surgiu nas mídias entre as décadas de 70 e 80— é uma dessas novas manifestações advindas do samba. Ainda temos o samba-rock, samba-jazz, samba de mesa, samba de terreiro, samba de breque, samba de quadra, samba-enredo, etc. Portanto, é certo afirmarmos que o samba pode ser visto hoje como um ritmo que engloba vários outros, já que suas ramificações não param de crescer.
Dona Ivone Lara faz única apresentação no Palácio das Artes
Grande dama do samba, a cantora e compositora carioca Dona Ivone Lara se apresenta hoje à noite no Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte. A apresentação marcará o encerramento da temporada deste ano do projeto Samba do compositor, idealizado em 2006 pelos sambistas Miguel dos Anjos, Mestre Jonas e Dudu Nicácio, que também estarão no palco. Muito satisfeita com a gravação de seu DVD em agosto, no Canecão (RJ), a artista, de 88 anos, só promete sucessos para o público mineiro.“Vou cantar músicas conhecidas, porque o povo gosta de participar. Não vou colocar nada inédito no repertório, só músicas que as pessoas já conhecem”, explica Dona Ivone. Nesse espírito, ela vai interpretar sambas de própria autoria, como Alguém me avisou, Acreditar e Sonho meu – os dois últimos em parceria com Délcio Carvalho. Suas canções já foram gravadas por gente como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gal Costa e Paulinho da Viola. Dona Ivone não se lembra ao certo de quando foi a última vez que se apresentou na capital mineira, só sabe que “faz bastante tempo” e também foi no Palácio das Artes. “Mostraram um pouco de Belo Horizonte pra mim e fiz amizade boa mesmo na cidade. De Minas gosto de tudo. Principalmente da culinária, que é muito boa. Também gostei muito da comunidade, pois o pessoal participou bastante do show”, elogia. Ela gosta de todo tipo de música e tem apreço especial pelos novos sambistas. Mesmo com tanto tempo de estrada, não deixa de se encantar com os trabalhos de jovens artistas: “É tudo novidade para mim.” Será acompanhada por Gustavo Monteiro (violão de sete cordas), Fernando Bento (cavaquinho), Sérgio Danilo (flauta e clarinete), Robson Batata (percussão), Rafael Leite (percussão) e Frederico Lazarinni (pandeiro). Para Dona Ivone, sua maior contribuição para o samba foi a participação no carnaval. Ela foi casada com Oscar Costa, filho do presidente da extinta escola de samba Prazer da Serrinha. No mesmo ano do casamento (1947) fez um samba com o qual a escola desfilou, Nasci para sofrer. Mais tarde, com o fim da escola, transferiu-se com todo o seu grupo para o Império Serrano – Não me perguntes (com Mestre Fuleiro) foi um de seus maiores sucessos na escola, da qual é madrinha da ala dos compositores. De onde vem a força para seguir cantando e compondo? “O que me dá energia é a alegria, o povo e a amizade. O que me inspira agora não são mais os namorados. Antigamente era. Agora, é estar num bom ambiente com uma boa roda de samba”, responde.ORALIDADE
“Ela é a rainha do samba, a maior compositora brasileira hoje. Nem sabia que algumas músicas que gostava eram dela. Muitos autores só conheci em rodas de samba, naquela tradição de oralidade. Sabia da existência de Dona Ivone, mas só depois de frequentar as rodas é que passei a saber mais sobre suas músicas. Hoje, são as músicas dela de que mais gosto de cantar. Foram também os primeiros sambas que guardei com carinho. São canções simples, com melodias bonitas e cadência gostosa e envolvente”, lembra Dudu Nicácio, um dos criadores do Samba do compositor. O projeto, criado por ele, Miguel dos Anjos e Mestre Jonas, teve início em 2006 no bar belo-horizontino A Casa. Semanalmente, o trio pinçava nomes do samba mineiro para apresentá-los ao público, valorizando talentos locais. A ideia deu certo e logo o projeto cresceu. No primeiro semestre deste ano, a mostra Samba do compositor percorreu quatro cidades (Governador Valadares, Uberlândia, Montes Claros e Campinas/SP) e contou com as participações especiais de Noca da Portela, Nei Lopes, Monarco e da própria Dona Ivone. “Continuaremos agora com a tarefa de aumentar a visibilidade do samba mineiro para fortalecer a cena daqui”, adianta Dudu.
DONA IVONE LARA
Show de da cantora e compositora, com participação de Miguel dos Anjos, Mestre Jonas e Dudu Nicácio. Terça-feira, às 21h, no Grande Teatro do Palácio das Artes, Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro. Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada). Informações: (31) 3236-7400.
Eduardo Tristão Girão - EM Cultura

segunda-feira, 26 de outubro de 2009
PARABÉNS AO SAMBA DO TRABALHADOR.
PARABENIZO O SAMBA DO TRABALHADOR, QUE HOJE É LEVADO POR FABINHO DO TERREIRO E BANDA COM APOIO DO PIZZABAR, PELOS TRES ANOS DE EXISTÊNCIA E PELA FELIZ IDÉIA DE COMEMORAR COM A PRESENÇA DE UM DOS MAIORES COMPOSITORES DO NOSSO SAMBA, O SEMPRE BOM WILSON MOREIRA, QUE PELO CONJUNTO DE SUA OBRA MERECE TODO NOSSO RESPEITO E HOMENAGENS. EU LOGICAMENTE ESTIVE PRESENTE. VALEU.
CANTANDO A HISTÓRIA DO SAMBA

III SEMINÁRIO DIALOGOS ENTRE O SAMBA E A ESCOLA
Inscreva-se!
O Projeto Cantando a História do Samba, idealizado pela educadora e cantora Dóris, está promovendo o III Seminário Diálogos entre o Samba e a Escola, na cidade de Betim, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Coordenadoria Municipal de Promoção da Igualdade Racial nos dias 27, 28 e 29 de outubro.O Seminário terá palestras, debates, lançamento de livros, apresentações artísticas, mini-cursos e também contará com a presença de Martvs das Chagas - Subsecretário de Políticas de Ações Afirmativas, que fará o lançamento do Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Africana.
Veja a programação:
Dias: 27, 28 de outubroLocal: Auditório Prefeito José Santana TrigueiroPrefeitura Municipal de Betim – Rua Osvaldo Franco, 55 – Centro
Dia: 29 de outubroLocal: E. M. Raul Saraiva RibeiroRua Marechal Rondon, 251 – Bairro: Brasiléia
27 DE OUTUBRO - 3ª FEIRA 18:00 às 19:00 Credenciamento, Lanche 19:00 às 19:30, Abertura Oficial:- AÇOFORJA- Prefeitura Municipal de Betim- Secretaria Municipal de Educação de Betim- Coordenadoria Municipal de Promoção da Igualdade Racial- FCRCN – Fundação Centro de Referência da Cultura Negra- Projeto Cantando a História do Samba 19:30 às 20:30 Palestra: “Promoção da Igualdade Racial: A Educação e a Implementação da Lei “10.639/03”.João Carlos Nogueira – Doutor em Políticas Públicas - Florianópolis -SC 20:30 às 21:30 Debate 21:30 Apresentação artística – Grupo “Raça DMCs”Estarão presentes: Sobá Livraria e Café e Nandyala Livraria Editora expondo livros e CDs de temas ligados às questões étnico-raciais
28 DE OUTUBRO - 4ª FEIRA 18:00 às 19:00 Assinar lista de presenças.Lanche 19:00 Diálogos entre o Samba e a Escola – Projeto Cantando a História do SambaPesquisadora e Cantora Elzelina Dóris 20:30 Lançamento do Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Africana Martvs das Chagas - Subsecretário de Políticas de Ações Afirmativas 21:00 Lançamento dos livros: “História da África na educação básica. Referenciais para uma proposta de trabalho. Almanaque Pedagógico”Rosa Margarida de Carvalho Rocha"Cadarços Desamarrados" - Madu Costa.
29 DE OUTUBRO - 5ª FEIRA 18:00 às 18:45 Lanche, Inscrições nos minicursos 18:45 às 21:00 Minicursos:
Sala 1: “Resistência Negra no Brasil: da escravidão à contemporaneidade”Professor Marcos Antônio Cardoso
Sala 2: “Pressupostos para o ensino da história da África”Professora e escritora Rosa Margarida de Carvalho Rocha
Sala 3: “Xirê. Jogos da Religiosidade afro-brasileira”Pesquisadora Juliana Faria Pereira
Sala 4: Literatura Afro-brasileiraProfessora Rosane Pires
Sala 5: Cultura do Samba na Mídia Jornalista Zú Moreira 21:00 Show de Encerramento: “Dóris e banda”
Inscrições gratuitas e limitadas pelo e-mail: pedagogico@betim.mg.gov.br ou pelo tel. 3594-5447 ou pelo site http://www.projetohistoriadosamba.org
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